21 dezembro 2009

Um pouco de generosidade

Final de ano dá vontade de fazer o bem, ser gentil e ajudar os outros.
Então, vá em frente e faça o bem, porque várias pesquisas garantem que, se a gente fizesse mais amigos, sorrisse mais, fosse mais generoso, viveria muito mais. A ciência já tem elementos de sobra para comprovar que felicidade, amizade, generosidade – todos esses sentimentos que afloram na época do Natal – fazem um bem danado à nossa saúde!
São sete coisas que você precisa saber sobre generosidade e nunca teve a quem perguntar.

1 – A generosidade é um remédio
Quando fazemos o bem, mandamos sinais positivos para o nervo pneumogástrico, um dos mais importantes do nosso corpo, que sai da medula e desce até a região do abdômen. Assim, ficamos mais calmos, reduzimos o risco de problemas cardíacos, e o corpo inteiro agradece. O pesquisador Dacher Keltner explica que esse processo diminui os batimentos cardíacos e, ao mesmo tempo, cria nas pessoas uma sensação de proximidade e confiança. “A generosidade faz bem para a saúde”, afirma o especialista que aproveita para lembrar que abraços fazem muito bem à saúde.

2 – Generosidade ajuda até a ter sucesso profissional
Pesquisas mostram que aqueles que são mais atenciosos com os companheiros de trabalho costumam ser respeitados e, mais facilmente, promovidos.

3 – Os generosos têm mais chances de virar presidentes
Quem promove o bem se torna mais influente e acaba sendo escolhido para liderar o grupo. O sociólogo Robb Willer, da Universidade de Berkeley, dedica sua vida aos estudos sobre generosidade. Em uma pesquisa, ofereceu dinheiro aos participantes e sugeriu que eles promovessem o bem comum.

4 – A generosidade pode trazer recompensas até financeiras
"Aqueles que foram mais generosos na pesquisa receberam mais presentes e exerceram mais influência. Quando você junta tudo isso, descobre que há retornos materiais para quem se comporta de um jeito generoso", conta o pesquisador Robb Willer.

5 – Generosidade é contagiosa
Uma pesquisa na internet mostrou que aqueles que recebem presentes virtuais de estranhos são tomados por uma súbita vontade de dar presentes.

6 – A generosidade entre pessoas social ou culturalmente distantes diminui o estresse e pode mudar o mundo
O pesquisador Rodolfo Mendoza, psicólogo da Universidade de Berkeley, estudou 50 grupos interraciais e concluiu que amizades improváveis promovem um enorme bem-estar. "Atos como esses diminuem a produção de cortisona em nosso corpo e isso nos acalma", conclui o professor.

7 – É possível aprender a ser generoso
O aprendizado começa em casa. Segundo a socióloga Christine Carter, as festas de fim de ano são uma ótima oportunidade para ensinar as crianças a fazer o bem. “Temos estudos revelando que, quando você mostra às crianças que elas podem ajudar, elas se sentem bem e querem fazer o bem outra vez”, afirma a pesquisadora. Christine acredita que mesmo pessoas mais velhas podem aprender a generosidade. “Comecem com pequenos atos, coisas mínimas como abrir a porta para alguém. Isso vai te fazer mais feliz e mais saudável”, ressalta a socióloga.

E você, conhece mais algum motivo? Conta pra gente vai.

*Matéria exibida no Fantástico

2 comentários:

Alethéa disse...

Oi Rosi! Acompanhei todos os seus posts sobre Buenos Aires, só não comentei por pura falta de tempo mesmo, este final de ano tá uma correria!

Passo aqui para te desjar boas festas e um 2010 cheio de luz. Qua sua nova vida de 'mulher casada' seja simplesmente maravilhosa e que Deus continue te abençoando pois vc é uma pessoas fantástica.

Grande abraço!

Dalva disse...

Rosi, uma reflexão super especial! Fazer o bem a outros sempre reflete no bem que recebemos. Francisco de Assis dizia, com sabedoria: é dando que se recebe.

Bjs.