"A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família."
Léon Tolstoi
21 fevereiro 2013
19 fevereiro 2013
Fase das Birras, seja muito mal-vinda
Pois é, pois é...a fase mais temida de todas chegou. E chegou sem avisar, sem pedir licença, simplesmente se instalou na minha vida, o que tem me deixado desesperada.
Até o início de janeiro, Eduardo era uma criança dócil, educada, que pedia "por favor", "licença" e "pode" para tudo o que queria fazer. Topava quase tudo o que a gente propunha. Até que passamos por uma mudança radical em sua rotina, com a ida à escolinha.
Ok, entendo que essa é uma mega mudança. E estamos tendo a maior preocupação e paciência com isso. Sabemos que acordar cedo e ficar no carro por lingo período é estressante, mas ele está impossível. E isso ocorrer aos finais de semana quando voltamos à rotina, quando ele dorme até a hora que deseja, descansa...enfim.
E percebemos que as birras são muito mais direcionadas à mim. Ele simplesmente ama o pai e o prefere em todos os momentos, talvez seja pelo tempo que passam juntos. Me sinto muito mal por isso, chego a pensar que é por causa do tempo que fico longe dele. Infelizmente trabalho muitas horas por dia e passo muito tempo no trânsito. Trabalho a 28km de casa, sou muito cobrada no que faço, e tudo isso me deixa mal porque vejo esse reflexo no comportamento do meu filho.
Pesquisei a respeito e constatei que pode ser que ele está imitando o que outras crianças (da mesma idade que ele) fazem. Essa hipótese se deu pelo fato que agora convive com crianças na escolinha, o que antes não acontecia.
Dudu fica irritadíssimo quando o obrigamos a fazer algo que ele não quer. Chora, berra e já chegou até a me bater. Sei que tenho que ter paciência e que essa fase vai passar, mas tenho medo de estar errando com ele, não estar conduzindo da melhor maneira.
Até o início de janeiro, Eduardo era uma criança dócil, educada, que pedia "por favor", "licença" e "pode" para tudo o que queria fazer. Topava quase tudo o que a gente propunha. Até que passamos por uma mudança radical em sua rotina, com a ida à escolinha.
Ok, entendo que essa é uma mega mudança. E estamos tendo a maior preocupação e paciência com isso. Sabemos que acordar cedo e ficar no carro por lingo período é estressante, mas ele está impossível. E isso ocorrer aos finais de semana quando voltamos à rotina, quando ele dorme até a hora que deseja, descansa...enfim.
E percebemos que as birras são muito mais direcionadas à mim. Ele simplesmente ama o pai e o prefere em todos os momentos, talvez seja pelo tempo que passam juntos. Me sinto muito mal por isso, chego a pensar que é por causa do tempo que fico longe dele. Infelizmente trabalho muitas horas por dia e passo muito tempo no trânsito. Trabalho a 28km de casa, sou muito cobrada no que faço, e tudo isso me deixa mal porque vejo esse reflexo no comportamento do meu filho.
Pesquisei a respeito e constatei que pode ser que ele está imitando o que outras crianças (da mesma idade que ele) fazem. Essa hipótese se deu pelo fato que agora convive com crianças na escolinha, o que antes não acontecia.
Dudu fica irritadíssimo quando o obrigamos a fazer algo que ele não quer. Chora, berra e já chegou até a me bater. Sei que tenho que ter paciência e que essa fase vai passar, mas tenho medo de estar errando com ele, não estar conduzindo da melhor maneira.
16 fevereiro 2013
2 anos do Eduardo
Querido filhoNo último dia 11 comemoramos seus 2 anos de vida.
Só tenho a agradecer a Deus pelo belo presente que recebi naquela noite chuvosa de fevereiro. Conviver com você todos esses dias foi uma verdadeira aventura. A cada dia uma descoberta, uma atitude nova. E depois que completou o primeiro ano de vida, todos os dias você aprende uma coisa nova.
Ser sua mãe é uma verdade dádiva. Você é um menino muito especial. Muito esperto, muito falante, muito desconfiado, mas muito feliz.
Parabéns, meu anjo!
15 fevereiro 2013
O amor pelo Carrossel
Descobri que meu filho ama a novela Carrossel, mas especificamente a Maísa (a Valéria).
No final do ano quando ele ainda ficava com a babá, tive que deixá-lo de férias na praia. Foi na semana entre as festas de final de ano e como minha irmã estava viajando, tive que apelar para a Bisa e as Tias.
E a convivência com a Giovana (prima) teve influência, mas é claro. A Gigi ama a Maísa e mostrou a ele os álbuns, figurinhas, fotos, CDs, bonecas e tudo mais da personagem, resultando num amor lindo. Chega a ser engraçado.
Eu assisti a primeira exibição da novela e gostava bastante, mas essa edição achei um pouco apelativa no sentido dos assuntos (um tanto quanto adultos) e o excesso de merchandising. Enfim, não acho que é inadequada para o Dudu, mas deixo ele curtir os vídeos e algumas músicas.
De verdade, prefiro ainda os desenhos do canal Discovery Kids e a famosa Galinha Pintadinha, tudo mais infantil e inocente.
No final do ano quando ele ainda ficava com a babá, tive que deixá-lo de férias na praia. Foi na semana entre as festas de final de ano e como minha irmã estava viajando, tive que apelar para a Bisa e as Tias.
E a convivência com a Giovana (prima) teve influência, mas é claro. A Gigi ama a Maísa e mostrou a ele os álbuns, figurinhas, fotos, CDs, bonecas e tudo mais da personagem, resultando num amor lindo. Chega a ser engraçado.
Eu assisti a primeira exibição da novela e gostava bastante, mas essa edição achei um pouco apelativa no sentido dos assuntos (um tanto quanto adultos) e o excesso de merchandising. Enfim, não acho que é inadequada para o Dudu, mas deixo ele curtir os vídeos e algumas músicas.
De verdade, prefiro ainda os desenhos do canal Discovery Kids e a famosa Galinha Pintadinha, tudo mais infantil e inocente.
07 fevereiro 2013
Refrigerante é coisa de adulto
Não dou refrigerante ao meu filho!
E não adianta criticar a minha decisão. Sei que ele vai tomar refrigerantes muito nessa vida e não tenho porque acelerar isso. Simplesmente não dou e proibido de oferecerem a ele.
A vida do Dudu já é doce, permito que ele coma um pedacinho de chocolate (bem pequeno e isso é culpa do marido chocólatra que tenho e desaprovo), tome um suco de soja, um achocolatado de caixinha, mas o refrigerante é terminantemente proibido. Todos esses itens ele degusta uma vez por semana ou a cada 15 dias, acho mais do que suficiente. Doces faz mal para a saúde, principalmente a bucal, e como ele é chatinho para escovar os dentes, prefiro evitar de verdade.
Dudu nos vê tomando refrigerante e cerveja e o ensinei desde então a achar que aquilo é "coisa de adulto". Ele sabe, compreende e muda o foco, quando olha muito, ofereço água ou suco de frutas, alternativas mais saudáveis que ele adora.
Quando alguém oferece o doce, dou um jeitinho de tirar dele sem que ele perceba (já aconteceu de não ter jeito e ele comer), mas o refrigerante não adianta, respondo que ele não toma e pronto!
Tem muita gente que brinca comigo, tira sarro da minha postura radical. Eu dou um sorrisinho, disfarço e não dou a ele. Não peço que ninguém siga a minha opinião, só peço que não ofereça nada gasoso para meu filho de quase 2 anos. Cada um tem sua forma de educar, de exercer a maternidade e eu não sou melhor que ninguém.
E não adianta criticar a minha decisão. Sei que ele vai tomar refrigerantes muito nessa vida e não tenho porque acelerar isso. Simplesmente não dou e proibido de oferecerem a ele.
A vida do Dudu já é doce, permito que ele coma um pedacinho de chocolate (bem pequeno e isso é culpa do marido chocólatra que tenho e desaprovo), tome um suco de soja, um achocolatado de caixinha, mas o refrigerante é terminantemente proibido. Todos esses itens ele degusta uma vez por semana ou a cada 15 dias, acho mais do que suficiente. Doces faz mal para a saúde, principalmente a bucal, e como ele é chatinho para escovar os dentes, prefiro evitar de verdade.
Dudu nos vê tomando refrigerante e cerveja e o ensinei desde então a achar que aquilo é "coisa de adulto". Ele sabe, compreende e muda o foco, quando olha muito, ofereço água ou suco de frutas, alternativas mais saudáveis que ele adora.
Quando alguém oferece o doce, dou um jeitinho de tirar dele sem que ele perceba (já aconteceu de não ter jeito e ele comer), mas o refrigerante não adianta, respondo que ele não toma e pronto!
Tem muita gente que brinca comigo, tira sarro da minha postura radical. Eu dou um sorrisinho, disfarço e não dou a ele. Não peço que ninguém siga a minha opinião, só peço que não ofereça nada gasoso para meu filho de quase 2 anos. Cada um tem sua forma de educar, de exercer a maternidade e eu não sou melhor que ninguém.
05 fevereiro 2013
E foi-se a babá, veio a escolinha
Na adaptação da nova escola: amouuuu
O Dudu ficava com a minha irmã que é babá desde os 05 meses de idade. E sempre foi uma maravilha. Sim, minha irmã é babá profissional, contratada por mim, ama o Dudu e é sua madrinha. Sempre fiquei despreocupada quando o Dudu estava aos seus cuidados.
Podia contar com minha irmã para tudo, desde as 06h às 21h todos os dias da semana. Realmente era um período maravilhoso para quem trabalha longe e não tem horário para sair, mas principalmente, nos dias de rodízio de veículos. Além disso, Dudu ficava num ambiente familiar onde podia dormir quando sentia vontade e permanecer lá mesmo estando doentinho.
Há tempos eu e meu marido estamos conversando com o fato de colocá-lo na escola. Esse assunto sempre me assuntou, pois ele ficaria aos cuidados de pessoas desconhecidas. Além disso, pelo fato de trabalharmos distante de casa, levá-lo e buscá-lo na escola seria inviável. Por outro lado, sabemos da necessidade da convivência social. Dudu fica muito com adultos e interage muito bem com eles, ao contrário de crianças, sempre se afastava ou demorava muito para conseguir brincar com uma delas.
Pensamos numa escola em meio período, mas mesmo assim iria precisar ainda dos serviços da minha irmã para cuidar dele no outro período. Resolvemos então aguardar até o meio do ano para pensar novamente no assunto.
Eis que há duas semanas, um fato muito desagradável nos obrigou a optar pela escola. Meu sobrinho que tem problemas mentais teve um surto e adotou um comportamento inadequado. Infelizmente, esse é o segundo episódio desde que meu filho ficava na casa da minha irmã e meu marido decidiu que essa era a hora de colocá-lo na escola. Confesso que essa mudança brusca provocou insegurança e transtorno a todos os envolvidos. Eu particularmente não lido muito bem com mudanças...e como sempre ajudei minha irmã e recebia isso em troca, fiquei realmente insegurança e chateada com tudo isso. Meu marido foi taxativo em não deixá-lo lá, e fomos à caça de uma escola que nos atendesse.
Havia várias questões: tinha que ser perto do trabalho de um dos dois, atender em período integral, ser um ambiente agradável, sadio e que me demonstrasse confiança. Começamos a pesquisar nos bairros onde trabalhos, na Zona Sul de Sampa, um dos lugares mais caros e, pasmem, os valores faziam jus à fama. Encontramos escolas ótimas com preços exorbitantes...uma delas, que é realmente um sonho no que diz respeito à estrutura e proposta pedagógica, eles cobram a bagatela de R$ 2.000,00 de mensalidade. Muito distante do meu orçamento.
Levei em conta também o atendimento que recebi (acho importante os funcionários atenderem bem os pais com todas as informações da escola transmitindo segurança), o espaço físico (não acho que a escola tem que ser grande, mas tem que ter espaço para ele correr e gastar a energia) e a limpeza (fui numa escola de japoneses - nada contra - que amei a metodologia de ensino, mas o lugar era de assustar com tanta sujeira).
Percebi que colégio que possui boa estrutura cobra mensalidades na mesma medida. Em um deles, próximo ao trabalho de meu marido, a unidade infantil fica separada do restante do colégio, o que achei bem interessante, mas o valor da mensalidade estava um pouco fora do que eu esperava. Outro que visitei adorei o espaço para os pequenos com pátio interno e externo, tudo muito conservado e limpo, porém a lista de material escolar era digna de crianças de 07 anos além do material do sistema de ensino (um desses famosos) que custava R$ 350,00, ou seja, nos três primeiros meses ia gastar R$ 2.000,00 com mensalidade e material fora uniforme e alimentação.
Optamos pela primeira escola que meu marido visitou, revi meus conceitos quanto a espaço e equipamentos/mobiliário, uma criança de nem um metro de altura não precisa de muito, não é mesmo? E aos olhos dela, o espaço que a escola dispõe é muito mais do que eu vejo, a proporção é outra. O preço da mensalidade é alto, mas é justo. Trabalham com poucas crianças por turma (1 professora para quatro alunos), sala de dormir, jardim e horta, refeição no local (conseguimos um descontinho básico), tem cursos de férias (o que salva muitos pais que trabalham o dia inteiro, como nós), tem cuidadoras carinhosas e os pequenos são carinhosos com elas, brinquedos, refeitório limpinho e comida cheirosa, e o que é melhor de tudo: vi que as crianças que estavam lá, estavam felizes!
Fizemos dois dias de adaptação, o que quase foi desnecessário (é verdade). Nos dividimos em ficar com ele na escola por três horas e meia e o Tio Murilo o pegaria após. Com a empolgação das demais crianças,q ue aliás a maioria é meninos, ele adorou e nem queria ir embora. Confesso que fiquei muito aliviada em vê-lo dessa forma, tinha muito medo dele estranhar, sentir medo, enfim...fiquei insegura. No terceiro dia de adaptação resolvemos esquecer e deixá-lo lá o dia inteiro. Ligamos durante o dia e deu tudo certo: nenhuma lágrima, comeu super bem, riu, dormiu e participou de todas as atividades. Recebi um bilhetinho cheio de elogios. Um orgulho!
A escola fica próxima ao trabalho do marido, então ele fica responsável por deixar e buscar o Dudu todos os dias. Pelo fato da escola ficar do lado do metrô, numa emergência, consigo sair do trabalho e buscá-lo.
Decidimos que, dependendo de como caminhar as coisas nesse ano, acredito que em 2014 o Dudu vá para um colégio, onde tenha muito bem clara a proposta pedagógica. Até lá temos um ano inteiro para buscar as opções com calma.
Duduzinho no primeiro dia de aula
04 fevereiro 2013
Fevereiro, seja muito bem-vindo
E começou um dos meses mais lindos do calendário: FEVEREIRO. O mês mais curto, o mais alegre e o mais comemorado.Em fevereiro tem Carnaval, tem menininho lindo da mamãe fazendo dois anos!
Mas já? Sim, perdi um bebê e ganhei uma criança que tem um dos sorrisos mais lindos do mundo. E eu continuo absurdamente apaixonada por ele.
01 fevereiro 2013
Saudades, saudades, saudades
Muitas saudades do meu cantinho....
O problema é que desde abril/2012, minha vida virou de cabeça para baixo quando aceitei um novo emprego.
Sim, o emprego me abriu novas possibilidades, um salário mais atrativo, um cargo de liderança, mas com ele veio cobranças enormes, dias estressantes e horários malucos.
Estou rebolando para conciliar tudo. Meu marido continua sendo super pai e parceiro, me ajudando muito com o Dudu.
E por falar em Dudu, ele está uma figura! Decidimos assumir os cachos do cabelo (já que cansei do chororô todas as vezes que falávamos em cortar o cabelo), fala pelos cotovelos, ficou uma semana de férias na praia longe da mamãe e papai e nesta semana iniciou na nova escola.
Enfim, tenhos muitas novidades para contar, muitas fotos para mostrar e tempo nenhum para isso. Mas, como mãe dá um jeitinho em tudo, venho contar nem se for de maneira breve.
Beijos enormes
O problema é que desde abril/2012, minha vida virou de cabeça para baixo quando aceitei um novo emprego.
Sim, o emprego me abriu novas possibilidades, um salário mais atrativo, um cargo de liderança, mas com ele veio cobranças enormes, dias estressantes e horários malucos.
Estou rebolando para conciliar tudo. Meu marido continua sendo super pai e parceiro, me ajudando muito com o Dudu.
E por falar em Dudu, ele está uma figura! Decidimos assumir os cachos do cabelo (já que cansei do chororô todas as vezes que falávamos em cortar o cabelo), fala pelos cotovelos, ficou uma semana de férias na praia longe da mamãe e papai e nesta semana iniciou na nova escola.
Enfim, tenhos muitas novidades para contar, muitas fotos para mostrar e tempo nenhum para isso. Mas, como mãe dá um jeitinho em tudo, venho contar nem se for de maneira breve.
Beijos enormes
11 setembro 2012
Vocabulário do Dudu
Dudu não é uma matraca, mas é um potencial candidato para tal. É claro que há dias que temos que incentivá-lo a pronunciar alguma palavrinha (notamos isso principalmente no período em que estava doentinho), mas normalmente fala bem pra caramba. Vamos lá:
- Mamãe e Papai = Mamãe e Papai (coisa linda de ouvir falar tão direitinho)
- Tia e Tio = Tía e Tío (para ele, ambos tem acento)
- Carro = cao
- Pão = pan
- Pano = pannnn
- Cinto = tinto
- Suco = cuco
- Apertar = apitá
- Tchau = tchau
- Dormindo = mimino
- Chupeta = pepê
- Mamadeira = tetê
- Água = água
- Cão = au au
- Gato = gago
- Nenê = nenê
- Almoço/janta = papá
- Banho = bannnn
- Casa = caja
03 setembro 2012
Mega dodói
Começou com uma febre e uma coriza chata na noite de sexta-feira (20/08), mediquei e acompanhei durante a noite. Pela manhã, a coriza continuava e a febre só foi aparecer no final do dia. Mediquei novamente. No domingo, a febre oscilava e estava cada vez mais alta, resolvei levar ao PS onde foi constatada gripe forte.
Mediquei até a quarta-feira, quando a febre deu picos de 39,5º um horror! Corre Papai e Mamãe durante o expediente para levar o Dudu ao PS novamente. Nessas alturas, o apetite já tinha ido embora há dias e o pequeno só aceitava líquidos. No PS fizemos exames de sangue e urina, além de RX dos pulmões, que dó. Dudu tem pânico de pessoas com roupas brancas e dava o maior escandâlo todas as vezes que precisava ser examinado ou realizar os exames.
Voltamos para casa, pois teríamos que retornar ao PS à noite para buscar os exames. Dudu cada vez mais enjoado e sonolento, querendo só colo. Papai e Mamãe acabados. Os resultados dos exames apontaram apenas uma pequena mancha no pulmão, mas um exame mais detalhado com uma médica meio grossinha, mas que foi a única que conseguiu ver a garganta do pequeno, descobriu uma garganta inflamada seguida de um ouvido na mesma situação. Resultado: mais remédios.
O pequeno só apresentou uma melhora após três dias, e nesse período a febre veio violenta. Porém, no final de semana voltou a comer e a ficar mais animadinho para alívio de nossos corações. Continua bastante manhoso, meu Deus, e haja paciência nessas horas, mas enfim está bem melhor.
E mesmo tendo marcado um encontrinho com as amigas de barriga para o último sábado, tivemos que desmarcar. O motivo foi quase todas as crianças doentinhas com os mesmos sintomas, e o culpado é o nosso querido tempo doido de Sampa: há mais de 1 mês não chove e a poluição está gritando fazendo todos sofrerem com esse tempo seco.
Mediquei até a quarta-feira, quando a febre deu picos de 39,5º um horror! Corre Papai e Mamãe durante o expediente para levar o Dudu ao PS novamente. Nessas alturas, o apetite já tinha ido embora há dias e o pequeno só aceitava líquidos. No PS fizemos exames de sangue e urina, além de RX dos pulmões, que dó. Dudu tem pânico de pessoas com roupas brancas e dava o maior escandâlo todas as vezes que precisava ser examinado ou realizar os exames.
Voltamos para casa, pois teríamos que retornar ao PS à noite para buscar os exames. Dudu cada vez mais enjoado e sonolento, querendo só colo. Papai e Mamãe acabados. Os resultados dos exames apontaram apenas uma pequena mancha no pulmão, mas um exame mais detalhado com uma médica meio grossinha, mas que foi a única que conseguiu ver a garganta do pequeno, descobriu uma garganta inflamada seguida de um ouvido na mesma situação. Resultado: mais remédios.
O pequeno só apresentou uma melhora após três dias, e nesse período a febre veio violenta. Porém, no final de semana voltou a comer e a ficar mais animadinho para alívio de nossos corações. Continua bastante manhoso, meu Deus, e haja paciência nessas horas, mas enfim está bem melhor.
E mesmo tendo marcado um encontrinho com as amigas de barriga para o último sábado, tivemos que desmarcar. O motivo foi quase todas as crianças doentinhas com os mesmos sintomas, e o culpado é o nosso querido tempo doido de Sampa: há mais de 1 mês não chove e a poluição está gritando fazendo todos sofrerem com esse tempo seco.
15 agosto 2012
Desapego
Sempre gostei de guardar coisas. Quando adolescente, tinha aquelas agendas recheadas de bilhetes, papeis de bala, frases em código, clipes coloridos, que não fechava mais de tanta tralha que eu enfiava alí e até aderia o elástico para manter a coitada da agenda sobre controle.
Aí cresci e meu lado sagitariano de ser falou mais alto. Adquiri a mania de me desfazer das coisas supérfluas que só causam volume. E tem sido assim em casa, no trabalho e até mesmo na minha vida.
Engravidei e voltei a colecionar coisas. Eram muitas roupinhas lindas e acessórios para o pequeno que me deixavam louca. Mas o pequeno cresceu e as roupinhas ficaram pequenas. Guardei-as por um bom tempo, até o meu lado sagitariano me cutucar e avisar que "tem gente precisando disso tudo aí", além disso, o armário do Dudu tá ficando pequeno.
Resolvi me desapegar e doar muitas roupas. E já foram duas ou três sessões de desapego. Doei a quem precisa e realmente irá usar. Foram roupas e sapatos lindos que foram para novos donos, enchi várias sacolas, doei o carrinho, andador, boucher, cadeirinha, foi tudo de coração. Mas guardei num cantinho especial algumas peças de roupas que significam muito pra mim, e estas ficarão comigo... até quando? eu realmente não sei.
Aí cresci e meu lado sagitariano de ser falou mais alto. Adquiri a mania de me desfazer das coisas supérfluas que só causam volume. E tem sido assim em casa, no trabalho e até mesmo na minha vida.
Engravidei e voltei a colecionar coisas. Eram muitas roupinhas lindas e acessórios para o pequeno que me deixavam louca. Mas o pequeno cresceu e as roupinhas ficaram pequenas. Guardei-as por um bom tempo, até o meu lado sagitariano me cutucar e avisar que "tem gente precisando disso tudo aí", além disso, o armário do Dudu tá ficando pequeno.
Resolvi me desapegar e doar muitas roupas. E já foram duas ou três sessões de desapego. Doei a quem precisa e realmente irá usar. Foram roupas e sapatos lindos que foram para novos donos, enchi várias sacolas, doei o carrinho, andador, boucher, cadeirinha, foi tudo de coração. Mas guardei num cantinho especial algumas peças de roupas que significam muito pra mim, e estas ficarão comigo... até quando? eu realmente não sei.
13 agosto 2012
Dudu tem 18 meses
Coisas que ele sabe
1. Entende o significado de expressões, como “sim”, “não” e “vem cá”, agindo de acordo com elas.
2. Aponta figuras ou objetos.
3. Reconhece o próprio nome e apelido, respondendo quando é chamado.
4. Utiliza as palavras que conhece de maneira inteligível.
5. Nomeia partes do próprio corpo e dos outros.
6. Imita os sons de alguns animais e barulhos como os de uma maquininha de cabelo.
7. Repete palavras que são bastante usadas pelos adultos.
8. Pede seus brinquedos e seus DVD's, principalmente da Galinha Pintadinha.
Pois é, meu pequenininho cresceu, virou uma criancinha linda e arteira.
02 agosto 2012
Tá no sangue
Publicar as fotos abaixo me fez lembrar de uma história.
O Marido é fissurado por carros, isso não quer dizer que ele tenha vários (muito pelo contrário), mas ele lê, pesquisa, comenta, assiste, conversa, visita, enfim, tudo que é relacionado a carros ele se envolve.
A primeira palavra que o Marido falou foi "carro". Claro que não foi com todas as letras, mas foi essa palavra. Talvez essa fissura nasceu daí. Ele até tinha outros brinquedos, porém a maioria eram carrinhos, na verdade, as pessoas não tem muita criatividade na hora de presentear os meninos, não acham? Ou é bola ou carrinho.
O Marido tem dois pais, um biológico e outro que o criou desde 3 ou quatro anos. E a convivência com o pai biológico não existia. Por longos anos nem se tinha notícia. Até que atingindo a maioridade, recebeu a notícia do paradeiro de seu pai biológico e o ramo de atividade que tinha: uma loja de auto peças. Aconteceu o reencontro e a conversa girou em torno do assunto predileto de ambos: carros.
Relembrando essa história e vendo o comportamento do Dudu, arrisco a dizer que essa paixão está no sangue. Dudu adora carros, sejam de brinquedos ou de verdade.
No último domingo fomos a uma concessionária com meus sogros que querem trocar o modelo do carro. Imaginem uma criança correndo entre os carros, perdida no meio de tantos modelos querendo "experimentar" todos eles?! Foram momentos no mínimo curiosos.
O Marido é fissurado por carros, isso não quer dizer que ele tenha vários (muito pelo contrário), mas ele lê, pesquisa, comenta, assiste, conversa, visita, enfim, tudo que é relacionado a carros ele se envolve.
A primeira palavra que o Marido falou foi "carro". Claro que não foi com todas as letras, mas foi essa palavra. Talvez essa fissura nasceu daí. Ele até tinha outros brinquedos, porém a maioria eram carrinhos, na verdade, as pessoas não tem muita criatividade na hora de presentear os meninos, não acham? Ou é bola ou carrinho.
O Marido tem dois pais, um biológico e outro que o criou desde 3 ou quatro anos. E a convivência com o pai biológico não existia. Por longos anos nem se tinha notícia. Até que atingindo a maioridade, recebeu a notícia do paradeiro de seu pai biológico e o ramo de atividade que tinha: uma loja de auto peças. Aconteceu o reencontro e a conversa girou em torno do assunto predileto de ambos: carros.
Relembrando essa história e vendo o comportamento do Dudu, arrisco a dizer que essa paixão está no sangue. Dudu adora carros, sejam de brinquedos ou de verdade.
No último domingo fomos a uma concessionária com meus sogros que querem trocar o modelo do carro. Imaginem uma criança correndo entre os carros, perdida no meio de tantos modelos querendo "experimentar" todos eles?! Foram momentos no mínimo curiosos.
01 agosto 2012
26 julho 2012
E a escola?
Como pais, uma das nossas preocupações é sempre dar uma "boa educação" para o Dudu e educação está relacionada a uma boa escola. Nosso objetivo é encontrar um lugar onde ele possa se desenvolver, participar desse mundo competitivo e ter acesso às oportunidades.
A questão maior é quando iniciar esse processo. Entendo que os dois primeiros anos de vida são mais voltados para o cuidado e descoberta, a partir disso é a fase dos estímulos e aí sim entra a escola. Portanto, minha opinião é que o Dudu fique aos cuidados da Babá até completar dois anos. Já o Marido pensa que iniciar na escola deveria ser já, acredita que o Dudu está maduro e conviver com outras crianças e receber estímulos de profissional especializado é importantíssimo.
Confesso que estou com receio e cheia de dúvidas. Talvez pudéssemos adotar o meio termo, como colocá-lo na escola apenas meio período para que sua adaptação fosse mais tranquila, mas mesmo assim ia precisar da ajuda da Babá para levar/buscar da escola já que nossos horários de trabalho não permitem que façamos isso, o que me deixa bastante chateada, gostaria muito de acompanhar essa fase de perto.
E por que trazer esse assunto à tona? Bem, isso está relacionado aos últimos acontecimentos.
Estava bastante incomodada com meu emprego atual (como contei há uns dias) pela distância e tempo que eu fico presa no trânsito. E no meio disso tudo, recebi uma proposta de trabalhar em outra empresa com cargo e salário melhores, além da localização que é bem mais próxima de casa. Aceitei, mas tinha que me desligar do emprego atual. Para minha surpresa recebi uma contraproposta muito atrativa e resolvi ficar. Sim, a distância e tempo de deslocamente serão os mesmos, mas negociei valores e horários mais flexíveis em alguns dias/momentos.
Tudo isso permitirá que sejam colocados em prática alguns planejamentos, como nos mudar (opa, nos mudamos recentemente - conto essa história depois) e encontrar uma escola ideal para o Dudu. O que sabemos é que não queremos muitas mudanças no que diz respeito a escola, nossa intenção é que ele ingresse numa escola que acompanhe sua evolução de estímulos, alfabetização até a preparação para vestibular e mercado de trabalho, acho importante seguir essa linha e não ficar mudando de escola e ter que se adaptar todas as vezes a novas regras e formas de ensino.
Enquanto essa decisão não acontece e lendo relatos de algumas amigas, pensei em providenciar algumas atividades para o Dudu, algo lúdico como pintar, rabiscar, ter contato com outros materiais. Pesquisei algumas alternativas e fiquei animada. Torçam por nós. Volto para contar a respeito.
21 julho 2012
Moleque
"Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão...."
Milton Nascimento
18 julho 2012
Fala, Rosely
E para quem não conhece, Rosely Sayão é mestra no quesito Educação. Já sou sua fã e a ouço todos os dias na Rádio Band News em Sampa.
Sogrinha é assinante da Veja e me trouxe a edição da Veja SP (Vejinha) que rendeu a matéria de capa sobre educação e limites com magnífica contribuição da Rosely. Uma matéria longa com exemplos bem claros.
Acesse: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2275/rosely-sayao-fala-sobre-educacao
Sogrinha é assinante da Veja e me trouxe a edição da Veja SP (Vejinha) que rendeu a matéria de capa sobre educação e limites com magnífica contribuição da Rosely. Uma matéria longa com exemplos bem claros.
Acesse: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2275/rosely-sayao-fala-sobre-educacao
17 julho 2012
13 julho 2012
Enquanto isso, lá em casa...
E-DU-A-DO: E de tanto nos ouvir falar seu nome, Dudu pronunciou-o dessa forma, sem a letra “r”. E eu, uma profissional de comunicação que ama a Língua Portuguesa e se assombra com qualquer agressão à ela, quase morri de amores ao ouvi-lo.
Espirros: Dudu sempre sorri quando espirra ou ouve o espirro de alguém, mesmo sem ver. Mas não é um sorriso despretensioso não, é uma gargalhada mesmo.
Nananinanão: Dudu fala essa palavra acompanhada de gestos, balançando o dedinho. Ownnnn.
Dentes: Está com 6 dentes nascidos, 2 rasgando e comecei a ver os molares querendo dar o ar da graça. Tudo seria lindo se Papai e Mamãe que usaram aparelho ortodôntico por longos anos não tivessem notado que dois desses lindos dentinhos já estão tortos, fuénnn.
Cabelo: Daí que Dudu nasceu com o cabelo ralinho que caiu, sobrando apenas os fios do alto da cabeça. Esses fios cresceram mais dos que os outros e, num belo dia, resolveram se rebelar transformando-se em cachos. O resultado é um cabelo cacheado somente em cima. Papai gosta, Mamãe não. E como o filho é meu, mantenho bem baixinho.
Sono: Dudu enfim aprendeu a dormir durante toda a noite para nossa alegria. Essa mudança aconteceu por volta de 1 ano e 2 meses.
Batizado: Ainda não batizamos nosso filho, embora ele tenha padrinhos, três pessoas maravilhosas. E já expliquei por aqui que embora eu seja espírita, meu filho será batizado na igreja católica, pois essa é a religião do Papai e dos avós. O batizado deverá acontecer agora no próximo semestre, assim que as coisas ficarem mais calmas por aqui.
Mããi e Paaaai: Dudu chama Mããi e Paaaai o dia inteiro quando estamos em casa. E como eu sempre respondo Oi quando ele me chama, o Pilantrinha aprendeu. Agora basta chamar seu nome que ele responde em alto e bom tom: Oiiiiii.
Espirros: Dudu sempre sorri quando espirra ou ouve o espirro de alguém, mesmo sem ver. Mas não é um sorriso despretensioso não, é uma gargalhada mesmo.
Nananinanão: Dudu fala essa palavra acompanhada de gestos, balançando o dedinho. Ownnnn.
Dentes: Está com 6 dentes nascidos, 2 rasgando e comecei a ver os molares querendo dar o ar da graça. Tudo seria lindo se Papai e Mamãe que usaram aparelho ortodôntico por longos anos não tivessem notado que dois desses lindos dentinhos já estão tortos, fuénnn.
Cabelo: Daí que Dudu nasceu com o cabelo ralinho que caiu, sobrando apenas os fios do alto da cabeça. Esses fios cresceram mais dos que os outros e, num belo dia, resolveram se rebelar transformando-se em cachos. O resultado é um cabelo cacheado somente em cima. Papai gosta, Mamãe não. E como o filho é meu, mantenho bem baixinho.
Sono: Dudu enfim aprendeu a dormir durante toda a noite para nossa alegria. Essa mudança aconteceu por volta de 1 ano e 2 meses.
Batizado: Ainda não batizamos nosso filho, embora ele tenha padrinhos, três pessoas maravilhosas. E já expliquei por aqui que embora eu seja espírita, meu filho será batizado na igreja católica, pois essa é a religião do Papai e dos avós. O batizado deverá acontecer agora no próximo semestre, assim que as coisas ficarem mais calmas por aqui.
Mããi e Paaaai: Dudu chama Mããi e Paaaai o dia inteiro quando estamos em casa. E como eu sempre respondo Oi quando ele me chama, o Pilantrinha aprendeu. Agora basta chamar seu nome que ele responde em alto e bom tom: Oiiiiii.
11 julho 2012
1 ano e 5 meses de vida
Pois é, Dudu não é mais um bebezinho. É quase uma criança!E isso me divide em ficar feliz e triste por ele estar crescendo sem que eu perceba. Ele nem cabe direito no meu colo, meu Deus!
Na verdade, Dudu está muito diferente. Consegue entender muito do que falamos para ele, pede quando quer algo, interage, brinca e faz inúmeras gracinhas. Suas roupas estão cada vez menores e isso o deixa mais magrinho. Pelo jeito esse menino não nega de onde veio, Papai e Mamãe também eram magrelos quando pequenos.
E o nosso amor por ele cresce na mesma proporção. Temos que ter uma energia extra para acompanhá-los em suas brincadeiras e passeios que gosta de fazer, adora ir para a rua e chora quando percebe que o passeio acabou. Dudu tem muita personalidade.
Meu filho querido. Mamãe continua sofrendo por ter tão pouco tempo para ficar contigo. Sentir que estou perdendo essa fase tão importante de sua vida trabalhando, me corta o coração. Mas sei que tudo é por uma boa causa, é para o seu conforto, para que você tenha acesso a tudo de bom nessa vida. Tomara que você entenda essa minha ausência. Penso em você em todos os momentos do meu dia. Amo-te meu príncipe!
10 julho 2012
Saudades, saudades, saudades
Senti tantas saudades daqui, mas tempo para atualizar meu cantinho me falta demais. Hoje, depois de um feriado preguiçoso em Sampa, consegui dar uma escapada e vir contar o motivo do meu sumiço.
Na verdade, o mês de março foi marcado por um profundo desânimo meu. E estava realmente “chateada” com meu emprego, minha rotina, tava bem frustrada. E num belo dia recebi um telefonema seguido de um e-mail de uma amiga sobre uma vaga que resolvi arriscar e enviar meu currículo. Depois de uma entrevista recebi um retorno positivo, mas confesso que não fiquei feliz, na verdade a vaga era ótima, mas a localização era pior do que meu emprego atual. Recebi muitos incentivos de amigos e da minha família, afinal a vaga era de coordenação, um novo desafio, mas minha intuição me dizia que eu passaria menos tempo com o meu filho.
O andamento das coisas no emprego atual estava de mal a pior, a atitude de algumas pessoas me deixaram decepcionadas, e pedi demissão em abril assumindo o novo cargo no mesmo mês. Juro que fui de coração aberto, afinal eram novas pessoas, novos processos, outros ares, e realmente gostei. Mas (e sempre tem um “mas”), minha intuição não falha nunca (eu é que sou rebelde e não a escuto), depois de pouco tempo percebi que a distância e o tempo que levo de minha casa é absurdo, além das exigências que recebo. São 2 horas e meia para ir e voltar, independente do horário que saio de casa ou do trabalho. Posso optar em pegar 3 ônibus ou ir de ônibus + trem + metrô + ônibus. Legalmente, trabalho 1 hora a mais por dia, mas na prática trabalho muito mais, raramente consigo sair do trabalho no horário. São inúmeras reuniões e pelo menos uma vez por mês trabalho até às 23h devido uma reunião que participo. E tenho ainda que trabalhar aos sábados quando há eventos.
Se estou feliz? Definitivamente não. Com essa troca de emprego consegui pegar as chaves do meu apê (conto depois) e assumi novas responsabilidades, o que faz um bem danado ao meu currículo. Em contrapartida, vejo meu filho muito pouco, apenas 1 hora por dia, e nos dias que tenho reunião, simplesmente só o vejo dormindo. Tudo tem me deixado muito triste. Tenho investido no bem-estar de minha família na parte financeira e na minha carreira, mas tenho deixado a desejar no tempo que passamos juntos e perdido momentos únicos na vida do meu filho.
Tenho aquela impressão que estou terceirizando as coisas. Lembro do que eu sentia quando era pequena e minha mãe trabalhava, o dia de folga dela era um dia muito especial para mim, beirava a felicidade tê-la por perto. Vivo angustiada por isso, choro às vezes. Parece que a aquela culpa de mãe é eterna mesmo.
* Prometo voltar para atualizar o que aconteceu nesses três meses que estive ausente.
Na verdade, o mês de março foi marcado por um profundo desânimo meu. E estava realmente “chateada” com meu emprego, minha rotina, tava bem frustrada. E num belo dia recebi um telefonema seguido de um e-mail de uma amiga sobre uma vaga que resolvi arriscar e enviar meu currículo. Depois de uma entrevista recebi um retorno positivo, mas confesso que não fiquei feliz, na verdade a vaga era ótima, mas a localização era pior do que meu emprego atual. Recebi muitos incentivos de amigos e da minha família, afinal a vaga era de coordenação, um novo desafio, mas minha intuição me dizia que eu passaria menos tempo com o meu filho.
O andamento das coisas no emprego atual estava de mal a pior, a atitude de algumas pessoas me deixaram decepcionadas, e pedi demissão em abril assumindo o novo cargo no mesmo mês. Juro que fui de coração aberto, afinal eram novas pessoas, novos processos, outros ares, e realmente gostei. Mas (e sempre tem um “mas”), minha intuição não falha nunca (eu é que sou rebelde e não a escuto), depois de pouco tempo percebi que a distância e o tempo que levo de minha casa é absurdo, além das exigências que recebo. São 2 horas e meia para ir e voltar, independente do horário que saio de casa ou do trabalho. Posso optar em pegar 3 ônibus ou ir de ônibus + trem + metrô + ônibus. Legalmente, trabalho 1 hora a mais por dia, mas na prática trabalho muito mais, raramente consigo sair do trabalho no horário. São inúmeras reuniões e pelo menos uma vez por mês trabalho até às 23h devido uma reunião que participo. E tenho ainda que trabalhar aos sábados quando há eventos.
Se estou feliz? Definitivamente não. Com essa troca de emprego consegui pegar as chaves do meu apê (conto depois) e assumi novas responsabilidades, o que faz um bem danado ao meu currículo. Em contrapartida, vejo meu filho muito pouco, apenas 1 hora por dia, e nos dias que tenho reunião, simplesmente só o vejo dormindo. Tudo tem me deixado muito triste. Tenho investido no bem-estar de minha família na parte financeira e na minha carreira, mas tenho deixado a desejar no tempo que passamos juntos e perdido momentos únicos na vida do meu filho.
Tenho aquela impressão que estou terceirizando as coisas. Lembro do que eu sentia quando era pequena e minha mãe trabalhava, o dia de folga dela era um dia muito especial para mim, beirava a felicidade tê-la por perto. Vivo angustiada por isso, choro às vezes. Parece que a aquela culpa de mãe é eterna mesmo.
* Prometo voltar para atualizar o que aconteceu nesses três meses que estive ausente.
26 abril 2012
Extra, extra
Apenas para registrar:
Em 24/04/2012, Dudu (com 01 ano e 02 meses de vida), resolveu deixar a fase de engatinhante (mesmo que esporádico) para trás: agora virou um bebê andante (e somente andante).
Virou um andarilho!
Em 24/04/2012, Dudu (com 01 ano e 02 meses de vida), resolveu deixar a fase de engatinhante (mesmo que esporádico) para trás: agora virou um bebê andante (e somente andante).
Virou um andarilho!
10 abril 2012
Tô lá na vizinha
Tá lá no Portal da Barbrinha Mãe Das Arabias
Meu relato de parto...recordando o dia mais importante da minha vida!
Marcadores:
Coisas do Dudu,
Tá na mídia
04 abril 2012
02 abril 2012
IV Evento - Encontro entre Comadres
28 Comadres. 29 Crianças. 09 Acompanhantes. 66 pessoas. Esses são os números que o marcaram o 4º Evento do Projeto Encontro entre Comadres.
Novamente, conseguimos reunir tanta gente bonita numa ensolarada tarde de sábado. Escolhemos a data de 24 de março e nos reunimos no Espaço Recanto Mãe Coruja, um espaço especial para mães e filhos, onde através de suas atividades, reforçam esse vínculo tão importante.
Nós, coordenadoras, (Eu, Débora Melo, Talita Watanabe e Vanessa Prudente) suamos bastante para que tudo saísse como planejado. Junto com a Mércia do Recanto Mãe Coruja e sua equipe, promovemos oficinas de massinha caseira, reflexologia e customização de ecobags (pintura dos pezinhos), massagem para as mamães como quick massagem, roda movimentações livre mamãe e bebê e, é claro, a deliciosa distribuição e sorteio de brindes.
Essa última contou a participação mais que especial de nossos parceiros (Sampa Sling, Mega Bebê, LeMoon Limão, Bendito Doce, Empório das Papinhas, As Pequerruchas, MAM Brasil), que gentilmente cederam brindes para alegrar nosso evento. Nesse aspecto, comemorarmos a especialíssima parceria exclusiva e permanente da Sampa Sling que fornecerá vantagens para as participantes de nossos eventos quanto aos produtos do segmento Slings e Carregadores de Bebê. E para registrar nosso evento, dessa vez tivemos a colaboração da querida Thais Jacob, fotógrafa e mamãe de dois pequenos, que fez muito bonito com suas lentes.
Dava para notar no rosto de todas as participantes a alegria de participar de cada atividade, de poder interagir com outras mamães, de poder bater um bate-papo bem agradável na presença de seu filho.
Como mães e organizadoras, queremos agradecer pela confiança, parceria e presença de todos. Nosso muito obrigado! E que venham nossos eventos!
Presenças ilustres
Rosi e Dudu, Talita e Emily, Débora e Bia, Jane e Maria Clara, Rosimeire e Mariane, Renata e Bárbara, Regiane e Enzo, Jaqueline e Guilherme, Gislene e Giovana, Kátia e Gustavo, Roberta e Guilherme, Cláudia e Isabella, Camila e Klara Liz, Patrícia e Clara, Patrícia e Eduardo, Ana Paula e Manuela, Regina e Sanny, Franciele e Lara, Fran e Alice, Fátima e Euclides, Lidiane e Lívia, Janaína e Henrique, Silvia e Antony, (Neinha) Junior e Yan, Franciane e Giulia, Thais e Pedro
A doce Alice
Clarinha, a sapeca O Dudu da Patrícia
Claudinha e a Bella
A Bombonzinha - Emily (muito charme)
Fran e Lara
Jane e Maria Clara - amadas!
A risonha Lívia
Manuela, linda
Mari, Mari
Débs e Bia (muito amor)
As coordenadoras (faltou a Van)
Os sorteios: Taly, Débora, Fran e Lara e Eu
Todas nós
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