26 setembro 2011

O fim de uma relação

Contei por aqui o quanto foi difícil acertar na escolha do pediatra para o Dudu. Antes de encontrar o pediatra atual tive duas experiências nada agradáveis, numa delas, saí do consultório da médica em prantos. Enfim, o pediatra atual me conquistou pela praticidade de encarar os fatos e tratar muito bem meu filhote. Marido até nos acompanhou numa das consultas e também aprovou o tal médico.
Na quinta-feira passada tivemos uma consulta de rotina, mas como Dudu teve febre e estava enjoado devido aos primeiros dentinhos, a consulta foi bastante necessária. Nela foi constatada que a garganta do Dudu estava inflamada e receitado um antinflamatório, além da Camomilina C para aliviar os sintomas dos dentinhos. Ministrei três doses, e notei o aparecimento de manchas vermelhas no pescoço, costas e barrigas do pequeno. Resolvi suspender o uso de ambos medicamentos para ver se a situação se normalizava.
Tive uma reunião on line no sábado pela manhã, e percebi a irritação do Dudu, interrompi a reunião, dei um banho no pequeno e corri para o Pronto Socorro, as manchas havia se espalhado e estavam mais vermelhas e em grande quantidade, mas não havia febre ou coceira. Examinando o Dudu, a médica que nos atendeu informou que essa era uma reação alérgica sem sombra de dúvidas, mas me  confortou que bastante supender o uso que tudo se normalizaria em dois dias. Decidiu não passar um antialérgico, pois não havia outros sintomas (febre e coceira) e também pelo fato do pequeno ter menos de um ano. Questionei a médica se a alergia ocorreu pelo fato que o antinflamatório ser destinado para bebês a partir de 01 ano (fato que só constatei quando percebi o agravamento da alergia ao ler a bula), ela informou que pode ser muitas questões, o fato da combinação dos dois medicamentos, o fato de alguma substância presente em um dos medicamentos, enfim, não há como saber.
Saí do hospital mais aliviada, mas totalmente decepcionada com o pediatra do Dudu. Talvez a culpa nem tenha sido dele pela reação que o pequeno deve, mas meu coração de mãe não vai mais confiar nele. Realmente a reação alérgica sumiu em dois dias, e só então pudemos tratar de sua garganta. Adiei a vacina do mês, pois acredito que é muita química em seu organismo, a vacina será tomada na próxima semana sem nenhum risco.
Juntando a isso, Marido trocou de empresa na última semana, e com isso foi-se o convênio médico do Dudu. A solução é desvincular o plano de saúde de um emprego, seja meu ou do Marido, para que isso não volte a ocorrer. Mas há males que vem para o bem, e acredito que essa mudança será benéfica. Estou negociando com a corretora um plano que atenda minhas necessidades e meu bolso, estou indecisa em duas opções (Dix Amico e Unimed), mas estudando direitinho a rede credenciada e os hospitais para qualquer emergência.

24 setembro 2011

O poder da música

Quando o Eduardo tinha alguns dias de vida, iniciou a novela Cordel Encantado às 18h. Me apaixonei pela história muito bem escrita e os personagens bem encorporados, elenco de primeira qualidade. E acompanhei todos os capítulos sempre na companhia do Dudu.

Na verdade, o que me chamou a atenção desde o início foi a música tema interpretada por Gilberto Gil e Roberta Sá - Minha princesa cordel. A música é linda e sempre cantei para o Dudu, ninando-o ou fazendo um carinho.O pequeno ficou encantado pela música e toda vez que escutava na abertura da novela, parava tudo para escutá-la. A música tem tanto poder sobre ele, que mesmo se tiver chorando, ele para para ouvir, uma graça.

Percebe-se que houve o registro da música e do momento. Toda vez que toca a música, ele presta muita atenção e sorri. Confesso que isso me deixa muito feliz, acho importante a música para os pequenos, e cantar para meu filho criou-se um laço muito bonito entre nós.

Infelizmente, hoje foi a reprise do último capítulo da novela, para a tristeza do pequeno. Mas Marido já está providenciando a gravação da abertura da novela para usarmos em momentos de irritação do Dudu, rssss.

23 setembro 2011

O andador

Prejudicial ou benéfico. A polêmica sempre rodeou o uso do andador. Confesso que estava receosa em relação ao objeto polêmico, mas Marido sempre foi a favor, e pelo fato do Dudu preferir ficar em pé (e parece que engatinhar não é com ele mesmo), compramos um andador.

Fizemos uma pesquisa rápida de modelos e valores, e chegamos à conclusão que como o tempo de uso é relativamente pequeno, não há necesidade de comprar um andador de "última geração", é importante apenas verificar se a segurança é garantida em seus itens.

Chegamos em casa, montamos o andador e só então mostramos ao pequeno seu novo brinquedo. Agora ele já está dominando a arte de se locomover, imaginem como está a loucura!

Se ele gostou? Vejam a foto. Essa foi tirada assim que o colocamos no andador para ver sua reação....Não é uma fofura? 


Em tempo: e com a chegada do andador, percebemos que mais um item se soma aos inúmeros apetrechos que o pequeno possui e que dominaram a casa. É bouncher, cadeira de refeição, carrinho de bebê, carro para brincar, cercado e brinquedos. São tantos itens que às vezes a casa mais parece com uma creche! kkkkk.

22 setembro 2011

Dá dá dá

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Tem como não se apaixonar?

20 setembro 2011

A decisão ter um (só) filho

Venho de uma família grande, com muitas mulheres. Minha mãe sempre nos ensinou a trabalhar juntas, até nas brincadeiras ou afazeres domésticos. Mesmo sendo a caçula, sempre tive que participar, eram pequenas tarefas, mas o sentimento de pertencer me fazia muito bem.
 
Ter uma família numerosa requer abrir mão de algumas coisas, de brinquedos, de espaço e até de alimentação. Naquela época e partindo daquela história que "onde come uma boca comem duas", tive uma infância humilde e restritiva. Por longos períodos nossa alimentação era composta apenas do básico e compartilhávamos roupas, sapatos e até a cama para dormir. Nossa situação financeira só mudou quando eu e minhas irmãs começamos a trabalhar e ajudar meus pais.
 
Aí vieram os sobrinhos. O primeiro deles chegou junto com meus 15 anos. Eu fiquei maravilhada com aquele pequeno ser e me dispuz a auxiliar minha irmã nos cuidados com o bebê. Era meu boneco, adora trocar a roupinha, dar papinha, banho... O segundo sobrinho nasceu três anos mais tarde e me foi dado como afilhado. Se antes eu era uma tia dedicada, agora virei uma tia babona.
 
A família foi crescendo com a chegada de novas crianças. A cada notícia de gravidez, era uma comemoração. A cada nascimento, mais uma alegria. Contabilizamos nove crianças, sendo apenas uma menina de todo o grupo. Meu papel como tia aumentou, trabalhando fora e com um salário razoável, os sobrinhos sempre eram paparicados com presentes, passeios e custeio de seus estudos, gastos que minhas irmãs não conseguiam assumir sozinhas pela quantidade de filhos. Além disso, ocupei o papel de irmã mais velha mesmo sendo a caçula, sempre ajudei financeiramente minhas irmãs e talvez pelo meu rápido amadurecimento, virei a conselheira da família. Com isso vieram as responsabilidades e cobranças, família é um negócio complicado, quanto mais você se doa, mais recebe cobranças. Até que encontrei minha cara metade, e com 29 anos de idade, resolvi casar para espanto da minha família. Alguns acreditavam que ficaria, literalmente, "pra titia".
 
Se meu comprometimento com os problemas da família acabou? Claro que não. Mas tomou uma nova forma. Agora eu tinha que cuidar da família que havia criado. Mas faltava um filho. Dizem que o desejo pela maternidade surge quando chega a hora certa. A mais pura verdade. Sentia uma necessidade, um desejo inexplicável de me tornar mãe. Começaram as tentativas, fase que durou pouco. Logo recebi a notícia que teria um bebê. Compartilhar tal notícia com familiares e amigos foi muito gratificante. Me sentia plena, vitoriosa.
 
Desde sempre sabia que teria um menino. E Eduardo foi o nome escolhido. Um nome simples, fácil e sonoramente bonito. E Eduardo chegou a minha vida numa sexta-feira a noite. Dizer que aquele foi o momento mais emocionante de minha vida pode parecer piegas, mas só quem passa por ele entende sua intensidade.
 
Aproveitei minha licença maternidade o máximo que pude, mas ela chegou ao fim. Minha preocupação era com quem deixá-lo para poder voltar à trabalhar. Procurei escolas, pesquisei valores e localizações, e fiquei decepcionada com a maioria delas, se a escola oferecia uma boa estrutura, o valor cobrado era exorbitante, se tinha um preço justo, a distância de casa dificultaria nossa rotina. Me desesperei por semanas, como uma mãe consegue trabalhar sem ter a certeza que se filho está bem? Recorri à minha irmã que trabalhava como babá, fiz uma proposta de irmã mesmo e agindo pelo coração, ela aceitou cuidar do meu filho. Ela pediu dispensa do emprego anterior e eu me mudei de casa para facilitar a rotina dos dois, nunca me agradou a ideia de expor um bebê ao frio ou chuva para levá-lo à escola, assim como deixá-lo aos cuidados de estranhos. Consegui alugar um apartamento no prédio que minha irmã mora, tive sorte é verdade, mas tal mudança me obriga a enfrentar quatro horas diárias de trânsito para ir trabalhar e voltar para casa. Grande parte do orçamento de casa é destinado ao Eduardo. São compras semanais de fraldas, leite, legumes e frutas. Tenho ainda despesas mensais de materiais de higiene, medicamentos e roupas. Criança cresce e perde roupas muito rápido. Além disso, as peças infantis chegam a custar até mais caro que roupas de adulto.
 
Tudo isso me fez analisar muito o fato de aumentar a família. Decidi que o Eduardo será filho único. Sei da importância de ter irmãos e como é bom ter alguém para compartilhar a vida. Acho lindo aqueles almoços em famílias, as datas comemorativas sempre cheias de gente, mas definitivamente, planejei tanto ter um filho que, como toda mãe, quero oferecer o melhor a ele.
 
Algumas pessoas me dizem que criança precisa apenas de amor e atenção. Eu concordo. Mas sei muito bem o quanto é ruim herdar sempre objetos usados, viver desejando aquele brinquedo que passou na TV, desejar comer aquele doce e não poder. Meu filho merece ter uma vida tranquila dentro das minhas possibilidades, merece ter um médico para tratá-lo, uma escola para poder estudar, ter oportunidades de trabalho, de amigos, de vida que outros terão... merece ser cuidado com todo o carinho. Eduardo é a melhor parte de mim.

* Texto publicado originalmente no blog Casos e Coisas da Bonfa, da minha querida amiga Kátia Bonfadini

15 setembro 2011

Dudu dodói

E junto com os primeiros dentinhos, Dudu ficou dodói pela primeira vez.
Infelizmente, está com a garganta inflamada, nada muito sério, mas teve febre leve nos último dias deixando a mamãe em alerta.

Visitamos hoje o pediatra e pesamos e mendimos no pequeno: 8,100k e 70cm. Cresceu bastante!

E mesmo doentinho, Dudu come direitinho e sempre sorri, para meu alívio. Confiram na foto...

14 setembro 2011

Mais um

Duduzinho é o bebê! 

Faturou mais um concurso da blogosfera. Desta vez, foi o concurso do blog da Tati Carmo Melo, amiga querida lá de Minas Gerais.

E o prêmio chegou em casa nesse final de semana: um kit lindo e muito cheiroso do Cheirinho de Bebê.

Ainda não estreamos, Tati. Tô com uma dó enorme de desmanchar a embalagem, é tão linda!!

Amamos!

12 setembro 2011

Uma triste história

Era um menino. Um menino único que nasceu de uma mãe jovem, recém-casada, e que foi único sobrinho e neto. Enfim, virou um reizinho.

E no seu reinado, ele tinha tudo, todos estavam a seus pés, prontos para atendê-lo e mimá-lo, e como ra bom fazer isso. Ele era uma criança feliz.

Até que a chegada de um primo ameaçou seu reinado, e aquela tia que tanto o adorava iria mudar de foco, afinal ela mesmo teria um reizinho em sua vida. O menino, até então único, sentiu a mudança, sentiu ciúmes, ainda mais porque naquele mesmo ano, outra tia e sua própria mãe ficaram grávidas.

Realmente, seu reinado acabou. Era hora dele aprender a dividir, a compartilhar, a deixar de ser o centro das atenções. Para os adultos esse era um processo natural, mas para o menino doeu mais do que o normal. Com os bebês era amável, mas em alguns momentos demonstrava revolta, isso no auge de seus 4 anos. Coisas da idade, os adultos pensavam. Era uma fase de amadurecimento e adaptação.

O tempo passou, mais dois irmãos chegaram, as tias tiveram outros filhos. Em casa, o pai era agressivo e arredio, o que fazia o menino sofrer. Tinha problemas de comportamentos na escola, alguns episódios de travessuras sem sentido, como chutar a professora e fazer xixi na sala. Coisas da idade, os adultos pensavam.

O menino completava 10, 11, 12 anos. Aí a adolescência bateu à porta. O que era estranho, pior ficou. A coisa desandou, o menino tornou-se tímido, sentia uma necessidade de se autoafirmar, de se sentir querido. Chamava a atenção dos adultos, que envolvidos aos afazeres e compromissos do dia a dia, ignorava-o algumas vezes.

Sim, ele foi ao psicólogo, mas aquele tratamento brando e longo, não surtia efeito. O diagnótico sempre era a família. Ele precisava de mais atenção, de se sentir seguro. Mas como um mãe de quatro filhos, jovem e com um marido insensível e agressivo, iria conseguir fazer mais essa tarefa? E foram tantos episódios de brigas, de insultos e de incompreensão, também com o menino, que os pais se separaram. Era uma família desfeita. Os familiares sabiam que aquilo não seria benéfico para o menino, mas viver naquele clima, também não era.

Passaram a viver na casa da avó, e tudo o que o menino tinha (cama, quarto, brinquedos) foi ficando escasso, agora ele tinha que dividir com os irmãos que se apertavam num quarto único. A avó, mulher sofrida, batalhadora, de grande coração, mas muito enérgica, não ajudava muito no processo de adaptação da família hóspede. Foram concessões de ambas as partes, mas a necessidade era uma realidade.

E o que era ruim, pior ficou. O menino sentia-se aprisionado, a situação já não era favorável e os pais ainda brigavam entre si pelas guardas das crianças. A briga era tão séria que se agrediam, e o menino via. Via sua mãe chorar, seu pai xingar, sua avó desesperar-se. Fase longa, muito ruim.

E o pior aconteceu. Um dia ele surtou, surtou ao pé da palavra. Teve uma crise psicótica, profetizou palavras ruins, xingou todos, bateu em todos. Precisou de adultos para segurá-lo, estava tomado por algo ruim, uma cena horrível de se ver. O pai teve que apartar, apanhou do menino, o menino apanhou dele.

A família se uniu e decidiu que era hora de buscar ajuda, ajuda médica séria. E chegaram a um psiquiatra que, depois de algumas sessões, deu o diagnóstico mais doído que uma família pode receber: o menino era equisofrênico. E somado a isso, era depressivo e tinha perdas de memória. Todo mundo se comoveu, e percebeu que o menino sempre foi assim, sempre pediu ajuda e ninguém o ouviu.

Hoje, o menino toma medicação. E a família vive alerta ao seu comportamento e alteração de humor. Infelizmente, ele ainda tem crises, mas muito mais brandas do que aquela fatídica. Para quem não sabe, tal doença não tem cura, apenas tem controle. E os sonhos de uma mãe e de uma família em relação ao futuro daquele menino, que hoje é um rapaz, foram por água abaixo. Agora é viver um dia de cada vez.

OBS.: Essa é a triste história do meu sobrinho mais velho. Resolvi compartilhar com vocês porque infelizmente presenciamos uma nova crise que nos magoou muito. A esquizofrenia é uma doença cruel, só quem a conhece entende o que minha família passa.

11 setembro 2011

7 meses do meu melhor presente

Querido filho,

Comemoramos hoje 7 meses que você chegou em minha vida trazendo muitas alegrias. Definitivamente, você é meu melhor presente. Agradeço a Deus pela sua saúde, que por sinal, tem se mostrado excelente, podemos comemorar apenas um episódio de nariz congestionado e dificuldade para respirar, no mais, não tivemos nenhuma doencinha típica de bebês, Uhuu, você é bem forte!

As novidades do último mês foram o sentar sozinho e a estreia dos primeiros dentinhos. Sinais de que você está mesmo crescendo, meu bem! Mamãe está muito feliz com seu progresso.
Enfim, sabemos que agora as novidades virão com mais frequência, o que nos deixa (papai e mamãe) mais atentos para que nada passe desapercebido.

Amo você.

09 setembro 2011

Da amizade

Tenho amigas de longa data, duas ou três. E as conservo muito carinho, afinal amizade verdadeira é coisa rara nos dias de hoje.

Quando fiquei grávida, mergulhei no mundo da maternidade e muitos daqueles que se diziam amigos, se afastaram. Talvez por estarem em outra vibe, talvez porque me tornei monossílaba, talvez por que não eram amigos de verdade. Enfim, sofrir por alguns distanciamentos, outros nem me importei, mas sobrevivi. 

E louca para compartilhar minhas ansiedades que cresciam na mesma medida que a barriga, busquei refúgio na internet. E aquelas me deram colo, me aconselharam, me fizeram se sentir normal, assumiram um papel tão importante em minha vida que já posso considerá-las amigas. 

Como já mencionei por aqui, foi daí que surgiu o Encontro entre Comadres, um grupo de mamães amigas que coordeno junto com outras Comadres com muito carinho. Além do blog que postamos dicas de facilidades para o dia a dia das mamães, alimentamos páginas do Facebook e do Twitter. Somos um grupo grande e bastante atuante. Nos comunicamos quase que diariamente, nos preocupamos quando algo sai do normal com nossos filhos, dividimos nossas alegrias. Essa interação é sadia e benéfica para muitas de nós. Sabemos que basta acessar os meios de comunicações que sempre terá uma amiga para nos ajudar ou simplesmente bate papo.

Para as mamães de Sampa, periodicamente promovemos o evento Encontro entre Comadres, no qual nos reunimos para nos ver, matar a saudade e conhecer pessoalmente aquelas que ainda não tiveram a oportunidade. Amanhã, 10.09, será nosso segundo evento. Estamos todas ansiosas para que faça um lindo sábado de sol para que possamos curtir ao máximo com nossos filhotes.

Torçam por nós. Volto para contar como foi.

07 setembro 2011

Foi-se um banguelinha!

Foi contar pra vocês a transformação de meu bebê num menininho que fui surpreendida com mais um fato: meu menininho deixou de ser banguela!

Prestes a completar 7 meses, dois dentinhos inferiores do Dudu resolveram dar o ar da graça.

E o menininho que estava manhoso por esses dias, está ainda pior. Muito mais exigente de atenção e colo, somado a muita manha.

05 setembro 2011

O caso da cadeira de alimentação

Minha querida amiga Flávia nos presenteou com uma cadeirinha de alimentação que era do filhote dela, o Danilo. Por estar semi-nova, aceitei de bom grado.

A Flávia já havia comentado que a cadeirinha havia se tornado o cantinho do castigo do Danilo, por ela ter uma estrutura diferenciada dos cadeirões tradicionais (não possui longas pernas e pode ser acoplada à qualquer cadeira), e até porque ele está grandinho, faz algumas artes e acaba num corretivo simples. Achei a história engraçada, o Danilo levava tudo na boa, até conversava com a cadeira, dava tchau...

Enfim, herdamos a cadeira. Trouxe para casa na maior expectativa de ver o Duduzinho usando-a. Achei que seria uma verdadeira festa, que teríamos belos momentos para registrar, que a hora do papá seria mais interessante.....porém, acredito que a cadeira tem uma sina: Dudu odeia a bendita! Chora horrores quando é colocado nela, parece um verdadeiro castigo.

O que fazer? Como ele não tolera a cadeirinha, o jeito é esperar ele crescer e torná-la a cadeira da disciplina, pois acredito que essa é mesmo sua melhor e única finalidade, rssssssssss.

02 setembro 2011

Tô lá na vizinha

Feliz da vida por estar na casa da minha queridíssima vizinha, Kátia Bonfadini.

Atendendo um convite muito especial, escrevi sobre minha decisão de aumentar a família. Quer conhecer? Passem por lá e deixem um recadinho.

Bonfa, minha querida, só tenho a agradecer sua amizade e carinho de sempre. Mesmo virtualmente, me sinto muito próxima de você.

01 setembro 2011

Tantas coisas ao mesmo tempo

Me justificar da ausência usando a rotina maluca que tenho, é pura perda de tempo.
Mas junto a tudo isso, ainda estou planejando a festa de um ano do Dudu (sim gente, seis meses passam voando) e uma repaginada nesse cantinho.
Aí já viram como a coisa tá punk.
Não posso esquecer que tô naquela fase de tolerância zero somada à carência de amigos e bons momentos.
Enfim, não tô me aguentando.