Em 14 de junho foi realizada a Festa Junina na escolinha do Dudu. O pequeno, pra variar, não quis dançar, mesmo com todos os esforços de Papai, Mamãe e Tias...sem chance...chorou, chorou, chorou...Mas, valeu a comemoração.
Seguem alguns registros:
23 junho 2013
13 junho 2013
Para se emocionar
A incrível história da catadora de lixo chinesa que salvou 30 bebês abandonados:
http://vidaeamorincondicional.blogspot.com.br/2012/08/a-catadora-de-lixo-chinesa-que-salvou.html
06 junho 2013
30 maio 2013
A coleção de miniaturas
Provas que o amor do meu pequeno por carrinhos só aumenta....
Já contabilizamos 67 modelos diferentes (temos alguns repetidos que não são considerados)
28 maio 2013
Vamos esperar um pouquinho
Resolvemos adiar o desfralde.
E essa decisão foi muito bem pensada, estudada, elaborada. Estamos em pleno outono e os dias em Sampa estão cada vez mais frios. Tivemos manhãs e tardes geladas. Me corta o coração saber que meu filho ficará molhado (nem se for por alguns momentos) devido os escapes que terá.
Infelizmente já contabilizamos três gripes nesse primeiro semestre. Sei que esse também é o primeiro semestre que ele vai à escola e tem tanto contato com tanta gente. Mas, é muito. Gripe judia demais. Numa deles ele acumulou tanto catarro que tive um início de pneumonia, fiquei mal com tudo isso. Fico preocupadíssima, gostaria de estar ao seu lado durante todo o dia para cuidar dele...enfim. Tenho receio se na escola não deixarão ele molhado. Fico mal só de pensar.
Li muito a respeito. Li experiências de fracasso e sucesso. Dudu não está maduro o suficiente ainda. Tem apenas 2 anos e 3 meses, por várias vezes acorda muito molhado e só avisa que fez cocô depois muito tempo. Sei que o desfralde é por fases, primeiro o xixi e depois o cocô, primeiro a fralda diurna e depois a noturna. Não quero ter uma experiência ruim com ele, quero que ele se sinta seguro, que o desfralde seja natural.
Esperaremos mais um pouco, quem sabe até quando o inverno terminar, quem sabe isso aconteça antes....Realmente, agora não é o melhor momento.
E essa decisão foi muito bem pensada, estudada, elaborada. Estamos em pleno outono e os dias em Sampa estão cada vez mais frios. Tivemos manhãs e tardes geladas. Me corta o coração saber que meu filho ficará molhado (nem se for por alguns momentos) devido os escapes que terá.
Infelizmente já contabilizamos três gripes nesse primeiro semestre. Sei que esse também é o primeiro semestre que ele vai à escola e tem tanto contato com tanta gente. Mas, é muito. Gripe judia demais. Numa deles ele acumulou tanto catarro que tive um início de pneumonia, fiquei mal com tudo isso. Fico preocupadíssima, gostaria de estar ao seu lado durante todo o dia para cuidar dele...enfim. Tenho receio se na escola não deixarão ele molhado. Fico mal só de pensar.
Li muito a respeito. Li experiências de fracasso e sucesso. Dudu não está maduro o suficiente ainda. Tem apenas 2 anos e 3 meses, por várias vezes acorda muito molhado e só avisa que fez cocô depois muito tempo. Sei que o desfralde é por fases, primeiro o xixi e depois o cocô, primeiro a fralda diurna e depois a noturna. Não quero ter uma experiência ruim com ele, quero que ele se sinta seguro, que o desfralde seja natural.
Esperaremos mais um pouco, quem sabe até quando o inverno terminar, quem sabe isso aconteça antes....Realmente, agora não é o melhor momento.
27 maio 2013
Eu digo não
Há alguns meses presenciei uma cena de uma mãe que não gostou de um "não" pronunciado a seu filho para que ele parasse de puxar o cabelo de uma menina. A mãe ficou irada e se sentiu no direito de reclamar com a pessoa. O negócio foi tão sério que esse episódio abalou o relacionamento de ambas as mães.
Para mim, a mãe do menininho foi totalmente exagerada em sua posição e comportamento. Dudu conhece a palavra "não" desde sempre. Nunca tive medo de pronunciá-la sempre que julgasse necessário.
Nunca fui de apanhar de meus pais porque sempre fui obediente. Lá em casa era na base só do olhar de reprovação e o recado estava dado. Mas, minhas irmãs que eram bem rebeldes não entendi e levavam surra sempre que ultrapassavam os limites.
Sou da época da Super Nany: tudo na base da conversa e cantinho pra pensar. Mas antes de tudo isso vem a palavra "não". Não tenho receio em colocá-lo pra pensar sempre que ele sai dos limites ou responde de maneira inadequada, e nem por isso o amamos menos.
Colocar limites é importante para todos: pais e filhos. É uma forma de dizer que estamos juntos e todos nos amamos, mas é necessário cumprir regras para que as coisas funcionem melhor. Tudo o que fica solto demais tende a se perder, a ficar sem referência. A frase 'educação vem de casa' é muito verdadeira. Os limites ajudam a reforçar as noções que aprendemos em casa, frente às verdades alheias que encontramos mundo Dar limites é uma forma de amor, é a forma de garantir que meu filho se tornará um adulto melhor.
24 maio 2013
Tchau gripe
Uma
ação fundamental para diminuir a circulação dos vírus da gripe é a adoção de
hábitos simples, principalmente com os pequenos.
-
Higienizar as mãos com frequência, inclusive com álcool em gel;
-
Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
-
Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
-
Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
-
Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
-
Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
-
Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
-
Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes
com aglomeração;
-
Evitar visitas a hospitais;
-
Ventilar os ambientes.
23 maio 2013
Vamos ao desfralde
Estou morrendo de medo desse tal de desfralde!
Gente, realmente não sei se esse negócio é legal. Por que os bebês não passam pela fase fraldas x sair das fraldas de maneira natural, tipo sozinhos?
Eu sei que vou morrer de nervoso com esse negócio de cueca, calça, meia e tênis molhado por causa de um único xixi. E o pior é que o aviso "Xixi, mamãe" sempre vem depois. E o pior é que com esse tempo frio, o barato vai ficar louco lá em casa, eu sei.
Pois é, Dudu já tem 2 anos e 3 meses e a coordenação da escola já enviou um comunicado a respeito, informando como funciona, dando dicas e se colocando como parceira nesse processo. Tudo lindo e explicadinho. Mas, eu tô com o maior receio.
Como comentei no post anterior, passamos muito tempo no trânsito indo e voltando da escola. E se o xixi escapar na cadeirinha? Como lava? E como se usa depois a cadeirinha? Devo ensiná-lo a fazer xixi em pé ou sentadinho? Enfim, neuras de mãe de primeira viagem.
Sim, sou tia há muito tempo e meus sobrinhos moraram comigo, mas juro que não lembro como era isso. Já li muito a respeito e vou continuar lendo, pois não me sinto preparada, confesso.
No próximo sábado vamos providenciar várias cuequinhas e redutores de assentos para o processo. De acordo com a escola, o ideal é não sairmos para lugares públicos, a fim de evitar acidentes/escapes e ser "um Deus nos acuda". Vamos ficar quietinhos em casa envolvidíssimos no xixi e cocô.
Desejem-me sorte, gente!
Gente, realmente não sei se esse negócio é legal. Por que os bebês não passam pela fase fraldas x sair das fraldas de maneira natural, tipo sozinhos?
Eu sei que vou morrer de nervoso com esse negócio de cueca, calça, meia e tênis molhado por causa de um único xixi. E o pior é que o aviso "Xixi, mamãe" sempre vem depois. E o pior é que com esse tempo frio, o barato vai ficar louco lá em casa, eu sei.
Pois é, Dudu já tem 2 anos e 3 meses e a coordenação da escola já enviou um comunicado a respeito, informando como funciona, dando dicas e se colocando como parceira nesse processo. Tudo lindo e explicadinho. Mas, eu tô com o maior receio.
Como comentei no post anterior, passamos muito tempo no trânsito indo e voltando da escola. E se o xixi escapar na cadeirinha? Como lava? E como se usa depois a cadeirinha? Devo ensiná-lo a fazer xixi em pé ou sentadinho? Enfim, neuras de mãe de primeira viagem.
Sim, sou tia há muito tempo e meus sobrinhos moraram comigo, mas juro que não lembro como era isso. Já li muito a respeito e vou continuar lendo, pois não me sinto preparada, confesso.
No próximo sábado vamos providenciar várias cuequinhas e redutores de assentos para o processo. De acordo com a escola, o ideal é não sairmos para lugares públicos, a fim de evitar acidentes/escapes e ser "um Deus nos acuda". Vamos ficar quietinhos em casa envolvidíssimos no xixi e cocô.
Desejem-me sorte, gente!
22 maio 2013
A culpa voltou
Dia desses, uma colega de trabalho chegou chateadíssima com o comportamento de sua filha adolescente. Num momento de fúria, a menina resolveu jogar em sua cara todas suas frustrações e o fato de não ter muito tempo para ficar com ela e os irmãos.
Ouvindo a história, no primeiro momento pensei que essa menina merecia uma bela surra pelo circo que armou durante uma reunião familiar. Mas depois, pensando melhor, entendo que tudo que ela estava pedindo, ou melhor, implorando, era a atenção e o tempo da mãe. Compartilhei esse pensamento com minha colega.
E, é claro, aquele sentimento de culpa voltou. Afinal, eu também fico muito tempo distante do meu pequeno. Trabalho as 44 horas semanais e mais algumas horas extras. Além disso, moro na Zona Norte e trabalho na Zona Sul, são 28hm de distância e como meu expediente começa às 08h, obrigo filho e marido a acordar muito cedo (5h30) para começarmos nossa jornada. Ficamos os três 4 horas no trânsito, é claro que esse período pode se estender se o trânsito estiver carregado. Aí o pequeno acaba desmaiando de tanto cansaço e sono na cadeirinha, chegando em casa no colo e indo direto para o berço.
Marido leva e busca na escola. É ele quem repassa as instruções às Tias da escola, que repassa à mim as informações que elas fornecem sobre o dia do Dudu, sobre eventos, atividades, necessidades...enfim.
Dudu está novamente doentinho. Meu filho que era super saudável e teve pouquíssimas gripes, está no maior repeteco da dupla coriza e tosse. Sei que muito disso é o fato de sair tão cedo de casa e pegar aquele friozinho da manhã. E isso me mata, gente!
Queria poder participar mais da vida escolar do meu filho, queria ser a primeira pessoa que ele visse quando saísse da escola; queria não precisar acordá-lo quase de madrugada todos os dias; queria que não ficasse tanto tempo dentro de um carro todos os dias; queria que ele não precisasse tomar banho logo cedo, dando margem para uma nova gripe; queria que eu não fosse obrigada a ter que trabalhar tanto e tão longe de casa sacrificando o descanso e rotina da minha família para que eles possam ter uma vida mais confortável.
Ouvindo a história, no primeiro momento pensei que essa menina merecia uma bela surra pelo circo que armou durante uma reunião familiar. Mas depois, pensando melhor, entendo que tudo que ela estava pedindo, ou melhor, implorando, era a atenção e o tempo da mãe. Compartilhei esse pensamento com minha colega.
E, é claro, aquele sentimento de culpa voltou. Afinal, eu também fico muito tempo distante do meu pequeno. Trabalho as 44 horas semanais e mais algumas horas extras. Além disso, moro na Zona Norte e trabalho na Zona Sul, são 28hm de distância e como meu expediente começa às 08h, obrigo filho e marido a acordar muito cedo (5h30) para começarmos nossa jornada. Ficamos os três 4 horas no trânsito, é claro que esse período pode se estender se o trânsito estiver carregado. Aí o pequeno acaba desmaiando de tanto cansaço e sono na cadeirinha, chegando em casa no colo e indo direto para o berço.
Marido leva e busca na escola. É ele quem repassa as instruções às Tias da escola, que repassa à mim as informações que elas fornecem sobre o dia do Dudu, sobre eventos, atividades, necessidades...enfim.
Dudu está novamente doentinho. Meu filho que era super saudável e teve pouquíssimas gripes, está no maior repeteco da dupla coriza e tosse. Sei que muito disso é o fato de sair tão cedo de casa e pegar aquele friozinho da manhã. E isso me mata, gente!
Queria poder participar mais da vida escolar do meu filho, queria ser a primeira pessoa que ele visse quando saísse da escola; queria não precisar acordá-lo quase de madrugada todos os dias; queria que não ficasse tanto tempo dentro de um carro todos os dias; queria que ele não precisasse tomar banho logo cedo, dando margem para uma nova gripe; queria que eu não fosse obrigada a ter que trabalhar tanto e tão longe de casa sacrificando o descanso e rotina da minha família para que eles possam ter uma vida mais confortável.
20 maio 2013
E como foi a comemoração
Durante duas semanas, Dudu cantarolou a música da apresentação. Cantava e fazia os gestos que era uma beleza. E a mãe boba aqui ficava emocionadíssima com lágrimas nos olhos.
E o sábado chegou. Acordamos cedo, nos preparamos, fomos à escola. Dudu estava animado, afinal todos os seus amigos estavam lá. Prepararam um gostoso café da manhã, com contribuição de todos os pais, uma mesa linda. Os pequenos corriam para todos os lados. Pais munidos de câmeras, celulares e quaisquer outros acessórios para registrar o importante momento.
As tias anunciaram o início da apresentação. Dudu pertence ao G2, primeiro grupo a se apresentar. Olho para todos os lados e não o encontro. Marido o encontrou lá no playground e o trouxe de volta. Todas as crianças que estavam por lá vieram para o pátio, meio à contragosto, mas vieram. Só o meu filho é que veio chorando.
Consolei, expliquei que o momento era da apresentação, mostrei que o play estava vazio, Papai tentou, mas o Pequeno emburrou de tal forma. A Tia Lucy o colocou no colo para incentivá-lo a cantar. Marido preparou a filmagem, Mamãe sorria para ele incentivando....e o Dudu? Nada.... Um bico enorme no lugar da vozinha linda que cantarolou a música para mim durante a semana, mas que agora.........NENHUMA PALAVRA, NENHUM SOM.
Dudu não cantou nada, gente! Fiquei tão triste...queria tanto vê-lo fazendo caras e bocas dando ênfase às frases do Roberto...nada, nenhuma palavra da linda música. A coordenadora explicou que nessa idade é bastante comum essa atitude, teve criança que chorou à beça.
Ao final, todas as mamães ganharam um vaso de flor, e mesmo na hora da foto, o mal humor do meu filho não foi embora..tsc, tsc....
Enfim, essa foi a primeira apresentação do Dia das Mães na escola que eu participei.
"E não há nada pra comparar, para poder lhe explicar:
08 maio 2013
06 maio 2013
Mal posso esperar
Daí que na última sexta-feira fui consultar a agenda da escola do Dudu e tinha um bilhetinho para o Papai. Tratava-se de um convite para o Café da Manhã Comemorativo ao Dia das Mães, que será realizado no próximo sábado, dia 11.
Gente, quase morri de alegria. Já fiquei imaginando o que eles estão aprontando e no quanto eu vou me desmanchar de tanto chorar.
E no sábado, enquanto estava deitado ao meu lado no sofá, ele simplesmente começa a cantar a linda música do Roberto Carlos, "Como é grande o meu amor por você". Na hora saquei que era a música da apresentação do Dia das Mães e já fiquei toda boba.
Imaginem, minha gente, como eu vou ficar no próximo sábado?!
Marido falou que vai assistir a apresentação comigo. Acho ótimo, quero que ele grave quero eternizar esse momento, porque tenho certeza que não vou conseguir pensar em nada.
É muita emoção para o coração dessa mãe boba...ANSIOSÍSSIMA.
Gente, quase morri de alegria. Já fiquei imaginando o que eles estão aprontando e no quanto eu vou me desmanchar de tanto chorar.
E no sábado, enquanto estava deitado ao meu lado no sofá, ele simplesmente começa a cantar a linda música do Roberto Carlos, "Como é grande o meu amor por você". Na hora saquei que era a música da apresentação do Dia das Mães e já fiquei toda boba.
Imaginem, minha gente, como eu vou ficar no próximo sábado?!
Marido falou que vai assistir a apresentação comigo. Acho ótimo, quero que ele grave quero eternizar esse momento, porque tenho certeza que não vou conseguir pensar em nada.
É muita emoção para o coração dessa mãe boba...ANSIOSÍSSIMA.
02 maio 2013
23 abril 2013
O cabelo toín, toín
Nos meus sonhos, meu bebê teria um cabelo liso e fino.
Talvez seja pelo fato que sempre sofri com muitas ondas. Quando eu era adolescente resolvi assumir minhas ondas, e cultivei um cabelão ondulado por muitos anos. Mas aí inventaram a chapinha, a escova e a escova progressiva. Não, não tenho cachos, tenho ondas largas e toda a extensão do cabelo com a raiz lisa. Realmente não gosto.
Marido tem o cabelo fino e ondulado, bem parecido com o meu, e como só corta bem curtinho, aparenta ser liso.
Aos 8 meses com o cabelo enrolado....
Dudu teve cabelo liso até os 08 meses, aí começou a cair (somente e parte de trás) e aqueles fios que sobraram ficaram enrolados. Mantenho-os curtos desde sempre, mas o pequeno passou a odiar tesoura ou maquininha e faz um escândalo fenomenal para cortar as madeixas.
Resolvi deixar crescer e assumir os cachos por alguns meses. Todos diziam que estava lindo. Particularmente não achava, mas atendia a vontade do povo.
Dudu iniciou na escola e todos os dias pela manhã era aquele arsenal de spray, gel e afins para deixar o cabelo alinhado. E como saímos de casa extremamente cedo (06h) comecei a me preocupar com esse fato do cabelo úmido logo pela manhã.
Decidimos cortar e manter assim, bem curtinho. Sim, eu gosto. Acho que ele fica com uma carinha mais gostosa, e não pensem que é porque aparenta um cabelo liso, não. Ou será?
06 abril 2013
04 abril 2013
E a escola?
Para meu alívio, posso declarar: Dudu ama a escola!
Comentei por aqui o quanto estava apreensiva com a mudança de cuidados com a babá para a escola. Dudu era acostumadíssimo com a babá, dormia, acordava e comia na hora que queria (não que ela não impunha horários - mas era tudo bem flexível.
Levá-lo à escola era a única saída devido um problema que tivemos que nossa babá, afinal eu e marido trabalhamos em período integral durante a semana.
A escolha da escola foi um trabalho minucioso, mas que surtiu efeito. Dudu tem se mostrado totalmente adaptado, comenta diariamente de seus amiguinhos e atividades que fizeram, demonstra carinho com as tias que cuidam dele (e vice-versa), sua fala e percepção do todo estão bastante desenvolvidas. Isso tudo me deixa muito feliz. Pagamos uma boa quantia em mensalidade e material para que ele seja bem cuidado e estimulado.
A escola que o Dudu frequenta está muito bem localizada, é acolhedora e organizada. Suas dependências são simples, mas tudo é tratado com carinho. As funcionárias sempre nos atende de forma correta e transmitem segurança no que falam. O grupo de crianças por faixa etária é pequeno, e há duas a três funcionárias para cuidar de cada grupo. A cozinha e refeitório são limpos. A alimentação oferecida é balanceada.
A única parte que ainda não conseguimos ficar em 100% é a distância de casa. Infelizmente trabalhamos muito longe e optamos por deixá-lo numa escola próxima ao trabalho do meu marido, o que exige que o Dudu siga nossos horários, o que resulta em muito tempo dentro do carro/trânsito e acordar para ir à escola muito cedo. Tudo isso é cansativo, ele fica irritado. Para driblar, levamos sempre brinquedos, ouvimos músicas e tentamos conversar com ele durante o caminho. É bastante comum chegar em casa com ele dormindo. Enfim, a saída seria uma troca de emprego ou de residência para mudar a rotina do pequeno, mas por enquanto ainda não será possível.
Prefiro pensar que a escola é essencial para a vida e desenvolvimento do meu filho e que ele está muito feliz. Agora que ele está totalmente adaptado, a partir desse mês começaremos o desfralde. Não tenho pressa, sei que esse processo depende de maturidade e paciência, e será feito em parceria com a escola. Estou confiante.
Transcrevo uma matéria da revista VEJA a respeito da escolha da escola para auxiliar os pais nesse momento tão delicado:
Comentei por aqui o quanto estava apreensiva com a mudança de cuidados com a babá para a escola. Dudu era acostumadíssimo com a babá, dormia, acordava e comia na hora que queria (não que ela não impunha horários - mas era tudo bem flexível.
Levá-lo à escola era a única saída devido um problema que tivemos que nossa babá, afinal eu e marido trabalhamos em período integral durante a semana.
A escolha da escola foi um trabalho minucioso, mas que surtiu efeito. Dudu tem se mostrado totalmente adaptado, comenta diariamente de seus amiguinhos e atividades que fizeram, demonstra carinho com as tias que cuidam dele (e vice-versa), sua fala e percepção do todo estão bastante desenvolvidas. Isso tudo me deixa muito feliz. Pagamos uma boa quantia em mensalidade e material para que ele seja bem cuidado e estimulado.
A escola que o Dudu frequenta está muito bem localizada, é acolhedora e organizada. Suas dependências são simples, mas tudo é tratado com carinho. As funcionárias sempre nos atende de forma correta e transmitem segurança no que falam. O grupo de crianças por faixa etária é pequeno, e há duas a três funcionárias para cuidar de cada grupo. A cozinha e refeitório são limpos. A alimentação oferecida é balanceada.
A única parte que ainda não conseguimos ficar em 100% é a distância de casa. Infelizmente trabalhamos muito longe e optamos por deixá-lo numa escola próxima ao trabalho do meu marido, o que exige que o Dudu siga nossos horários, o que resulta em muito tempo dentro do carro/trânsito e acordar para ir à escola muito cedo. Tudo isso é cansativo, ele fica irritado. Para driblar, levamos sempre brinquedos, ouvimos músicas e tentamos conversar com ele durante o caminho. É bastante comum chegar em casa com ele dormindo. Enfim, a saída seria uma troca de emprego ou de residência para mudar a rotina do pequeno, mas por enquanto ainda não será possível.
Prefiro pensar que a escola é essencial para a vida e desenvolvimento do meu filho e que ele está muito feliz. Agora que ele está totalmente adaptado, a partir desse mês começaremos o desfralde. Não tenho pressa, sei que esse processo depende de maturidade e paciência, e será feito em parceria com a escola. Estou confiante.
Transcrevo uma matéria da revista VEJA a respeito da escolha da escola para auxiliar os pais nesse momento tão delicado:
Para ajudá-los na dura tarefa, VEJA procurou especialistas do setor e levantou uma lista de princípios recomendados por quem entende do assunto. São eles:
• Você tem o direito de errar. Pode parecer estranho, mas alguns especialistas insistem nesse ponto como o mais importante. Uma coisa é a obrigação de selecionar a escola na fase de alfabetização, lá pelos 6 ou 7 anos, em que um erro pode significar um razoável prejuízo. Muito diferente é matricular seu filho na pré-escola, aos 2 anos de idade. A criança irá freqüentar um estabelecimento cuja principal tarefa é acolhê-la com carinho e segurança na fase em que ela precisa aprender o que significa sair de casa todos os dias e quais são os princípios do convívio social. Se não der certo, é possível trocar de colégio no meio do ano. Seu filho não perderá nada com isso. Evidentemente, é importante saber que parte dos bons estabelecimentos de ensino prestigia aqueles que matriculam o pequeno já no maternal. A vantagem para a criança, no caso, é livrar-se da obrigação de se submeter a um teste na fase de alfabetização.
• Prefira um colégio perto de casa. Para quem vive numa cidade grande, não faz sentido obrigar a criança a permanecer quarenta minutos ou mais dentro do carro para ir de casa à escola e depois mais quarenta minutos para voltar. É pouco provável que o bairro onde vocês morem ou os bairros próximos não ofereçam um bom estabelecimento de ensino. Alguns pais mais preocupados chegam ao cúmulo de escolher o imóvel onde vão morar de acordo com a localização da escola do filho.
• Fuja das promessas. Existem na praça muitas escolas prometendo acelerar o desenvolvimento das crianças. Como há uma superoferta de pré-escolas, a disputa muitas vezes ultrapassa o limite ético e descamba para a propaganda barata. Como se aquela escolinha da esquina tivesse tido acesso a um estudo fabuloso que revoluciona o ensino mundial e que, por milagre, foi entregue só para ela. Fuja! Os pequenos não estão preparados para aprender da mesma forma que os mais velhos. Idealmente, a pré-escola deve ser apenas um ambiente seguro e estimulante supervisionado por adultos preparados.
• Olho nos preços. Procure uma escola cuja mensalidade se adapte com conforto a sua realidade financeira. Escolas caras demais acabam produzindo, cedo ou tarde, algum dissabor, e o principal deles, relatado pelos especialistas, é que a criança e os pais tendem a se sentir deslocados no ambiente. Pode acontecer o oposto, o que também contém aspectos negativos: seu filho se encanta com a escola, mas precisa abandoná-la por razões de ordem econômica. Saiba que a mensalidade descrita no carnê muitas vezes não expressa o custo real do colégio. Somando-se a matrícula e o custo indireto com material didático e passeios, a despesa anual pode aumentar em até 25%. Faça as contas com cuidado. Para isso, jogue limpo e peça todos os números na secretaria. Diga que você não quer levar sustos. É a melhor solução.
• Escolha o perfil da escola. Você prefere colégio grande ou pequeno? Quer que seu filho concentre todas as atividades num só lugar ou acha melhor que ele faça esportes em outros locais? Há estabelecimentos em que na pré-escola os alunos de idades diferentes são divididos por faixa etária. Noutros, são postos numa mesma sala. Um exemplo é a Escola Pacaembu, em São Paulo, onde os pequenos se reúnem em classes coletivas, chamadas de multisséries. "A idade cronológica não deve ser o único referencial para definir o desenvolvimento da criança", diz a educadora e proprietária da escola, Vera Lúcia Lisboa Bonafé. Há outros colégios usando esse método.
• Não se envolva em questões pedagógicas. A maior parte das escolas se guia pelo construtivismo, que considera as crianças prontas a aprender a partir da própria realidade, sem o auxílio de cartilhas especiais. Mesmo os estabelecimentos que oferecem variações pedagógicas não escapam muito desse modelo. O que diferencia o colégio, além da tradição e da seriedade do corpo docente, são o espaço, a disciplina e a infra-estrutura que oferece.
• Procure referências. Parentes e amigos costumam ser bons indicadores. Contam a experiência que tiveram com seus filhos, os resultados e o que se vai encontrar na escola. Também se recomendam a pesquisa em sites especializados e a análise de rankings, grande instrumento de aferição da qualidade dos colégios.
• Visite a escola mais de uma vez. É fundamental ler o que for possível sobre o estabelecimento onde pretende matricular a criança, mas jamais deixe para outros a tarefa de escolher o melhor colégio para ela. Itens que podem ser esclarecidos durante uma visita pessoal: qual é a taxa de renovação dos professores e há quanto tempo o professor mais antigo está trabalhando na escola? Se a taxa for alta e o professor mais antigo estiver lá há apenas dois anos, atenção. Alguma coisa pode estar errada.
• Fique atento, mesmo depois de escolher. Na maior parte do tempo em que ficam na escola, as crianças permanecem brincando. Uma das grandes diversões desse período é voltar para casa com presentes iguais àqueles que fazíamos para nossos pais. São pentes com pompons, espelhos de cartolina e pesos de papel de todos os formatos e materiais. Falta lugar para guardar tudo. Quando a escola é boa, a criança se diverte a ponto de querer voltar no dia seguinte. Se seu filho mostrar qualquer sinal de desapontamento com a escola, fique de olho. E essa é a regra número 1 após a seleção do colégio. O sossego da decisão acertada é a eterna vigilância. Participe das reuniões de pais, pergunte a seu filho se ele está satisfeito, vá às festas e eventos sociais. Seu trabalho está apenas começando.
01 abril 2013
Cenas de Páscoa
Para mim, a Páscoa sempre teve mais o significado religioso do que o comercial. É claro que compro chocolate e presenteio os mais próximos, mas como não sou uma viciada no pretinho, nunca fiz muita festa.
Mas com uma criança em casa a coisa muda de figura. Porém, Dudu tem apenas dois anos. E por essa razão, nada de se acabar em chocolate, não é mesmo? Alguns pedacinhos já garantem a alegria, e pronto.
Combinei com os Padrinhos, Tios e Avós que os ovos poderiam ser gentilmente trocados por brinquedos e, de preferência, Hot Wheels, os carrinhos que o Dudu tanto ama. Na verdade, Papai e Mamãe amam mais e planejaram comprar até mesmo um suporte com capacidade de 200 carrinhos para a coleção que pretendemos montar, kkkkk. Ainda bem que o Dudu nos apoia.
P.S: Apenas a Vovó Cris e o Vovô Arnaldo deram de presente um ovo de chocolate pequeno, mas que vinha com um mini trator de presente...yes!
Semana de Páscoa. No retorno da escola, pintado de coelhinho
Na manhã de sexta-feira santa, com a máscara de coelhinho produzida na aula de artes
Os Hot Wheels de Páscoa (uhuuu, já começamos nossa coleção)
29 março 2013
Dormindo
Mamãe e Papai na cama. Tudo escuro. Dudu no seu quartinho quentinho.
De repente ouvimos um choro. Nada de sair correndo (já diz minha experiência que ele pode estar sonhando). Ficamos esperando outro choro e nada. Voltamos para as redes sociais que estávamos acessando pelo celular e tablet.
Momentos depois ouvimos:
- Pepê, pode parar. Vai ficar de castigo agora. Não pode brincar de "luca" (leia-se: luta).
Rimos sozinhos e baixinho. E ele voltou a dormir.
Desse episódio podemos concluir que:
(risos, muitos risos)
De repente ouvimos um choro. Nada de sair correndo (já diz minha experiência que ele pode estar sonhando). Ficamos esperando outro choro e nada. Voltamos para as redes sociais que estávamos acessando pelo celular e tablet.
Momentos depois ouvimos:
- Pepê, pode parar. Vai ficar de castigo agora. Não pode brincar de "luca" (leia-se: luta).
Rimos sozinhos e baixinho. E ele voltou a dormir.
Desse episódio podemos concluir que:
- Dudu não "nega a raça": passou a falar dormindo como todos os membros da família paterna.
- A disciplina da escola está traumatizando meu filho.
- Dudu, é um mandão.
(risos, muitos risos)
27 março 2013
Coisas da escola
Daí que o Dudu tem uma agenda escolar. E que diariamente é consultada por mim para ver o que ele aprontou durante o dia.
Até então, lia quase sempre as mesmas frases: Dudu se comportou direitinho. Dudu passou bem o dia. Etc.
E num fatídico dia leio o seguinte recado: "Dudu mordeu hoje um amiguinho sem nenhum motivo. Foi leve, mas já conversamos com ele. Está tudo bem".
Gente, como assim? Onde o Dudu aprendeu a morder? Alguém sabe?
So-cor-ro!
Até então, lia quase sempre as mesmas frases: Dudu se comportou direitinho. Dudu passou bem o dia. Etc.
E num fatídico dia leio o seguinte recado: "Dudu mordeu hoje um amiguinho sem nenhum motivo. Foi leve, mas já conversamos com ele. Está tudo bem".
Gente, como assim? Onde o Dudu aprendeu a morder? Alguém sabe?
So-cor-ro!
22 março 2013
Ele foi ao Zoo
Pois é, meu pequeno filho de 02 anos foi ao Zoológico com seus tios-padrinhos, e eu não fui (leia-se: não fui com ele e nem sem ele = nunca fui no Zoológico). Se isso me causa traumas? Nããão.
Coisa linda que é o Zoológico. Tem ursos, leões, cobras, jacarés, coelhos e até imagino que deve ter dinossauros....Pra você deve ser lindo, mas pra mim....Perdoe-me os veterinários e aspirantes, mas bicho pra mim é cachorro, gato, papagaio, passarinhos, peixes e macacos. O resto acho nojento, mas tenho salvação, gosto de macacos.
Enfim, Dudu foi num sábado de manhã conhecer todos os animais possíveis. Tia Amarílis carregou malinha e água pra cima e pra baixo, além de ficar encarregada de registrar o momento em fotos. E tio Bruno se matou de tanto carregar o pequeno nas costas que ficou uma semana reclamando de dor.
Se o Dudu gostou? Sim, ele gostou. Mas de verdade, acho que ele puxou a mãe, afinal só falou dos peixes.
Coisa linda que é o Zoológico. Tem ursos, leões, cobras, jacarés, coelhos e até imagino que deve ter dinossauros....Pra você deve ser lindo, mas pra mim....Perdoe-me os veterinários e aspirantes, mas bicho pra mim é cachorro, gato, papagaio, passarinhos, peixes e macacos. O resto acho nojento, mas tenho salvação, gosto de macacos.
Enfim, Dudu foi num sábado de manhã conhecer todos os animais possíveis. Tia Amarílis carregou malinha e água pra cima e pra baixo, além de ficar encarregada de registrar o momento em fotos. E tio Bruno se matou de tanto carregar o pequeno nas costas que ficou uma semana reclamando de dor.
Se o Dudu gostou? Sim, ele gostou. Mas de verdade, acho que ele puxou a mãe, afinal só falou dos peixes.
20 março 2013
A relação com os carros
Dudu tem o DNA do pai no que diz respeito a carros, disso ninguém duvida.
Contei por aqui Yes, nós temos um Uno a relação da minha família, ou melhor a família do meu marido, com carros. O povo ama carros, e de preferência, Uno.
E tudo isso influencia no pequeno. Marido só fala em carros, Dudu só quer saber de carros.
A diversão do Marido é ensinar modelo e marca de carros para o Dudu. E não é que o pequeno aprendeu direitinho. Confira:
E tudo isso influencia no pequeno. Marido só fala em carros, Dudu só quer saber de carros.
A diversão do Marido é ensinar modelo e marca de carros para o Dudu. E não é que o pequeno aprendeu direitinho. Confira:
19 março 2013
14 março 2013
Culpa, muita culpa
Eu sou um paradoxo: gosto de ter uma vida profissional, mas sinto falta de ter mais mãe.
Acordo, tomo um banho rápido, consulto o relógio, preparo a mamadeira, ofereço ao Dudu, chamo o marido, consulto o relógio, me troco, consulto o relógio, acordo o Dudu e o levo pro banho, consulto o relógio, termino de me trocar, preparo o lanche da escola, verifico a mochila, confiro o uniforme, troco o Dudu, consulto o relógio, apresso o marido, entramos no carro, consulto o relógio. #Tudo isso foi feito em 30 minutos.
Marido me deixa no meio do caminho e corro para pegar o ônibus. Chego às 08h. Atendo milhares de condôminos. Respondo inúmeros e-mails. Me envolvo em vários projetos, em vários assuntos. Sou uma supervisora faz-tudo. Saca? Desde atendimento ao RH. Uma loucura!
Meu expediente deveria terminar as 17h48 (horário mais estranho, não é mesmo?), mas muitas vezes se estende até às 23h (sim, isso já aconteceu por várias vezes).
E o meu filho?
Marido leva e busca o Dudu pra escola. É ele que conversa com as professoras e coordenadoras a respeito do comportamento e desenvolvimento dele. E eu fico sabendo através do marido ou da agenda escolar. Para passarmos mais tempo juntos, Marido às vezes me pega no trabalho (quando consigo sair no horário), mas aí o Dudu fica irritado por ficar tanto tempo no carro (e no meio do trânsito), chora e chora até cansar, e dorme. Chegamos em casa e o carregamos até a cama, trocamos sua roupa, damos a mamadeira e ele dorme até o dia seguinte.
Pois é, só consigo melhor curtir meu filho aos finais de semana. Só que junto a isso tenho que dar conta da casa, da roupa, da alimentação do Dudu (porque a nossa fica para segundo plano sempre), do supermercado e de descansar um pouco.
Estou cansada, muito cansada. E me culpo por não ser tão presente na vida do meu único filho. É claro que essa distância provoca afastamento entre nós e muitas vezes ele prefere o pai à mim. A culpa é minha, é claro. Marido fica mais perto, participa e tem mais paciência que eu que luto contra o tempo para dar tempo de fazer tudo.
Dudu está mais birrento e chorão. A palavra "não" é pronunciada por ele várias vezes ao dia. E muitas vezes é direcionada pra mim. Eu me culpo. Me culpo muito por tudo isso.
Socorro: eu quero férias! Eu que ter a possibilidade de criar meu filho. De acompanhar seus melhores anos!
Acordo, tomo um banho rápido, consulto o relógio, preparo a mamadeira, ofereço ao Dudu, chamo o marido, consulto o relógio, me troco, consulto o relógio, acordo o Dudu e o levo pro banho, consulto o relógio, termino de me trocar, preparo o lanche da escola, verifico a mochila, confiro o uniforme, troco o Dudu, consulto o relógio, apresso o marido, entramos no carro, consulto o relógio. #Tudo isso foi feito em 30 minutos.
Marido me deixa no meio do caminho e corro para pegar o ônibus. Chego às 08h. Atendo milhares de condôminos. Respondo inúmeros e-mails. Me envolvo em vários projetos, em vários assuntos. Sou uma supervisora faz-tudo. Saca? Desde atendimento ao RH. Uma loucura!
Meu expediente deveria terminar as 17h48 (horário mais estranho, não é mesmo?), mas muitas vezes se estende até às 23h (sim, isso já aconteceu por várias vezes).
E o meu filho?
Marido leva e busca o Dudu pra escola. É ele que conversa com as professoras e coordenadoras a respeito do comportamento e desenvolvimento dele. E eu fico sabendo através do marido ou da agenda escolar. Para passarmos mais tempo juntos, Marido às vezes me pega no trabalho (quando consigo sair no horário), mas aí o Dudu fica irritado por ficar tanto tempo no carro (e no meio do trânsito), chora e chora até cansar, e dorme. Chegamos em casa e o carregamos até a cama, trocamos sua roupa, damos a mamadeira e ele dorme até o dia seguinte.
Pois é, só consigo melhor curtir meu filho aos finais de semana. Só que junto a isso tenho que dar conta da casa, da roupa, da alimentação do Dudu (porque a nossa fica para segundo plano sempre), do supermercado e de descansar um pouco.
Estou cansada, muito cansada. E me culpo por não ser tão presente na vida do meu único filho. É claro que essa distância provoca afastamento entre nós e muitas vezes ele prefere o pai à mim. A culpa é minha, é claro. Marido fica mais perto, participa e tem mais paciência que eu que luto contra o tempo para dar tempo de fazer tudo.
Dudu está mais birrento e chorão. A palavra "não" é pronunciada por ele várias vezes ao dia. E muitas vezes é direcionada pra mim. Eu me culpo. Me culpo muito por tudo isso.
Socorro: eu quero férias! Eu que ter a possibilidade de criar meu filho. De acompanhar seus melhores anos!
12 março 2013
Páscoa, sinônimo de chocolate?
Queria muito que meu filhote não amasse tanto chocolate como o pai. Juro que queria. Mas não teve jeito. Dudu ama "chucurate". E eu que tento evitar doces fico de cabelo em pé toda vez que ele me pede.
Mas como dizer não para uma criança que te olha com os olhos mais expressivos desse mundo e te pede um pedacinho com a voz doce? Difícil.
E a Páscoa tá aí. Os mercados lotados de ovos em cima da sua cabeça, tudo muito colorido e convidativo. E tem pai, avós, padrinhos e afins que sempre dão um ovo de presente. Chega um, depois outro, e quando você percebe sua casa está repleta de ovos de chocolate.
Nessas horas, você que tem um filho de apenas 02 anos, como faz? Me conta!
Mas como dizer não para uma criança que te olha com os olhos mais expressivos desse mundo e te pede um pedacinho com a voz doce? Difícil.
E a Páscoa tá aí. Os mercados lotados de ovos em cima da sua cabeça, tudo muito colorido e convidativo. E tem pai, avós, padrinhos e afins que sempre dão um ovo de presente. Chega um, depois outro, e quando você percebe sua casa está repleta de ovos de chocolate.
Nessas horas, você que tem um filho de apenas 02 anos, como faz? Me conta!
03 março 2013
O lanche da escola
Confesso que é uma luta manter uma alimentação saudável quando se trabalha fora (leia-se: não tem tempo pra nada) com filho na escola em tempo integral.
Na escola que o Dudu fica estão inclusos na mensalidade do período integral um suco natural pela manhã e uma das refeições. A outra refeição fica por minha conta (porém, optei por pagar essa taxa e a alimentação é a da escola) e o lanchinho da tarde (servido lá pelas 14h30) é trazido de casa. E para compor o lanchinho tenho rebolado para enviar uma refeição completa e mais natural possível.
Sei que convivendo com outras crianças que tem hábitos diferentes, ele irá um dia comer uma tranquera. Há crianças que são acostumadas ao refrigerantes e bolachas recheadas e os pais não ligam. Se eu ligo? Ligo, mas não piro.
Na fase da adaptação escolar (que durou apenas 2 dias porque meu filho é do mundo, gente!), as tias me perguntaram se havia alguma restrição por parte dele e minha de comer o bolo do dia da comemoração. Explicaram que para evitar alimentos que não sabem da procedência, não aceitam bolos e doces vindo dos pais para comemorar o aniversário do filho, por exemplo. Elas preparam um bolo simples com uma cobertura e serve para todas as crianças na data de aniversário de cada uma delas, ou os aniversariantes do período. Para adoçar a vida servem um brigadeiro. Deixei claro que não tinha nada contra, desde que fosse esporádico e não fosse acompanhado por refrigerante, e fiquei aliviada ao saber que refrigerantes são proibidos na escola. Abre parenteses: a escola aceita que os pais do aniversariantes ofereçam aos coleguinhas de sala as famosas sacolinhas surpresas, porém são entregues apenas na saída, deixando para que os pais de cada criança decidam se devem oferecer o conteúdo da sacolinha. Fecha parenteses.
Voltamos à composição do lanche do Dudu, tento priorizar a variedade e as coisinhas que ele gosta, dividindo-os da seguinte forma:
Na escola que o Dudu fica estão inclusos na mensalidade do período integral um suco natural pela manhã e uma das refeições. A outra refeição fica por minha conta (porém, optei por pagar essa taxa e a alimentação é a da escola) e o lanchinho da tarde (servido lá pelas 14h30) é trazido de casa. E para compor o lanchinho tenho rebolado para enviar uma refeição completa e mais natural possível.
Sei que convivendo com outras crianças que tem hábitos diferentes, ele irá um dia comer uma tranquera. Há crianças que são acostumadas ao refrigerantes e bolachas recheadas e os pais não ligam. Se eu ligo? Ligo, mas não piro.
Na fase da adaptação escolar (que durou apenas 2 dias porque meu filho é do mundo, gente!), as tias me perguntaram se havia alguma restrição por parte dele e minha de comer o bolo do dia da comemoração. Explicaram que para evitar alimentos que não sabem da procedência, não aceitam bolos e doces vindo dos pais para comemorar o aniversário do filho, por exemplo. Elas preparam um bolo simples com uma cobertura e serve para todas as crianças na data de aniversário de cada uma delas, ou os aniversariantes do período. Para adoçar a vida servem um brigadeiro. Deixei claro que não tinha nada contra, desde que fosse esporádico e não fosse acompanhado por refrigerante, e fiquei aliviada ao saber que refrigerantes são proibidos na escola. Abre parenteses: a escola aceita que os pais do aniversariantes ofereçam aos coleguinhas de sala as famosas sacolinhas surpresas, porém são entregues apenas na saída, deixando para que os pais de cada criança decidam se devem oferecer o conteúdo da sacolinha. Fecha parenteses.
Voltamos à composição do lanche do Dudu, tento priorizar a variedade e as coisinhas que ele gosta, dividindo-os da seguinte forma:
- Líquidos: achocolatados, iogurtes, sucos de soja e sucos de frutas;
- Carboidratos: bisnaguinhas com requeijão, pão de queijo, biscoito de polvilho, biscoito salgado e biscoito de leite;
- Frutas: maça, uva, mamão, morango e manga;
- Petiscos: cereal tipo sucrilhos (puro) e uva passa (sua nova paixão).
Providenciei saquinhos para alimentos (tipo zip), papel alumínio (para embalar as frutas) e potinhos pequenos para as porcões como uvas. Monto o lancinho do dia logo pela manhã para que todos os alimentos estejam fresquinhos. As assistentes da escola ficam responsáveis por receber cada lanchinho e refrigerar o alimento que seja necessário.
Sei que devia enviar sempre o suco natural, seja da própria fruta ou polpa, e o achocolato caseiro, mas isso é extremamente trabalhoso para quem não tem nenhum pingo de tempo. Vou comprar uma garrafa térmica e me educar nessa parte, prometo.
Quanto ao almoço (11h15) e jantar (17h) mensalmente recebemos o cardápio desenvolvido e acompanhado por uma nutricionista. Dia desses, Duduzinho se esbaldou comendo peixe e batata cozida. Aprovado pela mamãe!
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