A Copa do Mundo tá aí e todo mundo fica naquela expectativa. E como nesse ano os jogos coincidirão com o horário de expediente de muitos, seguem algumas dicas para se divertir durante os jogos e não levar o cartão vermelho na empresa.
Nada de vuvuzelas – Quem já ouviu o som de uma vuvuzela, com certeza não deve ter esquecido. Em época de Copa na empresa, a corneta “barulhenta” com um metro de comprimento está vetada. O mesmo vale para bandeiras, chapéu e até peruca. Algumas empresas podem reconsiderar e permitir o uso de alguns acessórios. Mas, antes de tirar a camisa verde e amarela do guarda-roupa, procure se informar.
Uuuuuuuuuuuuuuu – Embora seja um momento de descontração e até de empolgação, palavrões não são bem vistos. Aqui, vale o bom senso. Até mesmo na hora de xingar o juiz ou os jogadores que perderem pênaltis.
Olho no lance - O funcionário deve lembrar que seu comportamento é avaliado o tempo todo, mesmo em dias de jogos e comemorações. Uma atitude errada hoje poderá comprometer uma promoção amanhã. Isso vale para gestos efusivos também. Deixe as dancinhas para os jogadores lá no campo.
Cartão amarelo – Durante a partida, mantenha uma atitude respeitosa em relação aos colegas de trabalho. Não é porque ele falou mal da atuação do Robinho que você, um santista fanático, tem que partir para a briga ou fazer algum tipo de brincadeira ofensiva. O juiz, neste caso, o seu gestor, está vendo.
Show do intervalo – Vale combinar com os colegas de levar lanches, pipoca e refrigerantes para assistir ao jogo. Mas, não se empolgue. A cerveja só para depois do expediente.
Vamos lá, galera – O momento pede descontração mas não exagere. Nada de levar parentes e amigos para assistir aos jogos na empresa.
Apita o juiz – O jogo acabou. Já se passou meia hora do fim da partida. Então, volte ao trabalho. Evite ficar comentando a partida o resto do dia, impedindo o trabalho de seus colegas. O chefe pode se arrepender e, então, nada da próxima partida.
Só falta um – O Brasil está na final. Falta muito pouco para o hexacampeonato. Não peça para ser dispensado para assistir ao jogo em outro lugar. Não adianta explicar que é final, que só se vê esse jogo a cada quatro anos. Deixe que essa medida parta do seu gestor.
* matéria da Revista Época.