06 maio 2013

Mal posso esperar

Daí que na última sexta-feira fui consultar a agenda da escola do Dudu e tinha um bilhetinho para o Papai. Tratava-se de um convite para o Café da Manhã Comemorativo ao Dia das Mães, que será realizado no próximo sábado, dia 11.

Gente, quase morri de alegria. Já fiquei imaginando o que eles estão aprontando e no quanto eu vou me desmanchar de tanto chorar.

E no sábado, enquanto estava deitado ao meu lado no sofá, ele simplesmente começa a cantar a linda música do Roberto Carlos, "Como é grande o meu amor por você". Na hora saquei que era a música da apresentação do Dia das Mães e já fiquei toda boba.

Imaginem, minha gente, como eu vou ficar no próximo sábado?!

Marido falou que vai assistir a apresentação comigo. Acho ótimo, quero que ele grave quero eternizar esse momento, porque tenho certeza que não vou conseguir pensar em nada.

É muita emoção para o coração dessa mãe boba...ANSIOSÍSSIMA.

02 maio 2013

Dudu, o falador

Dudu avisa: fiquei de castigo porque dei beijinho na Carol....kkkkk

23 abril 2013

O cabelo toín, toín

Nos meus sonhos, meu bebê teria um cabelo liso e fino.

Talvez seja pelo fato que sempre sofri com muitas ondas. Quando eu era adolescente resolvi assumir minhas ondas, e cultivei um cabelão ondulado por muitos anos. Mas aí inventaram a chapinha, a escova e a escova progressiva. Não, não tenho cachos, tenho ondas largas e toda a extensão do cabelo com a raiz lisa. Realmente não gosto.

Marido tem o cabelo fino e ondulado, bem parecido com o meu, e como só corta bem curtinho, aparenta ser liso.

Aos 8 meses com o cabelo enrolado....

Dudu teve cabelo liso até os 08 meses, aí começou a cair (somente e parte de trás) e aqueles fios que sobraram ficaram enrolados. Mantenho-os curtos desde sempre, mas o pequeno passou a odiar tesoura ou maquininha e faz um escândalo fenomenal para cortar as madeixas.

Resolvi deixar crescer e assumir os cachos por alguns meses. Todos diziam que estava lindo. Particularmente não achava, mas atendia a vontade do povo. 

Dudu iniciou na escola e todos os dias pela manhã era aquele arsenal de spray, gel e afins para deixar o cabelo alinhado. E como saímos de casa extremamente cedo (06h) comecei a me preocupar com esse fato do cabelo úmido logo pela manhã.

Decidimos cortar e manter assim, bem curtinho. Sim, eu gosto. Acho que ele fica com uma carinha mais gostosa, e não pensem que é porque aparenta um cabelo liso, não. Ou será?


06 abril 2013

Ensaio de família

Porque a minha família é abençoada....





04 abril 2013

E a escola?

Para meu alívio, posso declarar: Dudu ama a escola!

Comentei por aqui o quanto estava apreensiva com a mudança de cuidados com a babá para a escola. Dudu era acostumadíssimo com a babá, dormia, acordava e comia na hora que queria (não que ela não impunha horários - mas era tudo bem flexível.

Levá-lo à escola era a única saída devido um problema que tivemos que nossa babá, afinal eu e marido trabalhamos em período integral durante a semana.

A escolha da escola foi um trabalho minucioso, mas que surtiu efeito. Dudu tem se mostrado totalmente adaptado, comenta diariamente de seus amiguinhos e atividades que fizeram, demonstra carinho com as tias que cuidam dele (e vice-versa), sua fala e percepção do todo estão bastante desenvolvidas. Isso tudo me deixa muito feliz. Pagamos uma boa quantia em mensalidade e material para que ele seja bem cuidado e estimulado.

A escola que o Dudu frequenta está muito bem localizada, é acolhedora e organizada. Suas dependências são simples, mas tudo é tratado com carinho. As funcionárias sempre nos atende de forma correta e transmitem segurança no que falam. O grupo de crianças por faixa etária é pequeno, e há duas a três funcionárias para cuidar de cada grupo. A cozinha e refeitório são limpos. A alimentação oferecida é balanceada.

A única parte que ainda não conseguimos ficar em 100% é a distância de casa. Infelizmente trabalhamos muito longe e optamos por deixá-lo numa escola próxima ao trabalho do meu marido, o que exige que o Dudu siga nossos horários, o que resulta em muito tempo dentro do carro/trânsito e acordar para ir à escola muito cedo. Tudo isso é cansativo, ele fica irritado. Para driblar, levamos sempre brinquedos, ouvimos músicas e tentamos conversar com ele durante o caminho. É bastante comum chegar em casa com ele dormindo. Enfim, a saída seria uma troca de emprego ou de residência para mudar a rotina do pequeno, mas por enquanto ainda não será possível.

Prefiro pensar que a escola é essencial para a vida e desenvolvimento do meu filho e que ele está muito feliz. Agora que ele está totalmente adaptado, a partir desse mês começaremos o desfralde. Não tenho pressa, sei que esse processo depende de maturidade e paciência, e será feito em parceria com a escola. Estou confiante.

Transcrevo uma matéria da revista VEJA a respeito da escolha da escola para auxiliar os pais nesse momento tão delicado:


Para ajudá-los na dura tarefa, VEJA procurou especialistas do setor e levantou uma lista de princípios recomendados por quem entende do assunto. São eles:
• Você tem o direito de errar. Pode parecer estranho, mas alguns especialistas insistem nesse ponto como o mais importante. Uma coisa é a obrigação de selecionar a escola na fase de alfabetização, lá pelos 6 ou 7 anos, em que um erro pode significar um razoável prejuízo. Muito diferente é matricular seu filho na pré-escola, aos 2 anos de idade. A criança irá freqüentar um estabelecimento cuja principal tarefa é acolhê-la com carinho e segurança na fase em que ela precisa aprender o que significa sair de casa todos os dias e quais são os princípios do convívio social. Se não der certo, é possível trocar de colégio no meio do ano. Seu filho não perderá nada com isso. Evidentemente, é importante saber que parte dos bons estabelecimentos de ensino prestigia aqueles que matriculam o pequeno já no maternal. A vantagem para a criança, no caso, é livrar-se da obrigação de se submeter a um teste na fase de alfabetização.
• Prefira um colégio perto de casa. Para quem vive numa cidade grande, não faz sentido obrigar a criança a permanecer quarenta minutos ou mais dentro do carro para ir de casa à escola e depois mais quarenta minutos para voltar. É pouco provável que o bairro onde vocês morem ou os bairros próximos não ofereçam um bom estabelecimento de ensino. Alguns pais mais preocupados chegam ao cúmulo de escolher o imóvel onde vão morar de acordo com a localização da escola do filho.
• Fuja das promessas. Existem na praça muitas escolas prometendo acelerar o desenvolvimento das crianças. Como há uma superoferta de pré-escolas, a disputa muitas vezes ultrapassa o limite ético e descamba para a propaganda barata. Como se aquela escolinha da esquina tivesse tido acesso a um estudo fabuloso que revoluciona o ensino mundial e que, por milagre, foi entregue só para ela. Fuja! Os pequenos não estão preparados para aprender da mesma forma que os mais velhos. Idealmente, a pré-escola deve ser apenas um ambiente seguro e estimulante supervisionado por adultos preparados.
• Olho nos preços. Procure uma escola cuja mensalidade se adapte com conforto a sua realidade financeira. Escolas caras demais acabam produzindo, cedo ou tarde, algum dissabor, e o principal deles, relatado pelos especialistas, é que a criança e os pais tendem a se sentir deslocados no ambiente. Pode acontecer o oposto, o que também contém aspectos negativos: seu filho se encanta com a escola, mas precisa abandoná-la por razões de ordem econômica. Saiba que a mensalidade descrita no carnê muitas vezes não expressa o custo real do colégio. Somando-se a matrícula e o custo indireto com material didático e passeios, a despesa anual pode aumentar em até 25%. Faça as contas com cuidado. Para isso, jogue limpo e peça todos os números na secretaria. Diga que você não quer levar sustos. É a melhor solução.
• Escolha o perfil da escola. Você prefere colégio grande ou pequeno? Quer que seu filho concentre todas as atividades num só lugar ou acha melhor que ele faça esportes em outros locais? Há estabelecimentos em que na pré-escola os alunos de idades diferentes são divididos por faixa etária. Noutros, são postos numa mesma sala. Um exemplo é a Escola Pacaembu, em São Paulo, onde os pequenos se reúnem em classes coletivas, chamadas de multisséries. "A idade cronológica não deve ser o único referencial para definir o desenvolvimento da criança", diz a educadora e proprietária da escola, Vera Lúcia Lisboa Bonafé. Há outros colégios usando esse método.
• Não se envolva em questões pedagógicas. A maior parte das escolas se guia pelo construtivismo, que considera as crianças prontas a aprender a partir da própria realidade, sem o auxílio de cartilhas especiais. Mesmo os estabelecimentos que oferecem variações pedagógicas não escapam muito desse modelo. O que diferencia o colégio, além da tradição e da seriedade do corpo docente, são o espaço, a disciplina e a infra-estrutura que oferece.
• Procure referências. Parentes e amigos costumam ser bons indicadores. Contam a experiência que tiveram com seus filhos, os resultados e o que se vai encontrar na escola. Também se recomendam a pesquisa em sites especializados e a análise de rankings, grande instrumento de aferição da qualidade dos colégios.
• Visite a escola mais de uma vez. É fundamental ler o que for possível sobre o estabelecimento onde pretende matricular a criança, mas jamais deixe para outros a tarefa de escolher o melhor colégio para ela. Itens que podem ser esclarecidos durante uma visita pessoal: qual é a taxa de renovação dos professores e há quanto tempo o professor mais antigo está trabalhando na escola? Se a taxa for alta e o professor mais antigo estiver lá há apenas dois anos, atenção. Alguma coisa pode estar errada.
• Fique atento, mesmo depois de escolher. Na maior parte do tempo em que ficam na escola, as crianças permanecem brincando. Uma das grandes diversões desse período é voltar para casa com presentes iguais àqueles que fazíamos para nossos pais. São pentes com pompons, espelhos de cartolina e pesos de papel de todos os formatos e materiais. Falta lugar para guardar tudo. Quando a escola é boa, a criança se diverte a ponto de querer voltar no dia seguinte. Se seu filho mostrar qualquer sinal de desapontamento com a escola, fique de olho. E essa é a regra número 1 após a seleção do colégio. O sossego da decisão acertada é a eterna vigilância. Participe das reuniões de pais, pergunte a seu filho se ele está satisfeito, vá às festas e eventos sociais. Seu trabalho está apenas começando. 

01 abril 2013

Cenas de Páscoa

Para mim, a Páscoa sempre teve mais o significado religioso do que o comercial. É claro que compro chocolate e presenteio os mais próximos, mas como não sou uma viciada no pretinho, nunca fiz muita festa.

Mas com uma criança em casa a coisa muda de figura. Porém, Dudu tem apenas dois anos. E por essa razão, nada de se acabar em chocolate, não é mesmo? Alguns pedacinhos já garantem a alegria, e pronto.

Combinei com os Padrinhos, Tios e Avós que os ovos poderiam ser gentilmente trocados por brinquedos e, de preferência, Hot Wheels, os carrinhos que o Dudu tanto ama. Na verdade, Papai e Mamãe amam mais e planejaram comprar até mesmo um suporte com capacidade de 200 carrinhos para a coleção que pretendemos montar, kkkkk. Ainda bem que o Dudu nos apoia.

P.S: Apenas a Vovó Cris e o Vovô Arnaldo deram de presente um ovo de chocolate pequeno, mas que vinha com um mini trator de presente...yes!

Semana de Páscoa. No retorno da escola, pintado de coelhinho

Na manhã de sexta-feira santa, com a máscara de coelhinho produzida na aula de artes

Os Hot Wheels de Páscoa (uhuuu, já começamos nossa coleção)

29 março 2013

Dormindo

Mamãe e Papai na cama. Tudo escuro. Dudu no seu quartinho quentinho.

De repente ouvimos um choro. Nada de sair correndo (já diz minha experiência que ele pode estar sonhando). Ficamos esperando outro choro e nada. Voltamos para as redes sociais que estávamos acessando pelo celular e tablet.

Momentos depois ouvimos:
- Pepê, pode parar. Vai ficar de castigo agora. Não pode brincar de "luca" (leia-se: luta).

Rimos sozinhos e baixinho. E ele voltou a dormir.

Desse episódio podemos concluir que:

  • Dudu não "nega a raça": passou a falar dormindo como todos os membros da família paterna.
  • A disciplina da escola está traumatizando meu filho.
  • Dudu, é um mandão.

(risos, muitos risos)

27 março 2013

Coisas da escola

Daí que o Dudu tem uma agenda escolar. E que diariamente é consultada por mim para ver o que ele aprontou durante o dia.

Até então, lia quase sempre as mesmas frases: Dudu se comportou direitinho. Dudu passou bem o dia. Etc.

E num fatídico dia leio o seguinte recado: "Dudu mordeu hoje um amiguinho sem nenhum motivo. Foi leve, mas já conversamos com ele. Está tudo bem".

Gente, como assim? Onde o Dudu aprendeu a morder? Alguém sabe?

So-cor-ro!

22 março 2013

Ele foi ao Zoo

Pois é, meu pequeno filho de 02 anos foi ao Zoológico com seus tios-padrinhos, e eu não fui (leia-se: não fui com ele e nem sem ele = nunca fui no Zoológico). Se isso me causa traumas? Nããão.

Coisa linda que é o Zoológico. Tem ursos, leões, cobras, jacarés, coelhos e até imagino que deve ter dinossauros....Pra você deve ser lindo, mas pra mim....Perdoe-me os veterinários e aspirantes, mas bicho pra mim é cachorro, gato, papagaio, passarinhos, peixes e macacos. O resto acho nojento, mas tenho salvação, gosto de macacos.

Enfim, Dudu foi num sábado de manhã conhecer todos os animais possíveis. Tia Amarílis carregou malinha e água pra cima e pra baixo, além de ficar encarregada de registrar o momento em fotos. E tio Bruno se matou de tanto carregar o pequeno nas costas que ficou uma semana reclamando de dor.

Se o Dudu gostou? Sim, ele gostou. Mas de verdade, acho que ele puxou a mãe, afinal só falou dos peixes.

20 março 2013

A relação com os carros

Dudu tem o DNA do pai no que diz respeito a carros, disso ninguém duvida.

Contei por aqui Yes, nós temos um Uno a relação da minha família, ou melhor a família do meu marido, com carros. O povo ama carros, e de preferência, Uno.

E tudo isso influencia no pequeno. Marido só fala em carros, Dudu só quer saber de carros.

A diversão do Marido é ensinar modelo e marca de carros para o Dudu. E não é que o pequeno aprendeu direitinho. Confira:


19 março 2013

Amores

"Paz e harmonia - esta é a verdadeira riqueza de uma família." 
(Benjamin Franklin)


14 março 2013

Culpa, muita culpa

Eu sou um paradoxo: gosto de ter uma vida profissional, mas sinto falta de ter mais mãe.

Acordo, tomo um banho rápido, consulto o relógio, preparo a mamadeira, ofereço ao Dudu, chamo o marido, consulto o relógio, me troco, consulto o relógio, acordo o Dudu e o levo pro banho, consulto o relógio, termino de me trocar, preparo o lanche da escola, verifico a mochila, confiro o uniforme, troco o Dudu, consulto o relógio, apresso o marido, entramos no carro, consulto o relógio. #Tudo isso foi feito em 30 minutos.

Marido me deixa no meio do caminho e corro para pegar o ônibus. Chego às 08h. Atendo milhares de condôminos. Respondo inúmeros e-mails. Me envolvo em vários projetos, em vários assuntos. Sou uma supervisora faz-tudo. Saca? Desde atendimento ao RH. Uma loucura!

Meu expediente deveria terminar as 17h48 (horário mais estranho, não é mesmo?), mas muitas vezes se estende até às 23h (sim, isso já aconteceu por várias vezes).

E o meu filho?

Marido leva e busca o Dudu pra escola. É ele que conversa com as professoras e coordenadoras a respeito do comportamento e desenvolvimento dele. E eu fico sabendo através do marido ou da agenda escolar. Para passarmos mais tempo juntos, Marido às vezes me pega no trabalho (quando consigo sair no horário), mas aí o Dudu fica irritado por ficar tanto tempo no carro (e no meio do trânsito), chora e chora até cansar, e dorme. Chegamos em casa e o carregamos até a cama, trocamos sua roupa, damos a mamadeira e ele dorme até o dia seguinte.

Pois é, só consigo melhor curtir meu filho aos finais de semana. Só que junto a isso tenho que dar conta da casa, da roupa, da alimentação do Dudu (porque a nossa fica para segundo plano sempre), do supermercado e de descansar um pouco.

Estou cansada, muito cansada. E me culpo por não ser tão presente na vida do meu único filho. É claro que essa distância provoca afastamento entre nós e muitas vezes ele prefere o pai à mim. A culpa é minha, é claro. Marido fica mais perto, participa e tem mais paciência que eu que luto contra o tempo para dar tempo de fazer tudo.

Dudu está mais birrento e chorão. A palavra "não" é pronunciada por ele várias vezes ao dia. E muitas vezes é direcionada pra mim. Eu me culpo. Me culpo muito por tudo isso.

Socorro: eu quero férias! Eu que ter a possibilidade de criar meu filho. De acompanhar seus melhores anos!

12 março 2013

Páscoa, sinônimo de chocolate?

Queria muito que meu filhote não amasse tanto chocolate como o pai. Juro que queria. Mas não teve jeito. Dudu ama "chucurate". E eu que tento evitar doces fico de cabelo em pé toda vez que ele me pede.

Mas como dizer não para uma criança que te olha com os olhos mais expressivos desse mundo e te pede um pedacinho com a voz doce? Difícil.

E a Páscoa tá aí. Os mercados lotados de ovos em cima da sua cabeça, tudo muito colorido e convidativo. E tem pai, avós, padrinhos e afins que sempre dão um ovo de presente. Chega um, depois outro, e quando você percebe sua casa está repleta de ovos de chocolate.

Nessas horas, você que tem um filho de apenas 02 anos, como faz? Me conta!

03 março 2013

O lanche da escola

Confesso que é uma luta manter uma alimentação saudável quando se trabalha fora (leia-se: não tem tempo pra nada) com filho na escola em tempo integral.

Na escola que o Dudu fica estão inclusos na mensalidade do período integral um suco natural pela manhã e uma das refeições. A outra refeição fica por minha conta (porém, optei por pagar essa taxa e a alimentação é a da escola) e o lanchinho da tarde (servido lá pelas 14h30) é trazido de casa. E para compor o lanchinho tenho rebolado para enviar uma refeição completa e mais natural possível.

Sei que convivendo com outras crianças que tem hábitos diferentes, ele irá um dia comer uma tranquera. Há crianças que são acostumadas ao refrigerantes e bolachas recheadas e os pais não ligam. Se eu ligo? Ligo, mas não piro.

Na fase da adaptação escolar (que durou apenas 2 dias porque meu filho é do mundo, gente!), as tias me perguntaram se havia alguma restrição por parte dele e minha de comer o bolo do dia da comemoração. Explicaram que para evitar alimentos que não sabem da procedência, não aceitam bolos e doces vindo dos pais para comemorar o aniversário do filho, por exemplo. Elas preparam um bolo simples com uma cobertura e serve para todas as crianças na data de aniversário de cada uma delas, ou os aniversariantes do período. Para adoçar a vida servem um brigadeiro. Deixei claro que não tinha nada contra, desde que fosse esporádico e não fosse acompanhado por refrigerante, e fiquei aliviada ao saber que refrigerantes são proibidos na escola. Abre parenteses: a escola aceita que os pais do aniversariantes ofereçam aos coleguinhas de sala as famosas sacolinhas surpresas, porém são entregues apenas na saída, deixando para que os pais de cada criança decidam se devem oferecer o conteúdo da sacolinha. Fecha parenteses.

Voltamos à composição do lanche do Dudu, tento priorizar a variedade e as coisinhas que ele gosta, dividindo-os da seguinte forma:

  • Líquidos: achocolatados, iogurtes, sucos de soja e sucos de frutas;
  • Carboidratos: bisnaguinhas com requeijão, pão de queijo, biscoito de polvilho, biscoito salgado e biscoito de leite;
  • Frutas: maça, uva, mamão, morango e manga;
  • Petiscos: cereal tipo sucrilhos (puro) e uva passa (sua nova paixão).
Providenciei saquinhos para alimentos (tipo zip), papel alumínio (para embalar as frutas) e potinhos pequenos para as porcões como uvas. Monto o lancinho do dia logo pela manhã para que todos os alimentos estejam fresquinhos. As assistentes da escola ficam responsáveis por receber cada lanchinho e refrigerar o alimento que seja necessário. 

Sei que devia enviar sempre o suco natural, seja da própria fruta ou polpa, e o achocolato caseiro, mas isso é extremamente trabalhoso para quem não tem nenhum pingo de tempo. Vou comprar uma garrafa térmica e me educar nessa parte, prometo.

Quanto ao almoço (11h15) e jantar (17h) mensalmente recebemos o cardápio desenvolvido e acompanhado por uma nutricionista. Dia desses, Duduzinho se esbaldou comendo peixe e batata cozida. Aprovado pela mamãe!

27 fevereiro 2013

Comendo sozinho

"Ajudar uma criança a ser independente é contribuir para o seu crescimento pessoal. Isso requer muito trabalho, carinho e dedicação".

Dudu está naquela fase de comer sozinho. A famosa fase do mais se suja do que come. A fase do tem mais comida do chão do que no prato. A fase de todas as camisetas manchadas. E não adianta enganá-lo com aviõezinhos, histórias e desvios de assunto. Ele quer comer sozinho, mesmo  não conseguindo sempre. Faz aquele escândalo que deixa qual adulto morto de vergonha quando não o deixamos guiar a colher.

Tenho notado que todas as camisetas do uniforme estão manchadas. Apelo para o tira-manchas, para o deixar de molho, uma loucura. Nunca foi adepta ao famoso slogan: "Se sujar faz bem", confesso. Tenho fissura por vê-lo sujo.

E mesmo lendo que crianças pequenas, mesmo sem capacidade de fazer os movimentos necessários para recolher a comida com a colher e leva-la à boca (o que exige controle fino dos movimentos), querem comer sozinhas, isso realmente é difícil para mim.

Comer sozinho é uma conquista importante para ele, eu sei. E me parece um prazer, pois ele sorri e quer demonstrar a todo momento que está fazendo a tarefa sozinho. Sei que se ele for reprimido, pode haver um retrocesso e não posso permitir isso. Tenho que realmente permitir que ele coma com as mãos, e ir gradativamente, desencorajando e educando-o e fazendo com que ela entenda que certas coisas podem e até devem ser comidas com o uso das mãos, mas que os talheres foram criados para não sujarmos as mãos. Um exercício para nós dois. 


Dudu experimentou açaí e amou. E desde então sempre ganha algumas colheradas do papai, que segue a mesma linha, ama a fruta. Já a mamãe aqui não gosta, acha que sabor de uva podre, enfim...

26 fevereiro 2013

Mega saudade

Dudu aos quatro meses

Daí que marido me mandou essa foto por e-mail dia desses no trabalho. E a mamãe boba aqui quase chorou de tanta saudades dessa época.

É feio querer que o filho não cresça? 
#mamaescomcoraçãoapertado

21 fevereiro 2013

Nossa família



"A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família."
Léon Tolstoi

19 fevereiro 2013

Fase das Birras, seja muito mal-vinda

Pois é, pois é...a fase mais temida de todas chegou. E chegou sem avisar, sem pedir licença, simplesmente se instalou na minha vida, o que tem me deixado desesperada.

Até o início de janeiro, Eduardo era uma criança dócil, educada, que pedia "por favor", "licença" e "pode" para tudo o que queria fazer. Topava quase tudo o que a gente propunha. Até que passamos por uma mudança radical em sua rotina, com a ida à escolinha.

Ok, entendo que essa é uma mega mudança. E estamos tendo a maior preocupação e paciência com isso. Sabemos que acordar cedo e ficar no carro por lingo período é estressante, mas ele está impossível. E isso ocorrer aos finais de semana quando voltamos à rotina, quando ele dorme até a hora que deseja, descansa...enfim.

E percebemos que as birras são muito mais direcionadas à mim. Ele simplesmente ama o pai e o prefere em todos os momentos, talvez seja pelo tempo que passam juntos. Me sinto muito mal por isso, chego a pensar que é por causa do tempo que fico longe dele. Infelizmente trabalho muitas horas por dia e passo muito tempo no trânsito. Trabalho a 28km de casa, sou muito cobrada no que faço, e tudo isso me deixa mal porque vejo esse reflexo no comportamento do meu filho.

Pesquisei a respeito e constatei que pode ser que ele está imitando o que outras crianças (da mesma idade que ele) fazem. Essa hipótese se deu pelo fato que agora convive com crianças na escolinha, o que antes não acontecia.

Dudu fica irritadíssimo quando o obrigamos a fazer algo que ele não quer. Chora, berra e já chegou até a me bater. Sei que tenho que ter paciência e que essa fase vai passar, mas tenho medo de estar errando com ele, não estar conduzindo da melhor maneira.

16 fevereiro 2013

2 anos do Eduardo

Querido  filho

No último dia 11 comemoramos seus 2 anos de vida.

Só tenho a agradecer a Deus pelo belo presente que recebi naquela noite chuvosa de fevereiro. Conviver com você todos esses dias foi uma verdadeira aventura. A cada dia uma descoberta, uma atitude nova. E depois que completou o primeiro ano de vida, todos os dias você aprende uma coisa nova.

Ser sua mãe é uma verdade dádiva. Você é um menino muito especial. Muito esperto, muito falante, muito desconfiado, mas muito feliz.

Parabéns, meu anjo!





15 fevereiro 2013

O amor pelo Carrossel

Descobri que meu filho ama a novela Carrossel, mas especificamente a Maísa (a Valéria).

No final do ano quando ele ainda ficava com a babá, tive que deixá-lo de férias na praia. Foi na semana entre as festas de final de ano e como minha irmã estava viajando, tive que apelar para a Bisa e as Tias.

E a convivência com a Giovana (prima) teve influência, mas é claro. A Gigi ama a Maísa e mostrou a ele os álbuns, figurinhas, fotos, CDs, bonecas e tudo mais da personagem, resultando num amor lindo. Chega a ser engraçado.

Eu assisti a primeira exibição da novela e gostava bastante, mas essa edição achei um pouco apelativa no sentido dos assuntos (um tanto quanto adultos) e o excesso de merchandising. Enfim, não acho que é inadequada para o Dudu, mas deixo ele curtir os vídeos e algumas músicas.

De verdade, prefiro ainda os desenhos do canal Discovery Kids e a famosa Galinha Pintadinha, tudo mais infantil e inocente.

07 fevereiro 2013

Refrigerante é coisa de adulto

Não dou refrigerante ao meu filho!

E não adianta criticar a minha decisão. Sei que ele vai tomar refrigerantes muito nessa vida e não tenho porque acelerar isso. Simplesmente não dou e proibido de oferecerem a ele.

A vida do Dudu já é doce, permito que ele coma um pedacinho de chocolate (bem pequeno e isso é culpa do marido chocólatra que tenho e desaprovo), tome um suco de soja, um achocolatado de caixinha, mas o refrigerante é terminantemente proibido. Todos esses itens ele degusta uma vez por semana ou a cada 15 dias, acho mais do que suficiente. Doces faz mal para a saúde, principalmente a bucal, e como ele é chatinho para escovar os dentes, prefiro evitar de verdade.

Dudu nos vê tomando refrigerante e cerveja e o ensinei desde então a achar que aquilo é "coisa de adulto". Ele sabe, compreende e muda o foco, quando olha muito, ofereço água ou suco de frutas, alternativas mais saudáveis que ele adora.

Quando alguém oferece o doce, dou um jeitinho de tirar dele sem que ele perceba (já aconteceu de não ter jeito e ele comer), mas o refrigerante não adianta, respondo que ele não toma e pronto!

Tem muita gente que brinca comigo, tira sarro da minha postura radical. Eu dou um sorrisinho, disfarço e não dou a ele. Não peço que ninguém siga a minha opinião, só peço que não ofereça nada gasoso para meu filho de quase 2 anos. Cada um tem sua forma de educar, de exercer a maternidade e eu não sou melhor que ninguém.

05 fevereiro 2013

E foi-se a babá, veio a escolinha

Na adaptação da nova escola: amouuuu

O Dudu ficava com a minha irmã que é babá desde os 05 meses de idade. E sempre foi uma maravilha. Sim, minha irmã é babá profissional, contratada por mim, ama o Dudu e é sua madrinha. Sempre fiquei despreocupada quando o Dudu estava aos seus cuidados.

Podia contar com minha irmã para tudo, desde as 06h às 21h todos os dias da semana. Realmente era um período maravilhoso para quem trabalha longe e não tem horário para sair, mas principalmente, nos dias de rodízio de veículos. Além disso, Dudu ficava num ambiente familiar onde podia dormir quando sentia vontade e permanecer lá mesmo estando doentinho.

Há tempos eu e meu marido estamos conversando com o fato de colocá-lo na escola. Esse assunto sempre me assuntou, pois ele ficaria aos cuidados de pessoas desconhecidas. Além disso, pelo fato de trabalharmos distante de casa, levá-lo e buscá-lo na escola seria inviável. Por outro lado, sabemos da necessidade da convivência social. Dudu fica muito com adultos e interage muito bem com eles, ao contrário de crianças, sempre se afastava ou demorava muito para conseguir brincar com uma delas.

Pensamos numa escola em meio período, mas mesmo assim iria precisar ainda dos serviços da minha irmã para cuidar dele no outro período. Resolvemos então aguardar até o meio do ano para pensar novamente no assunto.

Eis que há duas semanas, um fato muito desagradável nos obrigou a optar pela escola. Meu sobrinho que tem problemas mentais teve um surto e adotou um comportamento inadequado. Infelizmente, esse é o segundo episódio desde que meu filho ficava na casa da minha irmã e meu marido decidiu que essa era a hora de colocá-lo na escola. Confesso que essa mudança brusca provocou insegurança e transtorno a todos os envolvidos. Eu particularmente não lido muito bem com mudanças...e como sempre ajudei minha irmã e recebia isso em troca, fiquei realmente insegurança e chateada com tudo isso. Meu marido foi taxativo em não deixá-lo lá, e fomos à caça de uma escola que nos atendesse.

Havia várias questões: tinha que ser perto do trabalho de um dos dois, atender em período integral, ser um ambiente agradável, sadio e que me demonstrasse confiança. Começamos a pesquisar nos bairros onde trabalhos, na Zona Sul de Sampa, um dos lugares mais caros e, pasmem, os valores faziam jus à fama. Encontramos escolas ótimas com preços exorbitantes...uma delas, que é realmente um sonho no que diz respeito à estrutura e proposta pedagógica, eles cobram a bagatela de R$ 2.000,00 de mensalidade. Muito distante do meu orçamento.

Levei em conta também o atendimento que recebi (acho importante os funcionários atenderem bem os pais com todas as informações da escola transmitindo segurança), o espaço físico (não acho que a escola tem que ser grande, mas tem que ter espaço para ele correr e gastar a energia) e a limpeza (fui numa escola de japoneses - nada contra - que amei a metodologia de ensino, mas o lugar era de assustar com tanta sujeira).

Percebi que colégio que possui boa estrutura cobra mensalidades na mesma medida. Em um deles, próximo ao trabalho de meu marido, a unidade infantil fica separada do restante do colégio, o que achei bem interessante, mas o valor da mensalidade estava um pouco fora do que eu esperava. Outro que visitei adorei o espaço para os pequenos com pátio interno e externo, tudo muito conservado e limpo, porém a lista de material escolar era digna de crianças de 07 anos além do material do sistema de ensino (um desses famosos) que custava R$ 350,00, ou seja, nos três primeiros meses ia gastar R$ 2.000,00 com mensalidade e material fora uniforme e alimentação.

Optamos pela primeira escola que meu marido visitou, revi meus conceitos quanto a espaço e equipamentos/mobiliário, uma criança de nem um metro de altura não precisa de muito, não é mesmo? E aos olhos dela, o espaço que a escola dispõe é muito mais do que eu vejo, a proporção é outra. O preço da mensalidade é alto, mas é justo. Trabalham com poucas crianças por turma (1 professora para quatro alunos), sala de dormir, jardim e horta, refeição no local (conseguimos um descontinho básico), tem cursos de férias (o que salva muitos pais que trabalham o dia inteiro, como nós), tem cuidadoras carinhosas e os pequenos são carinhosos com elas, brinquedos, refeitório limpinho e comida cheirosa, e o que é melhor de tudo: vi que as crianças que estavam lá, estavam felizes!

Fizemos dois dias de adaptação, o que quase foi desnecessário (é verdade). Nos dividimos em ficar com ele na escola por três horas e meia e o Tio Murilo o pegaria após. Com a empolgação das demais crianças,q ue aliás a maioria é meninos, ele adorou e nem queria ir embora. Confesso que fiquei muito aliviada em vê-lo dessa forma, tinha muito medo dele estranhar, sentir medo, enfim...fiquei insegura. No terceiro dia de adaptação resolvemos esquecer e deixá-lo lá o dia inteiro. Ligamos durante o dia e deu tudo certo: nenhuma lágrima, comeu super bem, riu, dormiu e participou de todas as atividades. Recebi um bilhetinho cheio de elogios. Um orgulho!

A escola fica próxima ao trabalho do marido, então ele fica responsável por deixar e buscar o Dudu todos os dias. Pelo fato da escola ficar do lado do metrô, numa emergência, consigo sair do trabalho e buscá-lo.

Decidimos que, dependendo de como caminhar as coisas nesse ano, acredito que em 2014 o Dudu vá para um colégio, onde tenha muito bem clara a proposta pedagógica. Até lá temos um ano inteiro para buscar as opções com calma.


Duduzinho no primeiro dia de aula

04 fevereiro 2013

Fevereiro, seja muito bem-vindo

E começou um dos meses mais lindos do calendário: FEVEREIRO. O mês mais curto, o mais alegre e o mais comemorado.

Em fevereiro tem Carnaval, tem menininho lindo da mamãe fazendo dois anos!

Mas já? Sim, perdi um bebê e ganhei uma criança que tem um dos sorrisos mais lindos do mundo. E eu continuo absurdamente apaixonada por ele.

01 fevereiro 2013

Saudades, saudades, saudades

Muitas saudades do meu cantinho....

O problema é que desde abril/2012, minha vida virou de cabeça para baixo quando aceitei um novo emprego.

Sim, o emprego me abriu novas possibilidades, um salário mais atrativo, um cargo de liderança, mas com ele veio cobranças enormes, dias estressantes e horários malucos.

Estou rebolando para conciliar tudo. Meu marido continua sendo super pai e parceiro, me ajudando muito com o Dudu.

E por falar em Dudu, ele está uma figura! Decidimos assumir os cachos do cabelo (já que cansei do chororô todas as vezes que falávamos em cortar o cabelo), fala pelos cotovelos, ficou uma semana de férias na praia longe da mamãe e papai e nesta semana iniciou na nova escola.

Enfim, tenhos muitas novidades para contar, muitas fotos para mostrar e tempo nenhum para isso. Mas, como mãe dá um jeitinho em tudo, venho contar nem se for de maneira breve.

Beijos enormes