26 setembro 2011

O fim de uma relação

Contei por aqui o quanto foi difícil acertar na escolha do pediatra para o Dudu. Antes de encontrar o pediatra atual tive duas experiências nada agradáveis, numa delas, saí do consultório da médica em prantos. Enfim, o pediatra atual me conquistou pela praticidade de encarar os fatos e tratar muito bem meu filhote. Marido até nos acompanhou numa das consultas e também aprovou o tal médico.
Na quinta-feira passada tivemos uma consulta de rotina, mas como Dudu teve febre e estava enjoado devido aos primeiros dentinhos, a consulta foi bastante necessária. Nela foi constatada que a garganta do Dudu estava inflamada e receitado um antinflamatório, além da Camomilina C para aliviar os sintomas dos dentinhos. Ministrei três doses, e notei o aparecimento de manchas vermelhas no pescoço, costas e barrigas do pequeno. Resolvi suspender o uso de ambos medicamentos para ver se a situação se normalizava.
Tive uma reunião on line no sábado pela manhã, e percebi a irritação do Dudu, interrompi a reunião, dei um banho no pequeno e corri para o Pronto Socorro, as manchas havia se espalhado e estavam mais vermelhas e em grande quantidade, mas não havia febre ou coceira. Examinando o Dudu, a médica que nos atendeu informou que essa era uma reação alérgica sem sombra de dúvidas, mas me  confortou que bastante supender o uso que tudo se normalizaria em dois dias. Decidiu não passar um antialérgico, pois não havia outros sintomas (febre e coceira) e também pelo fato do pequeno ter menos de um ano. Questionei a médica se a alergia ocorreu pelo fato que o antinflamatório ser destinado para bebês a partir de 01 ano (fato que só constatei quando percebi o agravamento da alergia ao ler a bula), ela informou que pode ser muitas questões, o fato da combinação dos dois medicamentos, o fato de alguma substância presente em um dos medicamentos, enfim, não há como saber.
Saí do hospital mais aliviada, mas totalmente decepcionada com o pediatra do Dudu. Talvez a culpa nem tenha sido dele pela reação que o pequeno deve, mas meu coração de mãe não vai mais confiar nele. Realmente a reação alérgica sumiu em dois dias, e só então pudemos tratar de sua garganta. Adiei a vacina do mês, pois acredito que é muita química em seu organismo, a vacina será tomada na próxima semana sem nenhum risco.
Juntando a isso, Marido trocou de empresa na última semana, e com isso foi-se o convênio médico do Dudu. A solução é desvincular o plano de saúde de um emprego, seja meu ou do Marido, para que isso não volte a ocorrer. Mas há males que vem para o bem, e acredito que essa mudança será benéfica. Estou negociando com a corretora um plano que atenda minhas necessidades e meu bolso, estou indecisa em duas opções (Dix Amico e Unimed), mas estudando direitinho a rede credenciada e os hospitais para qualquer emergência.

24 setembro 2011

O poder da música

Quando o Eduardo tinha alguns dias de vida, iniciou a novela Cordel Encantado às 18h. Me apaixonei pela história muito bem escrita e os personagens bem encorporados, elenco de primeira qualidade. E acompanhei todos os capítulos sempre na companhia do Dudu.

Na verdade, o que me chamou a atenção desde o início foi a música tema interpretada por Gilberto Gil e Roberta Sá - Minha princesa cordel. A música é linda e sempre cantei para o Dudu, ninando-o ou fazendo um carinho.O pequeno ficou encantado pela música e toda vez que escutava na abertura da novela, parava tudo para escutá-la. A música tem tanto poder sobre ele, que mesmo se tiver chorando, ele para para ouvir, uma graça.

Percebe-se que houve o registro da música e do momento. Toda vez que toca a música, ele presta muita atenção e sorri. Confesso que isso me deixa muito feliz, acho importante a música para os pequenos, e cantar para meu filho criou-se um laço muito bonito entre nós.

Infelizmente, hoje foi a reprise do último capítulo da novela, para a tristeza do pequeno. Mas Marido já está providenciando a gravação da abertura da novela para usarmos em momentos de irritação do Dudu, rssss.

23 setembro 2011

O andador

Prejudicial ou benéfico. A polêmica sempre rodeou o uso do andador. Confesso que estava receosa em relação ao objeto polêmico, mas Marido sempre foi a favor, e pelo fato do Dudu preferir ficar em pé (e parece que engatinhar não é com ele mesmo), compramos um andador.

Fizemos uma pesquisa rápida de modelos e valores, e chegamos à conclusão que como o tempo de uso é relativamente pequeno, não há necesidade de comprar um andador de "última geração", é importante apenas verificar se a segurança é garantida em seus itens.

Chegamos em casa, montamos o andador e só então mostramos ao pequeno seu novo brinquedo. Agora ele já está dominando a arte de se locomover, imaginem como está a loucura!

Se ele gostou? Vejam a foto. Essa foi tirada assim que o colocamos no andador para ver sua reação....Não é uma fofura? 


Em tempo: e com a chegada do andador, percebemos que mais um item se soma aos inúmeros apetrechos que o pequeno possui e que dominaram a casa. É bouncher, cadeira de refeição, carrinho de bebê, carro para brincar, cercado e brinquedos. São tantos itens que às vezes a casa mais parece com uma creche! kkkkk.

22 setembro 2011

Dá dá dá

Tem como não se apaixonar?

20 setembro 2011

A decisão ter um (só) filho

Venho de uma família grande, com muitas mulheres. Minha mãe sempre nos ensinou a trabalhar juntas, até nas brincadeiras ou afazeres domésticos. Mesmo sendo a caçula, sempre tive que participar, eram pequenas tarefas, mas o sentimento de pertencer me fazia muito bem.
 
Ter uma família numerosa requer abrir mão de algumas coisas, de brinquedos, de espaço e até de alimentação. Naquela época e partindo daquela história que "onde come uma boca comem duas", tive uma infância humilde e restritiva. Por longos períodos nossa alimentação era composta apenas do básico e compartilhávamos roupas, sapatos e até a cama para dormir. Nossa situação financeira só mudou quando eu e minhas irmãs começamos a trabalhar e ajudar meus pais.
 
Aí vieram os sobrinhos. O primeiro deles chegou junto com meus 15 anos. Eu fiquei maravilhada com aquele pequeno ser e me dispuz a auxiliar minha irmã nos cuidados com o bebê. Era meu boneco, adora trocar a roupinha, dar papinha, banho... O segundo sobrinho nasceu três anos mais tarde e me foi dado como afilhado. Se antes eu era uma tia dedicada, agora virei uma tia babona.
 
A família foi crescendo com a chegada de novas crianças. A cada notícia de gravidez, era uma comemoração. A cada nascimento, mais uma alegria. Contabilizamos nove crianças, sendo apenas uma menina de todo o grupo. Meu papel como tia aumentou, trabalhando fora e com um salário razoável, os sobrinhos sempre eram paparicados com presentes, passeios e custeio de seus estudos, gastos que minhas irmãs não conseguiam assumir sozinhas pela quantidade de filhos. Além disso, ocupei o papel de irmã mais velha mesmo sendo a caçula, sempre ajudei financeiramente minhas irmãs e talvez pelo meu rápido amadurecimento, virei a conselheira da família. Com isso vieram as responsabilidades e cobranças, família é um negócio complicado, quanto mais você se doa, mais recebe cobranças. Até que encontrei minha cara metade, e com 29 anos de idade, resolvi casar para espanto da minha família. Alguns acreditavam que ficaria, literalmente, "pra titia".
 
Se meu comprometimento com os problemas da família acabou? Claro que não. Mas tomou uma nova forma. Agora eu tinha que cuidar da família que havia criado. Mas faltava um filho. Dizem que o desejo pela maternidade surge quando chega a hora certa. A mais pura verdade. Sentia uma necessidade, um desejo inexplicável de me tornar mãe. Começaram as tentativas, fase que durou pouco. Logo recebi a notícia que teria um bebê. Compartilhar tal notícia com familiares e amigos foi muito gratificante. Me sentia plena, vitoriosa.
 
Desde sempre sabia que teria um menino. E Eduardo foi o nome escolhido. Um nome simples, fácil e sonoramente bonito. E Eduardo chegou a minha vida numa sexta-feira a noite. Dizer que aquele foi o momento mais emocionante de minha vida pode parecer piegas, mas só quem passa por ele entende sua intensidade.
 
Aproveitei minha licença maternidade o máximo que pude, mas ela chegou ao fim. Minha preocupação era com quem deixá-lo para poder voltar à trabalhar. Procurei escolas, pesquisei valores e localizações, e fiquei decepcionada com a maioria delas, se a escola oferecia uma boa estrutura, o valor cobrado era exorbitante, se tinha um preço justo, a distância de casa dificultaria nossa rotina. Me desesperei por semanas, como uma mãe consegue trabalhar sem ter a certeza que se filho está bem? Recorri à minha irmã que trabalhava como babá, fiz uma proposta de irmã mesmo e agindo pelo coração, ela aceitou cuidar do meu filho. Ela pediu dispensa do emprego anterior e eu me mudei de casa para facilitar a rotina dos dois, nunca me agradou a ideia de expor um bebê ao frio ou chuva para levá-lo à escola, assim como deixá-lo aos cuidados de estranhos. Consegui alugar um apartamento no prédio que minha irmã mora, tive sorte é verdade, mas tal mudança me obriga a enfrentar quatro horas diárias de trânsito para ir trabalhar e voltar para casa. Grande parte do orçamento de casa é destinado ao Eduardo. São compras semanais de fraldas, leite, legumes e frutas. Tenho ainda despesas mensais de materiais de higiene, medicamentos e roupas. Criança cresce e perde roupas muito rápido. Além disso, as peças infantis chegam a custar até mais caro que roupas de adulto.
 
Tudo isso me fez analisar muito o fato de aumentar a família. Decidi que o Eduardo será filho único. Sei da importância de ter irmãos e como é bom ter alguém para compartilhar a vida. Acho lindo aqueles almoços em famílias, as datas comemorativas sempre cheias de gente, mas definitivamente, planejei tanto ter um filho que, como toda mãe, quero oferecer o melhor a ele.
 
Algumas pessoas me dizem que criança precisa apenas de amor e atenção. Eu concordo. Mas sei muito bem o quanto é ruim herdar sempre objetos usados, viver desejando aquele brinquedo que passou na TV, desejar comer aquele doce e não poder. Meu filho merece ter uma vida tranquila dentro das minhas possibilidades, merece ter um médico para tratá-lo, uma escola para poder estudar, ter oportunidades de trabalho, de amigos, de vida que outros terão... merece ser cuidado com todo o carinho. Eduardo é a melhor parte de mim.

* Texto publicado originalmente no blog Casos e Coisas da Bonfa, da minha querida amiga Kátia Bonfadini

15 setembro 2011

Dudu dodói

E junto com os primeiros dentinhos, Dudu ficou dodói pela primeira vez.
Infelizmente, está com a garganta inflamada, nada muito sério, mas teve febre leve nos último dias deixando a mamãe em alerta.

Visitamos hoje o pediatra e pesamos e mendimos no pequeno: 8,100k e 70cm. Cresceu bastante!

E mesmo doentinho, Dudu come direitinho e sempre sorri, para meu alívio. Confiram na foto...

14 setembro 2011

Mais um

Duduzinho é o bebê! 

Faturou mais um concurso da blogosfera. Desta vez, foi o concurso do blog da Tati Carmo Melo, amiga querida lá de Minas Gerais.

E o prêmio chegou em casa nesse final de semana: um kit lindo e muito cheiroso do Cheirinho de Bebê.

Ainda não estreamos, Tati. Tô com uma dó enorme de desmanchar a embalagem, é tão linda!!

Amamos!

12 setembro 2011

Uma triste história

Era um menino. Um menino único que nasceu de uma mãe jovem, recém-casada, e que foi único sobrinho e neto. Enfim, virou um reizinho.

E no seu reinado, ele tinha tudo, todos estavam a seus pés, prontos para atendê-lo e mimá-lo, e como ra bom fazer isso. Ele era uma criança feliz.

Até que a chegada de um primo ameaçou seu reinado, e aquela tia que tanto o adorava iria mudar de foco, afinal ela mesmo teria um reizinho em sua vida. O menino, até então único, sentiu a mudança, sentiu ciúmes, ainda mais porque naquele mesmo ano, outra tia e sua própria mãe ficaram grávidas.

Realmente, seu reinado acabou. Era hora dele aprender a dividir, a compartilhar, a deixar de ser o centro das atenções. Para os adultos esse era um processo natural, mas para o menino doeu mais do que o normal. Com os bebês era amável, mas em alguns momentos demonstrava revolta, isso no auge de seus 4 anos. Coisas da idade, os adultos pensavam. Era uma fase de amadurecimento e adaptação.

O tempo passou, mais dois irmãos chegaram, as tias tiveram outros filhos. Em casa, o pai era agressivo e arredio, o que fazia o menino sofrer. Tinha problemas de comportamentos na escola, alguns episódios de travessuras sem sentido, como chutar a professora e fazer xixi na sala. Coisas da idade, os adultos pensavam.

O menino completava 10, 11, 12 anos. Aí a adolescência bateu à porta. O que era estranho, pior ficou. A coisa desandou, o menino tornou-se tímido, sentia uma necessidade de se autoafirmar, de se sentir querido. Chamava a atenção dos adultos, que envolvidos aos afazeres e compromissos do dia a dia, ignorava-o algumas vezes.

Sim, ele foi ao psicólogo, mas aquele tratamento brando e longo, não surtia efeito. O diagnótico sempre era a família. Ele precisava de mais atenção, de se sentir seguro. Mas como um mãe de quatro filhos, jovem e com um marido insensível e agressivo, iria conseguir fazer mais essa tarefa? E foram tantos episódios de brigas, de insultos e de incompreensão, também com o menino, que os pais se separaram. Era uma família desfeita. Os familiares sabiam que aquilo não seria benéfico para o menino, mas viver naquele clima, também não era.

Passaram a viver na casa da avó, e tudo o que o menino tinha (cama, quarto, brinquedos) foi ficando escasso, agora ele tinha que dividir com os irmãos que se apertavam num quarto único. A avó, mulher sofrida, batalhadora, de grande coração, mas muito enérgica, não ajudava muito no processo de adaptação da família hóspede. Foram concessões de ambas as partes, mas a necessidade era uma realidade.

E o que era ruim, pior ficou. O menino sentia-se aprisionado, a situação já não era favorável e os pais ainda brigavam entre si pelas guardas das crianças. A briga era tão séria que se agrediam, e o menino via. Via sua mãe chorar, seu pai xingar, sua avó desesperar-se. Fase longa, muito ruim.

E o pior aconteceu. Um dia ele surtou, surtou ao pé da palavra. Teve uma crise psicótica, profetizou palavras ruins, xingou todos, bateu em todos. Precisou de adultos para segurá-lo, estava tomado por algo ruim, uma cena horrível de se ver. O pai teve que apartar, apanhou do menino, o menino apanhou dele.

A família se uniu e decidiu que era hora de buscar ajuda, ajuda médica séria. E chegaram a um psiquiatra que, depois de algumas sessões, deu o diagnóstico mais doído que uma família pode receber: o menino era equisofrênico. E somado a isso, era depressivo e tinha perdas de memória. Todo mundo se comoveu, e percebeu que o menino sempre foi assim, sempre pediu ajuda e ninguém o ouviu.

Hoje, o menino toma medicação. E a família vive alerta ao seu comportamento e alteração de humor. Infelizmente, ele ainda tem crises, mas muito mais brandas do que aquela fatídica. Para quem não sabe, tal doença não tem cura, apenas tem controle. E os sonhos de uma mãe e de uma família em relação ao futuro daquele menino, que hoje é um rapaz, foram por água abaixo. Agora é viver um dia de cada vez.

OBS.: Essa é a triste história do meu sobrinho mais velho. Resolvi compartilhar com vocês porque infelizmente presenciamos uma nova crise que nos magoou muito. A esquizofrenia é uma doença cruel, só quem a conhece entende o que minha família passa.

11 setembro 2011

7 meses do meu melhor presente

Querido filho,

Comemoramos hoje 7 meses que você chegou em minha vida trazendo muitas alegrias. Definitivamente, você é meu melhor presente. Agradeço a Deus pela sua saúde, que por sinal, tem se mostrado excelente, podemos comemorar apenas um episódio de nariz congestionado e dificuldade para respirar, no mais, não tivemos nenhuma doencinha típica de bebês, Uhuu, você é bem forte!

As novidades do último mês foram o sentar sozinho e a estreia dos primeiros dentinhos. Sinais de que você está mesmo crescendo, meu bem! Mamãe está muito feliz com seu progresso.
Enfim, sabemos que agora as novidades virão com mais frequência, o que nos deixa (papai e mamãe) mais atentos para que nada passe desapercebido.

Amo você.

09 setembro 2011

Da amizade

Tenho amigas de longa data, duas ou três. E as conservo muito carinho, afinal amizade verdadeira é coisa rara nos dias de hoje.

Quando fiquei grávida, mergulhei no mundo da maternidade e muitos daqueles que se diziam amigos, se afastaram. Talvez por estarem em outra vibe, talvez porque me tornei monossílaba, talvez por que não eram amigos de verdade. Enfim, sofrir por alguns distanciamentos, outros nem me importei, mas sobrevivi. 

E louca para compartilhar minhas ansiedades que cresciam na mesma medida que a barriga, busquei refúgio na internet. E aquelas me deram colo, me aconselharam, me fizeram se sentir normal, assumiram um papel tão importante em minha vida que já posso considerá-las amigas. 

Como já mencionei por aqui, foi daí que surgiu o Encontro entre Comadres, um grupo de mamães amigas que coordeno junto com outras Comadres com muito carinho. Além do blog que postamos dicas de facilidades para o dia a dia das mamães, alimentamos páginas do Facebook e do Twitter. Somos um grupo grande e bastante atuante. Nos comunicamos quase que diariamente, nos preocupamos quando algo sai do normal com nossos filhos, dividimos nossas alegrias. Essa interação é sadia e benéfica para muitas de nós. Sabemos que basta acessar os meios de comunicações que sempre terá uma amiga para nos ajudar ou simplesmente bate papo.

Para as mamães de Sampa, periodicamente promovemos o evento Encontro entre Comadres, no qual nos reunimos para nos ver, matar a saudade e conhecer pessoalmente aquelas que ainda não tiveram a oportunidade. Amanhã, 10.09, será nosso segundo evento. Estamos todas ansiosas para que faça um lindo sábado de sol para que possamos curtir ao máximo com nossos filhotes.

Torçam por nós. Volto para contar como foi.

07 setembro 2011

Foi-se um banguelinha!

Foi contar pra vocês a transformação de meu bebê num menininho que fui surpreendida com mais um fato: meu menininho deixou de ser banguela!

Prestes a completar 7 meses, dois dentinhos inferiores do Dudu resolveram dar o ar da graça.

E o menininho que estava manhoso por esses dias, está ainda pior. Muito mais exigente de atenção e colo, somado a muita manha.

05 setembro 2011

O caso da cadeira de alimentação

Minha querida amiga Flávia nos presenteou com uma cadeirinha de alimentação que era do filhote dela, o Danilo. Por estar semi-nova, aceitei de bom grado.

A Flávia já havia comentado que a cadeirinha havia se tornado o cantinho do castigo do Danilo, por ela ter uma estrutura diferenciada dos cadeirões tradicionais (não possui longas pernas e pode ser acoplada à qualquer cadeira), e até porque ele está grandinho, faz algumas artes e acaba num corretivo simples. Achei a história engraçada, o Danilo levava tudo na boa, até conversava com a cadeira, dava tchau...

Enfim, herdamos a cadeira. Trouxe para casa na maior expectativa de ver o Duduzinho usando-a. Achei que seria uma verdadeira festa, que teríamos belos momentos para registrar, que a hora do papá seria mais interessante.....porém, acredito que a cadeira tem uma sina: Dudu odeia a bendita! Chora horrores quando é colocado nela, parece um verdadeiro castigo.

O que fazer? Como ele não tolera a cadeirinha, o jeito é esperar ele crescer e torná-la a cadeira da disciplina, pois acredito que essa é mesmo sua melhor e única finalidade, rssssssssss.

02 setembro 2011

Tô lá na vizinha

Feliz da vida por estar na casa da minha queridíssima vizinha, Kátia Bonfadini.

Atendendo um convite muito especial, escrevi sobre minha decisão de aumentar a família. Quer conhecer? Passem por lá e deixem um recadinho.

Bonfa, minha querida, só tenho a agradecer sua amizade e carinho de sempre. Mesmo virtualmente, me sinto muito próxima de você.

01 setembro 2011

Tantas coisas ao mesmo tempo

Me justificar da ausência usando a rotina maluca que tenho, é pura perda de tempo.
Mas junto a tudo isso, ainda estou planejando a festa de um ano do Dudu (sim gente, seis meses passam voando) e uma repaginada nesse cantinho.
Aí já viram como a coisa tá punk.
Não posso esquecer que tô naquela fase de tolerância zero somada à carência de amigos e bons momentos.
Enfim, não tô me aguentando.
 

30 agosto 2011

Tenho agora um menininho

Frequentemente me pego olhando para o Dudu a procura daquele bebê que trouxe pra casa. E constato que não sei onde ele foi parar.

Dudu está bem diferente. Percebe-se sua evolução em seu comportamento, mas principalmente em sua fisionomia, realmente tem a cara de um menininho. E menininhos usam camisa de time, bermuda xadrez, boné e outros acessórios que ainda estavam à sua espera na gaveta e no armário. Eis que nesse tempo maluco de Sampa, nos dias de sol, ele sempre estreia uma peça, confesso que é um misto de orgulho e tristeza ver isso, é como se eu estivesse perdendo tantos momentos importantes de sua vidinha enquanto trabalho e fico longe dele por 13h diárias.

O cabelo do Dudu é um caso à parte. Nasceu ralinho e liso, caiu quase que por completo, e os fios que resistiram estão longos e ondulados, porém concentrados no topo da cabeça. Juntado a sua carinha redonda e bochechuda, tenho um clone do personagem Cascão da Turma da Mônica em casa. Se gosto? Acho lindo! Existe personagem mais fofo para que meu filho parecer? Definitivamente não. As fotos comprovam.

24 agosto 2011

Recadinho


Mamãe mandou avisar que ela não tá de férias não e nem esqueceu de escrever aqui.
Tá trabalhando muito e cuidando de mim, por isso tá sumida. Mas prometeu que assim que tiver uma folguinha passa para visitar todo mundo.
Ah, eu continuo dando trabalho, mas ela diz que eu posso porque sou o amor da vida dela...

22 agosto 2011

Coisas que não me avisaram

Já acumulo seis meses de experiência como mãe. 

Pouco para alguns, mas para mim a experiência é tão intensa que já me sinto uma veterana. Muitas coisas tive que aprender na raça, as longas leituras que fiz durante a gravidez e o intensivão que passei com meus sobrinhos, serviram apenas de base, na prática (e quando o filho é seu) é tudo bem diferente. 

Parto: o meu desejo de ter um parto normal foi por água abaixo quando, nos últimos dias, os sintomas não apareceram. Foi constatado útero alto e com textura grossa e quando completei 40 semanas, decidimos (eu e minha médica) por uma cesárea. Até então, ouvia falarem bem da bendita. Mas ninguém me avisou que havia o risco de uma quelóide enxerida invadir minha cicatriz e vazar líquido do local. Enfim, o resultado final é algo que simplesmente ignoro de tão feio que ficou. 

Amamentação: outro item que sempre quis, mas a natureza não ajudou. E isso ninguém me avisou que a coisa não fluía naturalmente. Tive rachaduras, sangramento, pega errada do bebê, insegurança, lágrimas, nervoso e leite em pouquíssima quantidade. Resultado: sofri tanto com os comentários maldosos, me senti uma incapaz, decidi ignorar e meu filho tomou leite artificial desde o primeiro mês, o que não o impediu de ter uma ótima saúde. 

Trabalho: todo mundo me dizia que eu teria vontade de parar de trabalhar, só para ficar em casa com o filhote, e eu desacreditava. Queimei feio a língua. Tive muita vontade de ficar em casa, mas o orçamento familiar não me permite. Sofri com o fim da licença maternidade, era uma mistura de sensações: queria voltar a ter uma vida social, mas não queria deixar minha cria aos cuidados de terceiros. 

Auxílio: achei que tiraria de letra o fato de ficar sozinha com o bebê os primeiros dias, afinal acompanhei de perto a chegada de meus 09 sobrinhos. Não me avisaram que eu não teria tempo de nem ao menos escovar os dentes e fazer xixi, tiveram dias que só consegui fazer isso no final da tarde (pasmem!). Quando a coisa aperta, nada melhor do que ter alguém por perto para pelo menos segurar o bebê para você. 

Manha: presenciei muitos episódios de manha de meus sobrinhos, mas realmente não lembro de manhas precoces. Pois bem, meu filho é expert nesse quesito. É um manhoso de primeira, e olha que só tem 06 meses de vida! 

Emocional: que a mulher ficava sensível eu já sabia e fiquei dessa forma durante a gravidez, mas realmente acreditava que isso passaria com a chegada do bebê. O que aconteceu foi a chegada do meu filhote, surgiu uma mulher emocionalmente frágil. Se antes chorar era um algo bem difícil pra mim, agora choro facilmente com filmes, novelas, situações que contam...acho que choro até se alguém me chamar de feia! 

Sentimento: já diz o ditado que “amor só de mãe”, mas nunca ninguém me disse que o amor de mãe doía. E dói. Dói tanto, que só de pensar que algo ruim pode acontecer a ele, eu choro. De vê-lo chorando pela picada da vacina que tomou, eu choro. De vê-lo dormindo, eu choro. Choro porque é tão amor, tanto amor que sinto que não consigo explicar. 

Inspirado na postagem das amigas do De Mães para Mães.

18 agosto 2011

Mamãe também tem vida social

Não consigo nem me lembrar quando a internet entrou em minha vida, mas com a gravidez, cheia de dúvidas e aflições, ela se tornou minha aliada. Eu já era blogueira há alguns anos, o blog que antes era um espaço para desabafar, tomou o papel de registrar momentos do meu bebê. Aos poucos, descobri que não estava sozinha nessa situação, estava trocando experiências, partilhando angústias, refletindo sobre a maternidade com muitas mulheres. 

Para a psicóloga perinatal Vera Iaconelli, a principal virtude da rede é permitir que as mães saiam do isolamento em que vivem na atualidade. "Como toda a sociedade, as mães perderam os espaços públicos. Mal conhecem suas vizinhas", analisa. Some isso ao fato de que as famílias estão cada vez mais enxutas e o resultado é que, hoje, as mulheres só vão descobrir o que é criar um bebê quando recebem o seus nos braços. "Rola muita dúvida, insegurança e culpa, pois acham que deveriam saber tudo por instinto. No mundo virtual, descobrem que há muitas outras na mesma situação."
 
E foi assim que participei de fóruns, visitei blogs e fiz amizades. Percebi o quanto isso me fazia bem, a cada mal estar diferente durante a gravidez, consultava minhas amigas, era uma ajuda e tanto. Juntas formamos um grupo ativo e de muito apoio, conheci mamães que estavam no mesmo tempo de gestação que eu e torcíamos pelos nascimentos dos bebês, chegamos a fazer um bolão sobre qual bebê nasceria primeiro.
 
Tanta cumplicidade não poderia ficar só no virtual. Cansadas de conversar com o computador, resolvi organizar um encontro para comemorar o dia das mães. Utilizei o Projeto CineMaterna para isso. Para quem não conhece o projeto, trata-se de sessões de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes são bem-vindos também! Os filmes são para a diversão dos adultos, e as salas de cinema são equipadas para acolher os bebês com todo o conforto: som reduzido, trocador na sala, ar condicionado mais suave, ambiente levemente iluminado. E depois de cada sessão sempre tem um gostoso bate-papo!
 
E fui, coloquei meu filho no sling, peguei a bolsa dele e num sábado pela manhã me encontrei com três amigas virtuais e seus bebês, todas conhecidas de longa data através da tela do computador. Foi como um encontro de comadres, tricotamos muitos e quase nem assistimos o filme.
 
A experiência foi tão positiva que resolvemos fazer as amizades virtuais se tornarem reais, amigas de rede sociais que trocam mensagens há muito tempo, que conhecem os anseios, medos e expectativas da outra, que são amigas mesmo sem terem se visto. Nada melhor que ver as pessoas, escutar a voz, abraçar... formamos então o Encontro entre Comadres, um grupo de mamães de São Paulo que se encontra periodicamente para falar sobre o assunto que mais gostamos: nossos filhos.
 
Com muito carinho escolhemos a data e horário, tendo total cuidado com o local para que nossos pequenos tenham espaço e infraestrutura. Nosso primeiro encontro foi um sucesso, tivemos a presença de 17 mãezinhas e 18 bebês, almoçamos juntas, papeamos e fizemos um Baby Secreto com trocas de presentes e tudo mais.
 
Percebemos juntas que sair com um bebê, tomar um café com outras mães, e até mesmo amamentar nesses locais públicos, deixou de ser algo estranho. Hoje nossas necessidades mudaram, e precisamos de atividades que nos mantenham saudáveis nas relações familiar e social. E por que não fazer isso com as amigas? Isso é possível e muito divertido.
 
Texto publicado originalmente no blog De Mães para Mães, atendendo um convite muito especial das amigas: Cíntia, Carol, Ana Cláudia, Tatiane, Bruna e Edna.

17 agosto 2011

Vida longa à Galinha Pintadinha

Como não podia deixar de ser, Dudu é apaixonado pela Galinha Pintadinha. 
 
Sempre ouvia as amigas mamães falando a respeito, até que resolvi acessar o Youtube e coloquei o pequeno para assistir...hipnose total!
 
Dudu assiste a quatro vídeos seguidos na maior concentração. E se por ventura repetirmos qualquer vídeo, ele se empolga, pula e dá gritinhos, lindo de ver!
 
Suas músicas prediletas são da Mariana e da Barata.
 
Recentemente, ele ganhou um DVD duplo da personagem de uma amiga muito querida, a Flávia, já que na casa dela a Galinha Pintadinha também faz bonito. 
 
Aqui em casa ela nos ajuda a tomar conta do Dudu, basta colocar o DVD que ele fica quietinho e ficamos livres para fazer qualquer tarefa. Recomendo muito.

15 agosto 2011

Tão bonitinho

Participei da Gincana de São João da Ortopé promovida no Twitter, Facebook e Blog da empresa no mês de junho. 

Numa brincadeira muito divertida, tive que encontrar canções de São João escondidas nos posts do Blog, seguindo dicas publicadas no Facebook. A maratona durou alguns dias e tive que ficar ligada a cada passo. 
 
Tanto esforço valeu muito a pena: faturamos a segunda etapa e Duduzinho ganhou um sapatinho lindo da Ortopé.
 
Pude ainda escolher o modelo que mais me agradava dentro das sugestões. Meu favorito foi esse aí da foto que chegou em casa na semana passada pelo correio.
 

Se gostei? Amei! A brincadeira foi ótima e o brinde um verdadeiro presente, afinal qualidade e beleza não faltam nos produtos da marca.

13 agosto 2011

Feliz Dia dos Pais

Pai, você é meu herói!

11 agosto 2011

Meio ano de vida

"Filho
 
Fico tão feliz de comemorar essa data! Afinal, há exatos seis meses você chegou para bagunçar e arrumar minha vida.
 
Foram tantas novidades, tantas coisas boas, tantas experiências, enfim você é um pequeno professor, pois dentre tantos ensinamentos, me fez conhecer o maior sentimento que existe: o amor incondicional.
 
Obrigada, meu filho, por me fazer uma pessoa melhor, infinitamente apaixonada.
 
Mamãe"

09 agosto 2011

Gosto! Não gosto!

Comentei por aqui como está a alimentação do pequeno, e mesmo que a inclusão de novos alimentos tenha iniciado há quase dois meses, Dudu já demonstra suas preferências.
 
Papinhas salgadas são bem aceitas se nelas estiver presentes batata e mandioquinha. O pequeno ama esses legumes! Já beterraba e couve não tem vez por aqui. Tentei oferecê-los de outra forma, misturados a outros ingredientes como beterraba no suco de laranja, mas ele sempre faz cara feia. Já as frutas caqui, manga e banana são unanimidades!
Progressivamente, estamos oferecendo coisas novas, as mais recentes foram bolacha de maisena, miolo de pão, mingau de Mucilon de milho e maisena. Todas aprovadas com sucesso! Ainda estão na lista goiaba e iogurte natural, conto depois o resultado.
 
As mamadas diminuíram consideravelmente, Dudu prefere suas frutas e sucos e toma apenas três mamadeiras por dia. Percebe-se um desinteresse do pequeno ao leitinho. Como sei da importância em sua alimentação, vou incrementando da maneira que posso.
 
No que diz respeito à água, tivemos poucos avanços. Ele ainda recusa a água pura. Continuo oferecendo água de côco (que bebe tranquilamente), porém me ensinaram um truque: colocar uma ameixa na água e deixar curtindo um pouco. A água fica adocicada naturalmente. Aos poucos, ir diminuindo o tempo de permanência da ameixa na água, até que o bebê se acostume com a água pura. Tem funcionado por aqui. A ameixa também é uma forte aliada na prisão de ventre e fezes ressecadas. Basta adicionar uma unidade (ou meia unidade, se for o caso) ao suco de frutas.

08 agosto 2011

Vamos pular!

Pelo jeito Dudu vai pular a fase do engatinhar. Detesta ficar de bruços, a força dele está concentrada nas pernas... então, o negócio dele é pular. Basta colocá-lo em pé que o pequeno pula sem o menor esforço, tá até acostumado.
 
E gargalha adorando a brincadeira. Parece que não se cansa nunca, ao contrário do adulto que o segura e sempre fica com os braços doloridos de tanto exercício forçado.
 
O papai até pensou em comprar uma espécie de elástico com um suporte para a criança, muito comum nos Estados Unidos, que prende suas tiras de elástico no teto, coloca-se a criança em pé (fica presa pela parte de baixo do corpo) e pula, a cada impulso dela, o elástico se retrai e estica novamente. Parece até um estilo "pisando na lua", saca? Vi algo parecido naquelas áreas de recreação que montam em shoppings com tiroleza e parede de escalada. Mas sinceramente não acho seguro para um bebê.
 
Sou boba com essa história de deixá-lo solto no chão, tenho receio, acho que é sujo, frio, tenho que soltá-lo um pouco mais, eu sei. Para estimulá-lo à engatinhar, vou providenciar um tapete emborrachado para deixá-lo mais livre. Adoraria vê-lo engatinhando, acho muito bonitinho. E até por não gostar de ficar de bruços, Dudu rolou apenas um vez. Temos brincado bastante com ele na cama para estimulá-lo, mas o pequeno já demonstra suas preferências.
 
Já pensei muito sobre adquirir um andador. Pesquisei sobre os prós e contras e ainda não cheguei à uma conclusão. Há muita discussão se o equipamento auxilia ou atrapalha o desenvolvimento para andar. Algumas amigas aprovam, mesmo com o risco de acidentes, outras nem querem ouvir falar a respeito. Enfim, estou diante de um impasse.

06 agosto 2011

Extra, extra: nova data para o Encontro entre Comadres

Desde que criamos o Encontro entre Comadres nossa preocupação principal é garantir o bem-estar da mamãe e do bebê sempre. Sabemos que para uma mãe, se seu filho estiver confortável, ela fica tranquila e satisfeita.
 
Partindo dessa premissa, escolher o local e a data é apenas o primeiro passo. Existem outros itens que são tão importantes e que devem estar de acordo com tudo o que esperamos em matéria de ambiente agradável, acesso, circulação e estrutura do espaço. Para que todos esses itens fossem atendidos, decidimos mudar a data de nosso evento: portanto, o evento acontecerá em 10 de setembro (sábado)
 
Por que essa mudança?
Porque o local escolhido não dispunha da data que queríamos e não poderia nos atender em condições especiais de valores.
 
Sim, será numa churrascaria. E para aquelas que acreditam que esse não seria o local mais ideal, esclarecemos que este foi escolhido cuidadosamente em matéria de localização e estrutura. Reforçamos que este local é bem próximo à estação de metrô e têm muitas linhas de ônibus na região. A equipe de lá já planejou um cantinho mais reservado para ficarmos à vontade, que permita o acesso de carrinhos de bebês e a circulação entre as mesas. Há também a oferta de cadeirões de refeição para os bebês maiores e trocadores, também estamos verificando a possibilidade de instalar um cantinho para os maiores poderem brincar. Negociamos também o registro de nossos momentos com a participação de fotógrafo e para interagirmos faremos um Baby Secret e um sorteio surpresa muito especial. Ah, todas as partipantes ganharão lembrancinhas. Aguardem!
 
Para as mamães que já se inscreveram através do formulário, iremos enviar um e-mail explicativo com todas as informações do evento. E para aquelas que ainda não se inscreveram, fiquem à vontade para fazer suas inscrições até 20 de agosto.
Não consegue acessar o formulário? Clique aqui 

Venham, meninas!