11 setembro 2012

Vocabulário do Dudu

Dudu não é uma matraca, mas é um potencial candidato para tal. É claro que há dias que temos que incentivá-lo a pronunciar alguma palavrinha (notamos isso principalmente no período em que estava doentinho), mas normalmente fala bem pra caramba. Vamos lá:

  • Mamãe e Papai = Mamãe e Papai (coisa linda de ouvir falar tão direitinho)
  • Tia e Tio = Tía e Tío (para ele, ambos tem acento)
  • Carro = cao
  • Pão = pan
  • Pano = pannnn
  • Cinto = tinto
  • Suco = cuco
  • Apertar = apitá
  • Tchau = tchau
  • Dormindo = mimino
  • Chupeta = pepê
  • Mamadeira = tetê
  • Água = água
  • Cão = au au
  • Gato = gago
  • Nenê = nenê
  • Almoço/janta = papá
  • Banho = bannnn
  • Casa = caja
É isso, Dudu tá cada dia mais fofo! (mãe coruja escrevendo, ownnnn) 

03 setembro 2012

Mega dodói

Começou com uma febre e uma coriza chata na noite de sexta-feira (20/08), mediquei e acompanhei durante a noite. Pela manhã, a coriza continuava e a febre só foi aparecer no final do dia. Mediquei novamente. No domingo, a febre oscilava e estava cada vez mais alta, resolvei levar ao PS onde foi constatada gripe forte.

Mediquei até a quarta-feira, quando a febre deu picos de 39,5º um horror! Corre Papai e Mamãe durante o expediente para levar o Dudu ao PS novamente. Nessas alturas, o apetite já tinha ido embora há dias e o pequeno só aceitava líquidos. No PS fizemos exames de sangue e urina, além de RX dos pulmões, que dó. Dudu tem pânico de pessoas com roupas brancas e dava o maior escandâlo todas as vezes que precisava ser examinado ou realizar os exames.

Voltamos para casa, pois teríamos que retornar ao PS à noite para buscar os exames. Dudu cada vez mais enjoado e sonolento, querendo só colo. Papai e Mamãe acabados. Os resultados dos exames apontaram apenas uma pequena mancha no pulmão, mas um exame mais detalhado com uma médica meio grossinha, mas que foi a única que conseguiu ver a garganta do pequeno, descobriu uma garganta inflamada seguida de um ouvido na mesma situação. Resultado: mais remédios.

O pequeno só apresentou uma melhora após três dias, e nesse período a febre veio violenta. Porém, no final de semana voltou a comer e a ficar mais animadinho para alívio de nossos corações. Continua bastante manhoso, meu Deus, e haja paciência nessas horas, mas enfim está bem melhor.

E mesmo tendo marcado um encontrinho com as amigas de barriga para o último sábado, tivemos que desmarcar. O motivo foi quase todas as crianças doentinhas com os mesmos sintomas, e o culpado é o nosso querido tempo doido de Sampa: há mais de 1 mês não chove e a poluição está gritando fazendo todos sofrerem com esse tempo seco.

15 agosto 2012

Desapego

Sempre gostei de guardar coisas. Quando adolescente, tinha aquelas agendas recheadas de bilhetes, papeis de bala, frases em código, clipes coloridos, que não fechava mais de tanta tralha que eu enfiava alí e até aderia o elástico para manter  a coitada da agenda sobre controle.

Aí cresci e meu lado sagitariano de ser falou mais alto. Adquiri a mania de me desfazer das coisas supérfluas que só causam volume. E tem sido assim em casa, no trabalho e até mesmo na minha vida.

Engravidei e voltei a colecionar coisas. Eram muitas roupinhas lindas e acessórios para o pequeno que me deixavam louca. Mas o pequeno cresceu e as roupinhas ficaram pequenas. Guardei-as por um bom tempo, até o meu lado sagitariano me cutucar e avisar que "tem gente precisando disso tudo aí", além disso, o armário do Dudu tá ficando pequeno.

Resolvi me desapegar e doar muitas roupas. E já foram duas ou três sessões de desapego. Doei a quem precisa e realmente irá usar. Foram roupas e sapatos lindos que foram para novos donos, enchi várias sacolas, doei o carrinho, andador, boucher, cadeirinha, foi tudo de coração. Mas guardei num cantinho especial algumas peças de roupas que significam muito pra mim, e estas ficarão comigo... até quando? eu realmente não sei.

13 agosto 2012

Dudu tem 18 meses


Coisas que ele sabe

1. Entende o significado de expressões, como “sim”, “não” e “vem cá”, agindo de acordo com elas.
2. Aponta figuras ou objetos.
3. Reconhece o próprio nome e apelido, respondendo quando é chamado.
4. Utiliza as palavras que conhece de maneira inteligível.
5. Nomeia partes do próprio corpo e dos outros.
6. Imita os sons de alguns animais e barulhos como os de uma maquininha de cabelo.
7. Repete palavras que são bastante usadas pelos adultos.
8. Pede seus brinquedos e seus DVD's, principalmente da Galinha Pintadinha.

Pois é, meu pequenininho cresceu, virou uma criancinha linda e arteira.

02 agosto 2012

Tá no sangue

Publicar as fotos abaixo me fez lembrar de uma história.

O Marido é fissurado por carros, isso não quer dizer que ele tenha vários (muito pelo contrário), mas ele lê, pesquisa, comenta, assiste, conversa, visita, enfim, tudo que é relacionado a carros ele se envolve.

A primeira palavra que o Marido falou foi "carro". Claro que não foi com todas as letras, mas foi essa palavra. Talvez essa fissura nasceu daí. Ele até tinha outros brinquedos, porém a maioria eram carrinhos, na verdade, as pessoas não tem muita criatividade na hora de presentear os meninos, não acham? Ou é bola ou carrinho.

O Marido tem dois pais, um biológico e outro que o criou desde 3 ou quatro anos. E a convivência com o pai biológico não existia. Por longos anos nem se tinha notícia. Até que atingindo a maioridade, recebeu a notícia do paradeiro de seu pai biológico e o ramo de atividade que tinha: uma loja de auto peças. Aconteceu o reencontro e a conversa girou em torno do assunto predileto de ambos: carros.

Relembrando essa história e vendo o comportamento do Dudu, arrisco a dizer que essa paixão está no sangue. Dudu adora carros, sejam de brinquedos ou de verdade.

No último domingo fomos a uma concessionária com meus sogros que querem trocar o modelo do carro. Imaginem uma criança correndo entre os carros, perdida no meio de tantos modelos querendo "experimentar" todos eles?! Foram momentos no mínimo curiosos.

01 agosto 2012

CNH


 Dudu treinando para ser piloto

26 julho 2012

E a escola?

Como pais, uma das nossas preocupações é sempre dar uma "boa educação" para o Dudu e educação está relacionada a uma boa escola. Nosso objetivo é encontrar um lugar onde ele possa se desenvolver, participar desse mundo competitivo e ter acesso às oportunidades.
 
A questão maior é quando iniciar esse processo. Entendo que os dois primeiros anos de vida são mais voltados para o cuidado e descoberta, a partir disso é a fase dos estímulos e aí sim entra a escola. Portanto, minha opinião é que o Dudu fique aos cuidados da Babá até completar dois anos. Já o Marido pensa que iniciar na escola deveria ser já, acredita que o Dudu está maduro e conviver com outras crianças e receber estímulos de profissional especializado é importantíssimo.
 
Confesso que estou com receio e cheia de dúvidas. Talvez pudéssemos adotar o meio termo, como colocá-lo na escola apenas meio período para que sua adaptação fosse mais tranquila, mas mesmo assim ia precisar da ajuda da Babá para levar/buscar da escola já que nossos horários de trabalho não permitem que façamos isso, o que me deixa bastante chateada, gostaria muito de acompanhar essa fase de perto.
 
E por que trazer esse assunto à tona? Bem, isso está relacionado aos últimos acontecimentos.
 
Estava bastante incomodada com meu emprego atual (como contei há uns dias) pela distância e tempo que eu fico presa no trânsito. E no meio disso tudo, recebi uma proposta de trabalhar em outra empresa com cargo e salário melhores, além da localização que é bem mais próxima de casa. Aceitei, mas tinha que me desligar do emprego atual. Para minha surpresa recebi uma contraproposta muito atrativa e resolvi ficar. Sim, a distância e tempo de deslocamente serão os mesmos, mas negociei valores e horários mais flexíveis em alguns dias/momentos.
 
Tudo isso permitirá que sejam colocados em prática alguns planejamentos, como nos mudar (opa, nos mudamos recentemente - conto essa história depois) e encontrar uma escola ideal para o Dudu. O que sabemos é que não queremos muitas mudanças no que diz respeito a escola, nossa intenção é que ele ingresse numa escola que acompanhe sua evolução de estímulos, alfabetização até a preparação para vestibular e mercado de trabalho, acho importante seguir essa linha e não ficar mudando de escola e ter que se adaptar todas as vezes a novas regras e formas de ensino.
 
Enquanto essa decisão não acontece e lendo relatos de algumas amigas, pensei em providenciar algumas atividades para o Dudu, algo lúdico como pintar, rabiscar, ter contato com outros materiais. Pesquisei algumas alternativas e fiquei animada. Torçam por nós. Volto para contar a respeito.

21 julho 2012

Moleque



"Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão...."


Milton Nascimento

18 julho 2012

Fala, Rosely

E para quem não conhece, Rosely Sayão é mestra no quesito Educação. Já sou sua fã e a ouço todos os dias na Rádio Band News em Sampa.

Sogrinha é assinante da Veja e me trouxe a edição da Veja SP (Vejinha) que rendeu a matéria de capa sobre educação e limites com magnífica contribuição da Rosely. Uma matéria longa com exemplos bem claros.

Acesse: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2275/rosely-sayao-fala-sobre-educacao

17 julho 2012

Meu boneco de neve


Porque tá um frio danado por aqui!

13 julho 2012

Enquanto isso, lá em casa...

E-DU-A-DO: E de tanto nos ouvir falar seu nome, Dudu pronunciou-o dessa forma, sem a letra “r”. E eu, uma profissional de comunicação que ama a Língua Portuguesa e se assombra com qualquer agressão à ela, quase morri de amores ao ouvi-lo.

Espirros: Dudu sempre sorri quando espirra ou ouve o espirro de alguém, mesmo sem ver. Mas não é um sorriso despretensioso não, é uma gargalhada mesmo.

Nananinanão: Dudu fala essa palavra acompanhada de gestos, balançando o dedinho. Ownnnn.

Dentes: Está com 6 dentes nascidos, 2 rasgando e comecei a ver os molares querendo dar o ar da graça. Tudo seria lindo se Papai e Mamãe que usaram aparelho ortodôntico por longos anos não tivessem notado que dois desses lindos dentinhos já estão tortos, fuénnn.

Cabelo: Daí que Dudu nasceu com o cabelo ralinho que caiu, sobrando apenas os fios do alto da cabeça. Esses fios cresceram mais dos que os outros e, num belo dia, resolveram se rebelar transformando-se em cachos. O resultado é um cabelo cacheado somente em cima. Papai gosta, Mamãe não. E como o filho é meu, mantenho bem baixinho.

Sono: Dudu enfim aprendeu a dormir durante toda a noite para nossa alegria. Essa mudança aconteceu por volta de 1 ano e 2 meses.

Batizado: Ainda não batizamos nosso filho, embora ele tenha padrinhos, três pessoas maravilhosas. E já expliquei por aqui que embora eu seja espírita, meu filho será batizado na igreja católica, pois essa é a religião do Papai e dos avós. O batizado deverá acontecer agora no próximo semestre, assim que as coisas ficarem mais calmas por aqui.

Mããi e Paaaai: Dudu chama Mããi e Paaaai o dia inteiro quando estamos em casa. E como eu sempre respondo Oi quando ele me chama, o Pilantrinha aprendeu. Agora basta chamar seu nome que ele responde em alto e bom tom: Oiiiiii.

11 julho 2012

1 ano e 5 meses de vida

Pois é, Dudu não é mais um bebezinho. É quase uma criança!

E isso me divide em ficar feliz e triste por ele estar crescendo sem que eu perceba. Ele nem cabe direito no meu colo, meu Deus!

Na verdade, Dudu está muito diferente. Consegue entender muito do que falamos para ele, pede quando quer algo, interage, brinca e faz inúmeras gracinhas. Suas roupas estão cada vez menores e isso o deixa mais magrinho. Pelo jeito esse menino não nega de onde veio, Papai e Mamãe também eram magrelos quando pequenos.

E o nosso amor por ele cresce na mesma proporção. Temos que ter uma energia extra para acompanhá-los em suas brincadeiras e passeios que gosta de fazer, adora ir para a rua e chora quando percebe que o passeio acabou. Dudu tem muita personalidade.

Meu filho querido. Mamãe continua sofrendo por ter tão pouco tempo para ficar contigo. Sentir que estou perdendo essa fase tão importante de sua vida trabalhando, me corta o coração. Mas sei que tudo é por uma boa causa, é para o seu conforto, para que você tenha acesso a tudo de bom nessa vida. Tomara que você entenda essa minha ausência. Penso em você em todos os momentos do meu dia. Amo-te meu príncipe!

10 julho 2012

Saudades, saudades, saudades

Senti tantas saudades daqui, mas tempo para atualizar meu cantinho me falta demais. Hoje, depois de um feriado preguiçoso em Sampa, consegui dar uma escapada e vir contar o motivo do meu sumiço.

Na verdade, o mês de março foi marcado por um profundo desânimo meu. E estava realmente “chateada” com meu emprego, minha rotina, tava bem frustrada. E num belo dia recebi um telefonema seguido de um e-mail de uma amiga sobre uma vaga que resolvi arriscar e enviar meu currículo. Depois de uma entrevista recebi um retorno positivo, mas confesso que não fiquei feliz, na verdade a vaga era ótima, mas a localização era pior do que meu emprego atual. Recebi muitos incentivos de amigos e da minha família, afinal a vaga era de coordenação, um novo desafio, mas minha intuição me dizia que eu passaria menos tempo com o meu filho.

O andamento das coisas no emprego atual estava de mal a pior, a atitude de algumas pessoas me deixaram decepcionadas, e pedi demissão em abril assumindo o novo cargo no mesmo mês. Juro que fui de coração aberto, afinal eram novas pessoas, novos processos, outros ares, e realmente gostei. Mas (e sempre tem um “mas”), minha intuição não falha nunca (eu é que sou rebelde e não a escuto), depois de pouco tempo percebi que a distância e o tempo que levo de minha casa é absurdo, além das exigências que recebo. São 2 horas e meia para ir e voltar, independente do horário que saio de casa ou do trabalho. Posso optar em pegar 3 ônibus ou ir de ônibus + trem + metrô + ônibus. Legalmente, trabalho 1 hora a mais por dia, mas na prática trabalho muito mais, raramente consigo sair do trabalho no horário. São inúmeras reuniões e pelo menos uma vez por mês trabalho até às 23h devido uma reunião que participo. E tenho ainda que trabalhar aos sábados quando há eventos.

Se estou feliz? Definitivamente não. Com essa troca de emprego consegui pegar as chaves do meu apê (conto depois) e assumi novas responsabilidades, o que faz um bem danado ao meu currículo. Em contrapartida, vejo meu filho muito pouco, apenas 1 hora por dia, e nos dias que tenho reunião, simplesmente só o vejo dormindo. Tudo tem me deixado muito triste. Tenho investido no bem-estar de minha família na parte financeira e na minha carreira, mas tenho deixado a desejar no tempo que passamos juntos e perdido momentos únicos na vida do meu filho.

Tenho aquela impressão que estou terceirizando as coisas. Lembro do que eu sentia quando era pequena e minha mãe trabalhava, o dia de folga dela era um dia muito especial para mim, beirava a felicidade tê-la por perto. Vivo angustiada por isso, choro às vezes. Parece que a aquela culpa de mãe é eterna mesmo.

* Prometo voltar para atualizar o que aconteceu nesses três meses que estive ausente.

26 abril 2012

Extra, extra

Apenas para registrar:

Em 24/04/2012, Dudu (com 01 ano e 02 meses de vida), resolveu deixar a fase de engatinhante (mesmo que esporádico) para trás: agora virou um bebê andante (e somente andante).

Virou um andarilho!

10 abril 2012

Tô lá na vizinha


Tá lá no Portal da Barbrinha Mãe Das Arabias

Meu relato de parto...recordando o dia mais importante da minha vida!


04 abril 2012

Dudu, o dançarino

Requebrando ao som do Black Eyed Peas

02 abril 2012

IV Evento - Encontro entre Comadres

28 Comadres. 29 Crianças. 09 Acompanhantes. 66 pessoas. Esses são os números que o marcaram o 4º Evento do Projeto Encontro entre Comadres.

Novamente, conseguimos reunir tanta gente bonita numa ensolarada tarde de sábado. Escolhemos a data de 24 de março e nos reunimos no Espaço Recanto Mãe Coruja, um espaço especial para mães e filhos, onde através de suas atividades, reforçam esse vínculo tão importante.

Nós, coordenadoras, (Eu, Débora Melo, Talita Watanabe e Vanessa Prudente) suamos bastante para que tudo saísse como planejado. Junto com a Mércia do Recanto Mãe Coruja e sua equipe, promovemos oficinas de massinha caseira, reflexologia e customização de ecobags (pintura dos pezinhos), massagem para as mamães como quick massagem, roda movimentações livre mamãe e bebê e, é claro, a deliciosa distribuição e sorteio de brindes.

Essa última contou a participação mais que especial de nossos parceiros (Sampa Sling, Mega Bebê, LeMoon Limão, Bendito Doce, Empório das Papinhas, As Pequerruchas, MAM Brasil), que gentilmente cederam brindes para alegrar nosso evento. Nesse aspecto, comemorarmos a especialíssima parceria exclusiva e permanente da Sampa Sling que fornecerá vantagens para as participantes de nossos eventos quanto aos produtos do segmento Slings e Carregadores de Bebê. E para registrar nosso evento, dessa vez tivemos a colaboração da querida Thais Jacob, fotógrafa e mamãe de dois pequenos, que fez muito bonito com suas lentes.

Dava para notar no rosto de todas as participantes a alegria de participar de cada atividade, de poder interagir com outras mamães, de poder bater um bate-papo bem agradável na presença de seu filho.

Como mães e organizadoras, queremos agradecer pela confiança, parceria e presença de todos. Nosso muito obrigado! E que venham nossos eventos!

Presenças ilustres
Rosi e Dudu, Talita e Emily, Débora e Bia, Jane e Maria Clara, Rosimeire e Mariane, Renata e Bárbara, Regiane e Enzo, Jaqueline e Guilherme, Gislene e Giovana, Kátia e Gustavo, Roberta e Guilherme, Cláudia e Isabella, Camila e Klara Liz, Patrícia e Clara, Patrícia e Eduardo, Ana Paula e Manuela, Regina e Sanny, Franciele e Lara, Fran e Alice, Fátima e Euclides, Lidiane e Lívia, Janaína e Henrique, Silvia e Antony, (Neinha) Junior e Yan, Franciane e Giulia, Thais e Pedro

A doce Alice

Clarinha, a sapeca                        O Dudu da Patrícia

Claudinha e a Bella

 A Bombonzinha - Emily (muito charme)

Fran e Lara

Jane e Maria Clara - amadas!

A risonha Lívia

Manuela, linda

Mari, Mari

Débs e Bia (muito amor)

As coordenadoras (faltou a Van)

 Os sorteios: Taly, Débora, Fran e Lara e Eu

Todas nós

25 março 2012

A Bisa fez 60 anos

Não, você não leu errado. Dudu tem uma bisavó que completou 60 anos na última semana.

Na verdade, a Dona Neusa é a segunda esposa do avô do Marido e é bastante jovem. Portanto, além de avó jovem, Marido tem tias quase da idade dele e, consequentemente, Dudu tem tias avós que são mais jovens que a mãe dele (Céus!).

Deixando de lado a confusão que é a minha família no quesito parentesco, a festa de 60 anos da Dona Neusa foi o acontecimento da família. Do outro lado, a família da Dona Neusa é absurdamente numerosa, eles viajaram de Ourinhos (cidade do interior de São Paulo) numa van e invadiram Bertioga (litoral norte), até uma casa foi alugada para comportar o “povo todo”.

A festa que deveria ser no mais estilo tradicional/familiar virou um festão com direito a DJ, fotógrafo e pista de dança. Claro que todo mundo curtiu, exceto o Dudu que dormiu tranquilamente no carrinho. Mas em determinado momento acordou e ficou assustado com tantas luzes e pessoas. Tentei distraí-lo, dancei com ele, dei umas voltinhas, mas o pequeno estava enjoadinho, morrendo de sono. Deu para segurar até o final da festa na boa.

E a comemoração continuou no dia seguinte, a casa espaçosa da família ficou pequena na hora do almoço, contando por alto tinham umas 50 pessoas reunidas, todos parentes e agregados, tudo era uma festa. A Tia Ju fez bolos e docinhos como sempre, e como sempre a gente se matou de tanto comer (adeus dieta!).

E o Dudu aproveitou muito o final de semana, mesmo não “dando piscina”, ele descobriu o escorredor e os carrinhos de boneca da Gigi, brincou muito mesmo e dormiu gostoso no final do dia, mesmo sendo atacado pelos pernilongos (coitadinho).

O resultado do ataque dos pernilongos....

22 março 2012

O que é isso, companheiro?

Dudu resolveu fazer greve. Pois é, mal completou um ano de vida e já está se rebelando...

Mas a greve é de fome e o motivo são os dentes e garganta inflamada. Desde a última quinta que o pequeno apresneta sinais de irritação, dorme muito mal e baba em excesso. Constatei inchado na gengiva e nos dias seguintes uma pequena ronquidão.

No sábado levei ele no PS, já que na terça-feira tivemos consulta com a pediatra que não percebeu nenhuma alteração na garganta (e na verdade não tinha mesmo). E durante a consulta no PS, após o exame, foi constatada apenas uma garganta inflamada, porém unida à gengiva inchada estão causando um grande estrago na alimentação do pequeno. O resultado? Desde sábado que o Dudu rejeita qualquer alimento que seja oferecido na colher, digo isso porque até mesmo o Petit Suisse (famoso danoninho) ele não quis saber.

Aí surtei, né. Imagine um bebê bom de boca, que não rejeita nada, até mesmo pedra se fosse mole ele comeria, adotar esse comportamento? E não adianta forçar, é choro na certa. Então, estamos desde sábado na base da alimentação líquida. Turbinamos o leitinho, oferecemos iogurte de frutas na mamadeira, assim como a vitamina de frutas e sucos.

E a tentativa de migrar para o copinho abandonando a mamadeira que a pediatra recomendou vai ter que esperar um pouco. Agora definitivamente não é o momento de mudanças. Combinei com a minha irmã, que toma conta do pequeno, que não precisa se apegar aos horários, que é para oferecer a toda hora um alimento, o que realmente importa é que ele seja alimentado.

Já ouvi muito das amigas mamães que essa é uma fase e que passa. Dentes são complicados mesmo e mexe muito com o comportamento e humor dos pequenos. Mas juro que estou bastante preocupada.

----------------------------------------------------------------------------

Escrevi esse texto em 20.03, mas fiquei sem internet até hoje.
Ainda bem que desde ontem, Duduzinho voltou a se alimentar, aos poucos, é verdade, mas já está bem melhor para meu alívio!

19 março 2012

E o gala canta!

Como não poderia deixar de ser, o galo canta frequentemente na testa do Dudu.

É um tal de cair, de bater na quina dos móveis, nos batentes das portas...o resultado é muito choro mesmo, daqueles que faz o pequeno até perder o fôlego. E aí, quando tudo se acalma, tá lá o galo na testa, bem roxinho pra mostrar pra todo mundo!

17 março 2012

Briga de rivais

Nasci numa família alvi-negra, graças a Deus! Nasci Corinthiana. E adoro futebol. Assisto, ouço no rádio, acompanho torneios, resultado das investidas de meu pai que sempre amou o Corinthians.

Casei com um Palmeirense, para minha infelicidade. Marido vem de uma família verde e fanática. Enfim, casei com um rival no quesito futebol.

Aí fiquei grávida e torci muito para ter uma menina, assim ela seria (provavelmente) Corinthiana. Mas tive o Dudu, e fiz um trato com o Marido para que nada sobre times fosse comprado para o bebê, visto nossas diferenças. Claro que a gente fica tentado a comprar uma mini camisa, mas é dar margem à briga, eu compraria uma preta e branca e marido, claro, compraria aquela verde hor-ro-ro-sa.

Dudu ama bola e essa foi a primeira palavra que falou. Quando vê um jogo de futebol na TV, presta muita atenção e sorri quando vê o gol, logo conclui-se que ele gostará de futebol.

Juro que torço muito para que o Dudu tenha personalidade para escolher seu time de futebol, que ele não sofra a influência irritante do pai dele. Vou ter que ter muito amor para aceitar vê-lo com uma camisa que não seja preta e branca...

12 março 2012

Festa de 1 ano - Presenças ilustres

Se a data já era especial, comemorar com pessoas ilustres ficou tudo muito melhor.

Como já disse no post anterior, infelizmente a chuva atrapalhou a vinda de muita gente. Porém, alguns outros guerreiros vieram de bem longe prestigiar o dia do meu pequeno.

A família da praia veio em peso, os amigos do Papai também, amigas da Mamãe chegaram de baixo de muita chuva! Enfim, ficamos muito felizes com cada pessoa que aparecia na porta do salão, muitas vezes molhados, mas com um sorrisão no rosto.

Vamos às fotos:

Tia Helena

Tio Murilo

Audi, amiga de longa data, e sua família linda

Giovana, a lindona da família

Mari, Mari - linda da titia

Leonardo

Mateus

Bia, a prometida do Dudu (linda demais!)

Família Mattos

Flavinha e Danilo

Família Costa e Família Romanholi

Os amigos da Lenc

Cássia e Família Feliz

Família Bianchi Costa Augusto

Minhas Comadres lindas (Rosimeire e Mariane, Débora e Bia, Renata e Bárbara)

Amigas de longa data: Tati, Tita e Audi

A Bisa Neusa

Tia Camila

Alice, Priscila e Gustavinho

As meninas - Rafaela, Sophia e Giovana

Danilo - o galã

Amigas querida - Tita, Vanzinha e Audi

Tia Jú e Tia Ana

Os avós do Dudu

A Dinda

Os dindos

Os avós - Cris, Arnaldo e Zê

Os primos

Marta, Cléo, Mateus e Juliana

Tio Murilo e Tio Bruno

A Bisa Neide

Bruninho - um anjinho