19 dezembro 2009

Buenos Aires: El quinto dia

Como já postei aqui antes, meu (agora) marido é um fã de carros (especialmente Fiat e mais ainda, Uno). Quando programamos a viagem para a Argentina, ele, que já tinha feito amizade com algumas pessoas de um clube de lá, haja vista que faz parte do Uno Street Club (um clube de Uno aqui de Sampa) começou a programar com o pessoal para que pudéssemos encontrá-los e conhecer seus carros.

Assim que souberam da nossa chegada, o pessoal do Club Del Fiat Argentina tratou de mudar a data da reunião para uma que coincidisse com a nossa estada na terra dos "hermanos". O Ronaldo combinou tudo com eles via um fórum de discussão.

Quando chegamos, entramos em contato com o Ruben, dono de um Tempra e membro do clube que já havia feito amizade com o Ronaldo. Ao saber de nossa chegada, ele fez questão nos pegar no hotel e nos levar para um delicioso jantar em uma província de Buenos Aires, antes mesmo do encontro com o pessoal do clube.

Ruben e Ariana, nuestros nuevos hermanos
Eu, Ariana e a pequenã Mia Antonela

Pudemos não só conhecê-lo como também sua adorável esposa, Ariana e sua linda filha, Mia Antonela, como já mencionei no post anterior. Tivemos uma noite muito agradável, além de andarmos por lugares que não são comuns a turistas, o que nos revelou uma periferia um tanto diferente do que estamos acostumados no Brasil.

No outro dia (sábado 05/12), seria o encontro. Marcamos com o Ruben para que nos pegasse no hotel. Novamente rumamos a um bairro periférico de Buenos Aires e chegamos a um restaurante, desta vez, encontramos um ambiente mais tranqüilo, até pelo mau tempo que fazia. Confirmamos que os portenhos gostam muito de sair à noite, durante o dia os restaurantes são mais tranquilos e à noite, muito disputados.

Aos poucos, os membros do clube foram chegando. Um pessoal muito receptivo, logo estávamos conversando muito (claro que com certas limitações, mas deu pra se virar bem). Mesmo não sendo esta a intenção, tivemos a melhor experiência gastronômica da viagem: O bife de Lomo. É o nosso corte de filé mignon, mas é fantástico. Estava ótimo, muito bem preparado e com um gosto inesquecível. No final, o pessoal do clube não nos deixou pagar por nada.


Após o almoço, fomos a uma praça perto dali para tirarmos algumas fotos dos carros e do pessoal. Na ida até o local, fomos de carona com um outro membro, o Matute, que tem um Fiat Uno chamado “preparado” na língua deles. O Ronaldo estava totalmente extasiado com tudo aquilo, parecendo uma criança no parque de diversões pela primeira vez.Hilário!

Ao chegarmos lá, ficamos em um bar-café. Apesar de estarmos em uma rua que não era principal, o lugar era bem bacana. Pequeno, mas sofisticado. O Ronaldo foi dar uma volta com outro membro, o Pablo, dono de um Fiat Duna (o nosso Prêmio). Ficamos lá por mais algumas horas e tiramos fotos dos carros e das pessoas.

Todos foram muito educados e solícitos com a nossa falta de intimidade com o espanhol. Até aprendemos algumas novas palavras. O Ronaldo foi presenteado com o moleton oficial do clube, além de vários adesivos para colocar no carro. Por fim, o Ruben nos levou de volta ao nosso hotel, após esta agradável tarde.

Toda a equipe do Club del Fiat Argentina
Comentei com o Ronaldo que não achava que o povo Argentino seria assim tão hospitaleiro e agradável, ainda mais após as experiências que tivemos com o mau atendimento em estabelecimentos em geral. Ele me respondeu: “Os apaixonados por carros têm uma irmandade entre si, por isso eles foram tão agradáveis conosco. Naquele momento, não éramos argentinos nem brasileiros, mas sim Fiateiros”.

Pela noite jantamos novamente na Pizzaria Guerrin (isso, quando a gente gosta, a gente gosta mesmo, perceberam né?!). Treinamos nosso espanhol com o Aldo e o Rolando e voltamos para o hotel. No domingo, apenas tomamos café e providenciamos um táxi para nossa ida ao aeroporto.

E assim termina a nossa lua-de-mel. Tivemos um vôo tranquilo na volta e fizemos compras no Freeshop, mas nada demais. Ao desembarcarmos, descobrimos que o Mengão tinha sido campeão e o Palmeiras do Rô tinha ficado de fora da Copa Libertadores, yes! Ainda bem que foi naquele momento, porque se fosse um dia normal eu teria que aguentar o mau humor dele. O Bruno e a Amarílis foram nos pegar no Aeroporto e voltamos para a realidade cruel: um baita trânsito na marginal.

Um comentário:

Millifer disse...

Amei seu mundo particular compartilhado c/a blogosfera rsrsrs,
amei tuudo aqui não tive tempo de ler tudo mas logo..logo estarei me inteirando d tudo por aqui adoro blogs e gente inteligente
desejo a vc um enorme FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO FIM DE ANO C/ OS QUE VC AMA!BJSSSSSS