25 agosto 2009

Da série: no confessionário

Para quem não sabe "pagar mico" é uma expressão que se originou de um jogo de baralho infantil em que cada carta corresponde à figura de um animal, com macho e fêmea, constituindo, assim, o par. Somente o mico não tem par. Formados todos os pares, o jogo termina e o perdedor é o que fica com a carta do mico na mão.

Popularmente "pagar mico" é passar por uma situação constrangedora. Eu já me senti uma fracassada por causa de uma calça maldita que resolveu abrir "de cabo à rabo" durante o expediente. Estava arrumando um armário de arquivos e me agachei para alcançar a prateleira inferior, só senti a costura cedendo e o ventinho entrando pelas partes baixas. Deu tempo de amarrar uma blusa na cintura e sair correndo para o banheiro. Constatei que a bendita me deixou na mão.

Como nem tudo estava perdido, trabalhava numa indústria têxtil e tínhamos uma sala de costura. Fran, a costureira fera, me salvou!

17 comentários:

Alethéa Casal disse...

KKKKKKKKKKK!!!!!!!! Coitada de vc!
Uma vez foi a alcinha da minha blusa que soltou... daí, prendi com grampo de grampeador... rsrsrs... depois disto, tenho um kit costura na minha gaveta...

Obrigada pelo retorno quanto à minha dúvida "bloguística"; é bom saber que não sou só eu que não consigo comentar.

Beijos!

Fla disse...

Ai menina isso deve ser o óh quando acontece!

Sabe que já me arrebentou a alça do sutiã na época faculdade? Rs... voltei pra casa correndo...kkkk.

Beijos,
Fla

Priscila disse...

Caramba, Rosi!
Que situação!!!!!! Mas ter uma costureira perto numa hora dessas é sorte pra vida toda, né? Rsrsrsrs.
Também já passei por uma situação parecida na adolescência. Estava subindo no ônibus e a calça rasgou. Mas também tinha um moleton pra salvar a pátria.
Bjs e bom dia!
Pri

Leticia disse...

A minha calça já rasgou... mas na época da escola. Não tinha costureira que me salvasse, mas pelo menos podia ficar andando com a blusa amarrada na cintura! É um horror, não?
Beijos!

PS> aguardarei as mudanças! Também estou numa fase de novas coisinhas!

Fabiana Correia disse...

Eita Rosi, que ilário seu mico viu? rs.

Eu não tô lembrando de nenhum mico meu agora, mas também não sou muito boa de memória, quando eu lembrar, venho aqui contar.

--

Ah, não encontrei o tal programinha para fazer o meu sorteio, e no google também é difícil achar, aff. Brigadinha. Bj

Luci disse...

aahhh joguei muito esse joguinho do mico na minha infância :D

quem nãopagou um mico, não é mesmo!

bejus

Uma Mulher de Fases disse...

Rodi,

Hilário né?
Já passei por isso também, mas eu trabalhava numa automitiva e tive que passar pela produção pra pegar um táxi na porta dos fundos, com um blazer amarrado à cintura..nem sou do tipo mulherão mas a produção parou e assoviou, morri de vergonha...rs!
Beijos

Katia Bonfadini disse...

Que interessante, Rosi! Sempre quis saber a origem da expressão e não fazia a mínima ideia! Beijão!

Cláudia Ramalho disse...

Mas já ri muito aqui com meus botões... só vc mesmo pra falar uma coisa dessas na net... que bela confissão!
bjs

Denise disse...

Oi Rosi!

Poxa, muito legal a experiência que vc contou lá no blog. Ih, vivo muito isso. Acho que até aprendi a lidar melhor com várias coisas que me acontecem.

Olha, quanto a pagar mico...eu sou a rainha do mico! Calça rasgada eu já tive várias e SEM blusa pra tapar hahahaha.

Beijos

Luma disse...

Diria que foi um mico bem sucedido. Comigo aconteceu a mesma coisa, só que era um short e na aula de educação física. A minha sorte (azar) que só o professor viu e suspendeu a aula. Na época, usávamos uma saia pregueada por cima do short, que foi a minha salvação, para as colegas não debocharem de mim. No entanto, o resto do ano, não conseguia olhar na cara do professor.
Boa lembrança!! Agora posso rir do mico! Beijus

Patrícia Pirota disse...

Isso é que é trabalhar no lugar certo, viu =)

Sobre seu comentário no cafofo...
Ai menina. Eu fiquei com peso na consciência de fazer todo mundo chorar =)
Ah! Mas eu estou feliz pelo convite, oras! Depois comemoro de novo =)
Beijo procê.

Verônica Cobas disse...

Oi,Rosi...

Também tenho que dizer: que bom que isso aconteceu quando você trabalhava num lugar onde havia uma costureira por perto. Se vivesse situação semelhante, teria que comprar uma roupa nova na hora. Eu e a agulha somos seres incompatíveis.
Mas, mico??? Já paguei centenas. Nessas horas, se o dito for constrangedor de mais, tiro onde de avoadinha. Aí passa!!! Depois só me divirto muito.

Beijos. Vê

Aline disse...

Ai Rose... ninguém merece ficar com os fundos de fora!!!rsrsrs..

Bjokss

Nana disse...

rs ainda bem que nem tudo estava perdido flor!!!
Já aconteceu comigo tb, mas não tinha costureira...
Bjss

Lidiane Vasconcelos disse...

Ih, Rosi!
Que mico!
Deixa eu pensar... não estou lembrando de algum que eu tenha passado. Ah! Mas isso é fraqueza de memória. Lógico que já passei, né? Quem nunca passou??

...
Escurecer, minhas axilas não escureceram. Mas, oh! Pensei que isso acontecesse só com as grávidas...

Lidiane Vasconcelos disse...

Vi teu comentário sobre o desoorante. Tomara que minimize os efeitos da lâmina na tua pele. ;)

:***