31 maio 2007

Da série: frase do dia

A preguiça mata a alma e envenena...

Vibração positiva

Durante uma época eu pensei que meu fígado era imortal e judiei dele... Mas o tempo foi passando e aprendi que bebedeiras-mortais deveriam ser guardadas para poucos, importantes e determinados momentos.
Tomara que o final de semana que se aproxima não seja recheado de momentos desses. Eu nem quero sair, Deus é testemunha, tentarei ficar em casa ou na casa alheia devido a friaca que está em Sampa, tomara que eu não caia em tentação.
Vou começar a vibrar POSITIVAMENTE desde já.

Tava faltando essa

Ícone de sucessos dos anos 80, recentemente atriz do cinema pornô e mãe da lésbica Thammy (nada contra, nada a favor), a cantora Gretchen começa a se despedir da vida artística para ingressar na política. A Conga Gretchen quer se candidatar a prefeita de Itamaracá, em Pernambuco. Tive uma idéia: vou pedir para minha mãe ligar para todos os parentes dela de lá e fazer uma campanha anti-Gretchen.
O pior é saber que é capaz dela ganhar. Brasileiro é o ser mais abençoado pela inteligência divina que existe, depois de Clodovil e Frank Aguiar, vem o Melô da Gretchen em Brasília.
Francamente.........

Coisas que me lembram você

*Esse post é antigo, mas não consegui transferí-lo antes....


Vc já parou para pensar na carinha que seu filho terá?


O meu terá provavelmente essa, né Rô!

Saldo dos últimos dias

Noites curtas, dias longos, demasiadamente longos.
E, uma sensação horrível por não saber o que irá acontecer nos próximos dias que terão de vir.
Se me dão licença, vou ali num instante dar um tiro na cabeça e já volto!!!

Comendo e bebendo


(esse título não contém gerúndio - isso é uma afirmação, hehehe)

No frio, tudo que é quente é muito bem vindo, obrigado. Um jeito de driblar o frio é comendo e bebendo coisas quentes. Logo, almoçar no horário certo para não comer o rango frio está incluso. Sorvete está fora da lista, açaí também e cerveja... Bom, tem gente que nunca dispensa a cerveja como eu...
Enfim, é melhor comer e beber coisas quentes. Pão de Queijo acabado de fazer é uma boa pedida, aliás, salgados em geral que tenham queijo e que sejam acabados de fazer ficam bons. Cinco minutos na estufa da cafeteria ou da padoca que vc freqüenta e seu salgado salvador está frio. Não tem nada melhor que sopa* e aqueles cremes de queijo... Pipoquinha sempre ajuda contra o frio e pizza então, nem se fala... Os doces de inverno então, nem se fala... Bolo acabado de fazer..hummmmmmm.
Bebidas de inverno incluem o bom e velho café. Aliás, o cafezinho nosso de todo dia completou 300 anos no Brasil! Não é mole não! O frio traz também o chocolate quente, vinho quente e quentão (ah, to afim de ir em uma festa junina)... Tudo prá esquentar nesse friozão!

OBS: Relógios marcavam no período matutino - 9°. Tô congelando!

Palavrões e suas funções

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não''! E tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade ''Não, absolutamente não!'' O substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porranenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cú!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cú!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cú!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!". Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do ''foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.". Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao ''foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e FODA-SE.

Millor Fernandes

Expulsas do paraíso

Estava lendo hoje uma reportagem da Marie Claire (a melhor revista feminina na minha opinião) sobre a existência de um "Clube de Mães" no Japão. Todo mundo sabe que ter uma filha no Ocidente é penoso para uma mãe por questões financeiras, mas o que li hoje me deixou bege. O clubinho é uma reunião de mães que possuem filhas numa mesma escola e/ou freqüentam o mesmo parque. Ali mães se reúnem para conversar, participar de chás, passear nos finais de semanas. Funciona com um grupo de auto-ajuda, mas há regras rígidas para serem aceitas como ter uma boa vida financeira, ter uma educação exemplar, usar roupas de grife e ser inteligente, traduzindo: estar nos padrões. Essas características cabem para mãe e filha. Imitando a estrita hierarquia corporativa do país, os grupos são muitas vezes dirigidos por uma 'mãe-chefe', a quem as outras respeitam.
A vida social no Japão é muito mais intensa pelo fato dos maridos passarem muito tempo ausentes de casa, trabalhando, enquanto as mães passam o tempo todo com outras mães e seus filhos. As mulheres japonesas sofrem intensa pressão para garantir a seus filhos um lugar nos jardins de infância e nas escolas de prestígio. Se a menina for aceita por essas mães tão bem-relacionadas, podem contar com uma rede social para toda a vida, boas perspectivas de emprego e um bom casamento. Existem casos de mães que não conseguem ser aceitas em nenhum grupo e sofrem ao ver suas filhas sem amiguinhos para brincar. A decepção é tão grande que chegam a matar suas filhas para evitar sofrimentos futuros. Se o fato já é inaceitável, pior se torna a identificação da população com a mãe. A assassina não se livra da pena, mas matar foi um recurso real, quase uma prova de amor.

Favela que me viu nascer

Imagem da Helena Coelho (achei bárbara)


Morar na periferia é tudo, tudo de ruim em matéria de transporte coletivo. Não seria tanto se eu tivesse um carrinho para me levar ao trabalho, mas esse é um sonho distante. O pior é que o bairro onde moro foi tomado pelas vans, ou melhor, lotações mesmo, elas estão maiores, mas não comportam a quantidade de infelizes (estou incluída nessa) que precisa ir trabalhar e enfrentar o balanço das vans. Confesso que esta não é das sensações mais agradáveis desse mundo. Perceber que a dita cuja da lotação vai encostar no próximo ponto para pegar mais passageiros é ainda pior. Eu que não acordo mal-humorada (me orgulho disso), mas ainda tô com sono, tiro forças não sei de onde para ser simpática e me espremo, com o cuidado de não cair sobre o indivíduo sentado à minha frente, para deixar os novos infelizes passarem. Passa boi, passa boiada, até que um dos últimos da fila acha ótimo o espacinho vazio que tem logo atrás de você, sem desconfiar que aquele é justamente o lugar que você estava ocupando e que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. O infeliz teima em ficar logo ali. Seu braço já está com cãimbra pela posição sem jeito de quem se espreme e precisa voltar à posição normal o mais rápido possível. O jeito é rezar para todos os santos e orixás que você conhece e esperar que o indivíduo inconveniente tenha algum semancol e saia logo do seu lugar. Mas o infeliz prefere ficar ali batendo aquele bundão em você - não há nada mais irritante do que fazer isso com um desconhecido na lotação logo cedo. Você tenta tira-lo de lá, usa o cotovelo para esbarrar sem querer, faz cara feia... Nada adianta. Ainda bem que trabalho próximo de casa. Odeio "lotações lotadas" logo de manhã.

Caetaneando

Eu ainda não sei definir o que realmente sinto por Caetano Veloso. Acredito que seja ódio, mas até que ele canta, se não canta enrola e enrola bem. Fico me questionando porque diabos as criaturas desse mundo amam tanto esse cara de cabelo desgrenhado e fala estranha. A Globo glorifica, os universitários da USP (falando nisso, ta uma loucura aquilo heim!!) acham ele o cara, MPB é sinônimo de Caetano...entre Los Hermanos e Caetano eu juro que não vejo diferença (me xingue quem quiser). Na sexta-feira passada o canal do Plim-plim exibiu um especial sobre esse cara. É todo mundo precisa de confete! Já cheguei mesmo a pensar que ele é uma praga ou um deus da música brasileira: parece que todo artista que surgiu após Caetano se sente na obrigação de pedir-lhe a bênção. Para mim, ele parece o personagem Painho do Chico Anísio, até os trejeitos são semelhantes. Ou como disse Luana Piovani, aquela atriz polêmica, ele é um banana de pijama.

Um novo tempo...

...apesar dos perigos.

Eu acredito sim que, juntos, podemos fazer um mundo melhor. Eu faço a minha parte. Por exemplo: eu adoraria criar uma ONG em prol aos fanhos. Isso mesmo! Porque todo mundo só pensa nos gagos. Será que só eles sofrem?
Hermione Granger da série Harry Potter fundou uma ONG para a proteção dos elfos domésticos (vc não sabe o que é um elfo doméstico? – são criaturas inferiores que são escravas dos bruxos, não tem direito ao uso de roupas, fazem serviços domésticos e agüentam desaforos a torto e à direita). Resumindo: o movimento da Hermione não deu em nada, porque até no mundo bruxo fictício, o povo quer ter alguém para lhe servir, pasmem!
Tava pensando em criar um movimento para acabar com coisas que agridem a nossa inteligência ou que nos "emburrecem" - esta palavra é de minha autoria - como o Domingão do Faustão, a Banda Calipso e Reginaldo Rossi, mas eles têm alguns fãs-clubes e acho que não vou conseguir apoio.

Sobre o final de semana

Solzinho de inverno de dia, edredom e vinho a noite, peixe ao molho de camarão no almoço, comidinha na boca, cobertor de orelha a noite toda....
Ai, vidinha mais ou menos essa!

Dinheiro na mão é vendaval

Olhai minha conta bancária, as inúmeras preocupações e quem sabe futuros (e prematuros) cabelos brancos e vejam que estou passando por um inferno financeiro.
Prá variar, estou numa roubada por causa de familiares. Não sei de onde vem essa minha compaixão excessiva em satisfazer o ego das minhas ilustres irmãs. O pior é que essa situação já dura há alguns meses e não vejo luz no fim do túnel.
Essa falta de estabilidade financeira acaba me incomodando um pouco e não posso planejar nada. E ainda tenho que ouvir minha mãe dizendo que antigamente eu me preocupava mais em estudar, aprender, essas coisas....
Que espécie de barreira é essa que eu criei em sempre ceder? Será que é alguma síndrome? Preciso fazer análise.

Intimidade

Abraçados
tua perna sobre a minha
minha cabeça em teu peito
você dorme enquanto te acaricio

Deitados
meu cabelo espalhado em teu travesseiro
teu lençol enrolado em nossos pés
você dorme enquanto te olho

Cansados
molhados de suor
do momento há pouco vivido
você dorme enquanto te sonho.

Do blog Salto Alto.

Neuroses

Tava fazendo uma análise do meu corpo e lembrei que tenho que cuidar das minhas pernas. Há um tempo atrás comprei meias Kendal (muito amiga minha acha que isso é coisa de velha ou de grávida – eu não me enquadro em nenhuma “catigoria”). De acordo com minha mãe e minhas irmãs que já tiveram filhos (ai), é uma ótima opção para inchaço das pernas no final do dia para quem fica muito tempo em pé ou usa salto (agora eu me enquadro na categoria do salto alto – tenho trauma de ser pequena!!). A sensação é muito estranha. Dá para se sentir tão...tão...desconfortável. Parece que alguém está te espremendo (e está mesmo, mas não é alguém é ALGO), mas você se sente meio leve... pode ser pelo excesso de sangue na cabeça, já que o retorno venoso aumentou. Bem, desisti das meias malditas e estou mais aliviada: li um artigo sobre o uso de pílulas anticoncepcionais e cigarro que podem causar varrizes e outras coisas. Eu não uso nada disso, viva!
Aí, vc continua olhando para o espelho e vê muita coisa que não gosta: meu cabelo ta com dois dedos de raiz (essa expressão só é entendida pelas meninas adeptas à tintura), isso me deixou preocupada, mas ganhei uma tintura para retocar. Final de semana estarei com o cabelo tinindo.
Sobre meus dentes, já comentei e já tomei providências. Vamos pular essa parte.
Tava pensando que em breve, muito em breve quero, porque quero fazer uma lipoaspiração. Nossa, que sonho. Imagina eu de barriga tanquinho (sem ser de guerra). Não importa se há academia, se eu devia parar de tomar cerveja, se ainda não tenho filhos, blá, blá, blá, eu tenho preguiça de fazer exercícios!!! Vou apelar para a faca mesmo e sem medo de morrer com anestesia, eu sei que morrerei nesta vida só uma vez.
Falando na possibilidade de morte, também quero fazer uma escova progressiva. E não vou fazer em qualquer fundo de quintal para não correr o risco da minha mãe usar meu seguro de vida. Não agüento mais secador, chapinha e shampoos que alisam. Quero ser uma mulher livre!!!!!
Eu não tenho TPM, não choro sem motivo, não fico inchada, não mato meu namorado de raiva, não fico carente e nem brigo sem motivo com qualquer pessoa, só fico um pouco neurótica nesse período.

Filhos desse solo

Medalha de prata
Jogue a primeira pedra a mulher que não gostaria de ser reconhecida por sua beleza em todo o mundo. Pois é, pois é, pois é. A nossa candidata ao título de Miss Universo, Natália Guimarães ficou em 2º lugar. Merece palmas, é claro. Afinal, o Brasil não tem uma boa colocação desde 1972. Brasileira que se preze tem charme no olhar, gingado no andar e deixa qualquer gringo de queixo caído e Natália provou tudo isso. Não deu para acompanhar a transmissão do concurso, mas soube que perdi o melhor da festa: RBD cantou, requebrou e acha que encantou a todos. Pudera, o evento foi realizado na Cidade do México e nada mais conveniente que ter aqueles garotos-adolescentes-fantoches para alegrar "los chicos". Aff, que festão!!!! Ah, o primeiro lugar ficou para uma “japoneusa” e a candidata do EUA tomou um capote durante o desfile. Arri égua.

Medalha de ouro
Diego, aquele jogador loirinho do Santos (talvez o único da história do time) foi eleito o “cara” na temporada 2006/2007 da Alemanha. É o alemão brasileiro tá batendo um bolão por lá. Atrás dele ficou um grego que tem nome complicado, mas foi o artilheiro do campeonato. Mais uma afirmação que fazer gol nem sempre é o suficiente. Enfim, palmas pro Diego que provou que saiu da sombra do Robinho, hehe.

Teorias, teorias, teorias

Eu tenho uma teoria sobre amizade e relaciomento e tenho uma responsabilidade grande nessa teoria. Muitas pessoas que passam por minha vida, e que eu juro de pé junto que são muito parecidas comigo e vieram prá ficar, somem, de-sa-pa-re-cem.
Tive muitas amigas assim: se eu descubro que uma pessoa não é tão amiga assim, seja por qualquer motivo, a culpa não é dela, a culpa é minha. É minha porque eu não escolhi bem essa amiga. E me sinto mal por isso. Fabi foi uma delas, ela me ligou há dois meses atrás depois de muito tempo para me contar as novidades, gostei de falar com ela, mas não me empolguei. Não retornei a ligação. Acho que perdeu o encanto.
Isso também acontece com relacionamentos amorosos. Teve uma pessoa que simplesmente não quis mais ficar comigo e isso aconteceu há 10 anos atrás e não nos vimos desde então. No ano passado tive a oportunidade de falar com ele de novo. Um amigo me deu o telefone. Não liguei. Acho que fui também culpada por aquela relação ter terminado daquele jeito, eu sabia que não tinha futuro, mas não tive coragem de terminar.
No fundo, se você tomasse mais cuidado na hora em que escolhe os parceiros da sua vida, sejam amigos ou namorados, você perceberia que aquela não era a melhor escolha - e eu me culpo por isso. É uma coisa que quase todo mundo tem, embora pouca gente dá a devida importância: INTUIÇÃO. Aquela sensação que você tem quando tá lá, no impulso, de que vai dar merda, sabe? Pois é.
É aqui que você descobre se uma relação é boa ou não. Intuição é a chave da felicidade. E não é preciso muita coisa pra ter essa percepção. Uma palavra que fulano diz que te desagrada, uma atitude que não condiz com os teus princípios, com aquilo que você acredita... É nessa hora que você tem a intuição de que tem algo errado naquela pessoa. Aqui você descobre que não deve colocá-la no seu rol de vips. Aqui você sabe que ela é uma má escolha. É a hora de romper.
Algumas más escolhas eu mantive ao meu lado por pura teimosia, sabendo que aquilo não iria dobrar a esquina. O que aconteceu? Pois é. E eu tive que assumir o risco.
E o resultado de nossas escolhas é geralmente implacável, não nos perdoa nunca.

Saga do aparelho fixo

Desde que troquei a dentição sofro com meus dentes. Nasceram todos tortos, mas alguém disse à minha mãe que depois melhorava. Dente é uma coisa que a gente nem lembra que existe, a não ser quando dói. Não doeu? Então não pensa nele, oras, porque dá muiiiiiiiito trabalho.
Aos 22 anos com o maxilar estalando a cada bocejo que dava resolvi procurar um ortodontista. Uma clínica horrorosa que fui obrigada a visitá-la a cada 15 dias para a manutenção do aparelho-fixo-que-me-deixou-medonha-por-três-anos.
Terminado esse prazo, eu saí da maldita clínica com a sensação que tiraram todos os meus dentes. É uma sensação estranha, parece que falta algo em sua boca. Mas saí super feliz, embora existia a recomendação de usar o aparelho de contenção por cerca de 1 ano principalmente a noite.
O negócio é mais esquisito que o fixo. Tem uma estrutura plástica que fica no céu da boca e dá um gosto ruim, parece guarda-chuva molhado (não que eu tenha experimentado chupar guarda-chuva, pasmem!!! Resumindo: o negócio está lá no armário do meu banheiro há alguns anos esperando minha boa vontade.
Na semana passada estava olhando no espelho do mesmo banheiro entre uma escovada e outra e percebi (depois dei um berro, é claro) que meus dentinhos lindos que sofreram tanto, estão literalmente entortando novamente!!!!! Depois de 05 anos livres e sem prestar tanto atenção na posição deles, eles resolveram se rebelar.
Marquei a consulta no orto daqui há alguns dias. Tô torcendo para que ele não diga que preciso retirar meus dentes do ciso, que sei que dois deles estão tortos desde o primeiro capítulo dessa estória, pq isso é muito pior do que usar aparelho fixo por mais três anos.
Ainda há duas coisitas que me deixam mal com essa história: minha amiga Karla tb teve que usar aparelho duas vezes por sua indisciplina com o aparelho de contenção e na época eu ri da cara dela (queimei os olhos). A segunda é que há um imenso risco de me enganchar com o Rô (será que alguém já viu um casal de aparelhos ortodônticos?).
A parte boa dessa história: eu nunca precisei de óculos graças a Deus. Imagina eu posando de irmã da personagem da Beth - A feia????

P.S: O título foi inspirado em um post da autora do site http://www.todomundoquerconfete.blogspot.com/. Acreditem ela viveu uma história semelhante.

Notícias da Língua Portuguesa

Li hoje em algum lugar, não lembro onde, sobre uma pesquisa reveladora na Inglaterra. Muita gente compra livro e não lê. Compra vários por mês e vai acumulando. Compra para posar de intelectual, para ostentá-los na estante de casa. Besteira isso. Ninguém é obrigado à tortura voluntária que é ler um livro que acha ruim só porque dizem que é um clássico.
Eu só leio o que me interessa. Ultimamente só cardápio e rótulo de cerveja tem me interessado, e olhe lá. Lembro que na faculdade, na matéria de Filosofia tive que ler Aristóteles. Achei um ó do borogodó. Mas estou realmente me crucificando por estar tão distante dos livros.
E sobre o Brasil, bem brasileiro não gosta de estudar. Brasileiro gosta de churrasco, samba e cerveja e eu estou incluída nesse trio. Na escola o professor finge que dá aula e o aluno finge que aprende, se ele tirou nota baixa (ou vermelha como na minha época), ele passa de ano assim mesmo.
Ah, e no sábado foi a grande final do SOLETRANDO no programa do Luciano Huck. Eu fico feliz por iniciativas como essa. Torci pelo Alef do RJ, mas o Aurélio de Goiás (claro, com esse nome de dicionário!!!) levou o troféu, literalmente o troféu era gigante. O sucesso do quadro apresentado é incontestável. A brincadeira virou “febre” em muitas escolas do Brasil e até entre advogados, executivos, jornalistas... Escrever de acordo com o nosso sistema ortográfico vigente não faz mal a ninguém.

A língua portuguesa agradece o carinho.

Da série: frase do dia

Malandra é a vaca...
- Que já nasceu malhada pra não ter que fazer academia!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

P.S: Acreditem, essa também é o nome de uma comunidade do orkut.

Na onda da vaquinha

Nunca participei de tanta vaquinha em toda a minha vida. Deve ser aquela história de quanto mais dinheiro, mais gasto - não que eu esteja com mais dinheiro!!!
É vaquinha pra comprar um presentinho mais legal de aniversário pra uma amiga. Outra para uma festinha churrasco de outra. Uma pra comprar a comida gostosa do final de semana....É vaquinha pra tudo!
Já vou logo avisando que se alguém se interessar em fazer uma vaquinha pra me comprar um apartamento eu aceito numa boa e finjo que é SURPRESA!

O trabalho enobrece o homem

Lendo um post sobre o trabalho (blog chamado "velha menina"), comecei a analisar a sua importância para nossas vidas. Eu sempre gostei de trabalhar, de verdade...mas estou numa fase muito desmotivadora (essa palavra existe???).
Chego às 8h, navego na net até a hora que bem entender. Meu chefe não lembra da minha existência, não tenho metas para cumprir, meu trabalho se resume em atender alguns gatos pingados que me pedem poucas informações e documentos. Páro para pensar se eu precisava estudar tanto para fazer esse tipo de trabalho?! Mas já me disseram que meu arquivo de documentos era perfeito, argh........
Confesso que não estou feliz com essa situação. Já estou a procura de novos desafios (acho essa expressão excessivamente clichê, mas vou usá-la assim mesmo). Queria muito virar a mesa (essa também é bem clichê). Já sei, vou começar a vir trabalhar com um nariz vermelho de palhaço!
Opção 1: eu finjo que trabalho e eles figem que me pagam. Combinado?
Opção 2: não quero mais trabalhar, estou vivendo uma crise existencial e quero ganhar na mega-sena agora. Agora, eu disse.

Da série: frase do dia

O isopor é meu pastor e a cerveja não faltará.
(Anônimo)

P.S: Adequadíssima para uma sexta-feira, né?!

Eu queria ter um macaco


A primeira coisa que passa pela minha cabeça quando penso em animal de estimação : que queria ter um macaco. Pôxa seria muito legal ter um macaco! Mas daí me disseram que o macaco simboliza "imaturidade" e que meu pseudo-inconsciente ainda não consegue enfrentar responsabilidades diárias. (Será que não???). Vi várias fotos de símios, primatas e afins hoje e me pus a pensar neles. Pesquisei na net e encontrei muitas pessoas que adorariam ter um macaco - tem até uma comunidade no orkut. Conversando com um amigo ele manifestou essa vontade. E vai além: queria um chimpanzé para colocar roupas e levar para passear de mãos dadas..(Lembrei da macaca Chuca do Programa Domingo Legal, aquela que era do Beto Carrero, como eu detesto esse cara e o apresentador desse programa).
Pensei nos meus bichos de pelúcia, a maioria deles é macaco; dos programas que eu adorava assistir como o Spectroman e como eu torcia pelos macacos vilões; dos filmes Planeta dos Macacos e King Kong (em ambos fui ao cinema no dia da estréia, pasmem!!!).
Tem também os filmes da sessão da tarde. Ter um macaco como personagem principal é praticamente um atestado de que o filme é legal, por mais tosco que seja. Por que? Uai, macacos SÃO engraçados. Em especial, macacos com roupas humanas e envolvidos em (citando o narrador de chamadas de filmes da Globo) "loucas aventuras com essa família pra lá de pirada". Destacam-se na categoria filme de macaco: Poderoso Joe (o original e a refilmagem!), Harry - Um Hóspede do Barulho, e aquele com um macaco jogando hóquei que eu não lembro o título, mas é sensacional!
Gosto também dos ditados “Cada macaco no seu galho” e “Parece macaco que senta em cima do rabo para falar do rabo dos outros”. O Rô tem uma ótima: “Dinheiro é igual coceira no c. de macaco – nunca acaba”. Aff, lembrei também que havia um personagem na TV que falava a expressão “Macacos me mordam” com freqüência, mas não lembro que era. Enfim, para mim macacos são quase humanos e ponto. Ah, ainda não desisti da idéia de ter um macaco...

Novas memórias

Acho que as pessoas se unem na vulnerabilidade. É na fraqueza que elas se encontram mais. Quando a gente está fraquinho e cambaleante, a gente pede abraço e recebe e é sempre quente e confortante. Como eu sou brega, acredito que habita abraços e mãos macias o mundo todo cheio de coisas felizes com cor de manhã azul de sol. É de uma tal esperança. É como se fosse um quintal sem cercas.

Fonte: A Menina do Didentro