29 setembro 2010

Mãe consciente = enxoval sustentável

Todo mundo sabe que o custo com vestuário é grande pelo fato que as crianças crescem. E como crescem! À medida que crescem uma despesa substitui a outra, isso é uma verdade. Então, continuo pesquisando muito para comprar nada além do necessário. É claro que os meus olhos ficaram muito mais alertas para roupinhas, mamadeiras, berços, enfeites, brinquedos e objetos de decoração. Visitar lojas já se tornou uma diversão e tenho vontade de comprar tudo! É muita coisa linda, delicada, difícil de resistir.

Antes de comprar qualquer coisa, costumo pesquisar os preços, ver se cabe no meu orçamento, avaliar bem se vale a pena e gosto de procurar alternativas mais econômicas. Mas não tenho problema algum em usar em meu filho roupinhas que foram de outros bebês, primeiro pelo Meio Ambiente e segundo pelos bolsos do papai e da mamãe. E quer saber, orgulho não tá com nada. Só tenho cautela procurando saber a procedência.

Minha chefe tem um lindo garotinho de 1 ano e meio, o Danilo. E como toda mãe, é maluca por bebês. Tenho uma amiga de trabalho, a Alexandra (já falei dela por aqui várias vezes) que acaba de ganhar bebê, o Vítor, curtimos muito a barriga dela, afinal nossa equipe é composta 90% por mulheres. Agora chegou minha vez, todos paparicam o Dudu. Bem, voltando à minha chefe Flávia, ela fez uma verdadeira "limpa" no armário do Danilo que doou muitas coisinhas para nós, a gente adorou, né filho?! Foram roupinhas e acessórios, alguns deles sem uso, muita sorte mesmo.

Pesquisei no site da Revista Crescer que publicou um artigo ótimo sobre enxoval:

Hora de ninar: É bom ter pelo menos três jogos de lençóis. Normalmente, cada um é usado por uma semana inteira. Mas bebês regurgitam, babam e fazem outras coisinhas, que podem exigir a troca da roupa de cama com mais frequência. Prefira os lençóis 100% algodão. No mercado, existem os de malha, que são supermacios.

Proteção fofa: O kit de berço, além de ajudar na decoração, protege o bebê das grades e deixa o local mais aconchegante. Mas, na hora de comprar, lembre-se de que ele precisa ser lavado com frequência. Modelos com babados, por exemplo, terão de ser engomados e passados todas as vezes, o que pode não ser tão prático. O que acontece também com as versões cheias de detalhes.

Bem quentinho: As mantas aquecem os bebês em todos os momentos: no colo, no berço, na cadeirinha do carro. E ainda deixam o visual encantador, quando combinadas com as roupas. Tenha pelo menos uma de cor clara, como o branco ou o bege, para combinar com tudo. Vale a pena investir em uma opção de tecido mais leve, como a de linha, e outra mais grossa, de lã ou soft. Existem também versões dupla face que, esteticamente, parecem duas.

Bela limpeza: Os kits de higiene nem sempre são vendidos com tudo o que é preciso na hora de trocar as fraldas do bebê. Em geral, eles possuem potinhos para algodão e cotonetes e, às vezes, tigelinha e garrafa térmica. Se você é daquelas que gostam de ter tudo à mão, pode querer um outro pote para guardar pomada antiassadura, tesoura, termômetro e escova, por exemplo. Se optar por um kit com poucas coisas, veja a possibilidade de comprar peças avulsas ou potes neutros, como os de acrílico.

Todo sequinho: Algumas toalhas de banho para bebês são pequenas e só servem para recém-nascidos. Prefira as maiores, que enxugarão a criança por mais tempo. Os modelos com capuz são excelentes, pois envolvem a cabeça protegendo o bebê do vento e secam o cabelo mais facilmente. Algumas versões vêm com uma toalha-fralda interna ou com luvas para banho.

Suporte amigo: Os acessórios de banho deixam esse momento mais tranquilo. Livros de plástico e bichinhos de pano acalmam o bebê. A escova ajuda a secar os fios molhados. E as saboneteiras deixam a operação mais organizada. Opte por um modelo com bico dosador, que você aperta e usa com uma mão só, se você prefere sabonetes líquidos. Tire da embalagem original – que exige as duas mãos para ser usada.

Superversáteis: Fraldas de pano nunca são demais. As menores, de boca, limpam o rosto e ficam na bolsa da mãe sem ocupar espaço. As de tamanho tradicional, chamadas fraldas de ombro, são usadas por cima da roupa para segurar o bebê e podem servir para cobrir em dias mais quentes ou de cortina no carro para tapar o sol. Há ainda as de tamanho grande, usadas dentro da toalha na hora do banho.

Medida certa: As lojas de bebê oferecem banheiras de vários tipos, com ou sem suporte, trocador e porta-xampus. Usar ou não tudo isso é uma questão pessoal. O que você realmente precisa fazer antes de comprar esse acessório é medir o boxe do banheiro e saber qual o tamanho que ele pode ocupar. Lembre-se de que deve haver um espaço de manobra para fazer a banheira entrar e conseguir dar o banho na criança. Depois disso, vá às compras com a fita métrica na mão. Se o seu bebê tiver um banheiro só para ele, não se preocupe com isso.

No tamanho: Lave as roupas que vão para a maternidade e arrume a mala até o final do sétimo mês. Mas mantenha a etiqueta da loja nas outras roupas. Assim, se na última ultra você descobrir que seu bebê está pesando 3,5 quilos, já sabe que ele não usará macacões tamanho RN e poderá trocá-los por outros maiores. Ou, se ele pesar muito menos, fazer o contrário.

Sem apuros: Alguns tipos de fechamento de roupas podem ser bem complicados para quem ainda não tem prática em trocar bebês. Os bodies com abotoamento frontal ou transversal, por exemplo, são mais simples de vestir do que os modelos que entram pela cabeça. O que acontece também com os macacões: os com fechamento na frente, apesar de não tão bonitos quanto os com botões atrás, são melhores.

Acabamento: Acessórios deixam o bebê ainda mais fofo. Há faixas de cabelo mais finas e mais largas. Leve em conta o diâmetro da cabeça de sua filha para ver a que fica melhor. Você também pode usar lacinhos que colam na carequinha, com velcro (que fixam pouquinhos fios) ou do tipo tic-tac para as mais cabeludas. Sapatinhos ainda não são necessários, mas são lindos e ajudam a prender os pés nos macacões.

Termômetro: Antes de comprar as roupinhas, veja em qual estação do ano o bebê vai nascer e pense nos tecidos. Um macacão de plush em pleno verão, por exemplo, provavelmente não será usado. Mas no inverno ele será indispensável, assim como os de lã e de linha. Os tecidos leves, como malha de algodão, são melhores no verão. Compre a maioria das roupas de acordo com a estação. Como o tempo prega peças, tenha um ou dois macacões mais quentes ou mais frios. Mantas também ajudam a regular a temperatura.

Fraldas descartáveis: Não compre tantos pacotes. Algumas marcas podem causar alergias. Espere seu bebê nascer e faça alguns testes.

8 comentários:

Lu disse...

Adorei varias das dicas!!!

Nos tambem ganhamos praticamente todas as roupinhas dele de uma amiga q tem 2 filhos e mta coisa. Fiz ate um post com elas. Eu tbem nao encano nao de usar coisinhas "2a mao", ja q eh tudo tao caro e eles crescem tao rapido!!! Mas q da vontade de comprar TUDO nas lojas, ahhhh.. como da!!

beijos

♥♥ Thata ♥♥ disse...

Eu comprei boa parte das roupas do Dudu nos EUA, mas já vi que exagerei na dose e sei que muita coisa ele não vai usar.
Comprei muita coisa pra 6-9 meses e 6-12 meses e tem coisa que nem serve mais, com etiqueta. Não sei se guardo pra um próximo filho, se vendo, enfim, tem mesmo que ter os pés no chão pra não sair igual a louca aqui comprando desembestadamente.
Bjs!!

Alethéa disse...

Olá Rosi!
Olha, algumas dicas, pelo que passei:

- Compre algumas roupinhas RN. Muitas pessoas dizem que é desnecessário, mas fazem falta, principalmente na primeira quinzena. Compre tb fraldas RN, uns dois pacotinhos. Eu usei Turma da Mônica Soft Touch;

- Compre umas três mantas. Eu comprei sete e tem umas que não usei até hoje, rs;

- Compre muitas fraldinhas de pano, servem para tudo!

- Não tem necessidade de comprar aquelas banheiras mega caras com suporte não. Eu comprei uma básica e dou banho em cima da cama mesmo. Já tiro o Miguel da banheira e coloco sobre a toalha, esticada ao lado;

- Arrume as coisas para a Maternidade com antecedência. Conclui tudo com sete prá oito meses e, uma semana depois, Miguel veio, adiantado!

Acho que é isso. Qualquer coisa, estamos aí!

Beijos!

Juh disse...

Adorei as dicas.. Dá até vontade de ter um bebê tb.. rs

bjoooooooos!

Taly Watanabe disse...

ameeei o post..
Nossa como é gostoso receber presentes né?adooro essas doações..alem do mais bb's perdem roupinhas rapido e o uso as vezes nem acontece...q legal..

Poxa vida podia vir sim no cha né?
me passe um email q te passo o endereço e vc ve direitinho

Um bjo enorme pra vcs

Sandra Kautto disse...

Concordo Rose! Orgulho não tá com nada! Todo mundo sabe que bebê cresce superrr rápido, e muita coisa se perde. Nós que somos mães de primeira viagem ficamos loucas querendo comprar tudo, pq tudo é tão lindo..rs rs. Mas temos que ter o pé no chão mesmo...
Eu comprei de segunda mão o berço, a cômoda com o trocador, o carrinho, a cadeirinha de carro...e ninguém diz que são de 2ª mão! Tenho duas amigas que tem bebês, a diferença será de 1 ano para o meu bebê, e como aqui onde moramos as estações do ano são bem definidas, o que elas usaram no inverno passado já não serve, e o meu bebê vai nascer justamente no inverno... o único detalhe é que as roupas que elas me deram é para menina..rs rs. E ainda não sei se é menino ou menina....
E quer saber?! Ganhar roupinhas só mostra o quanto o Dudu é querido antes mesmo de nascer!!!

Beijos pra vc!
Ahm! Valeu pela dica!!!

Marta disse...

Gostei dessas dicas... para o futuro.. é bom saber dessas coisas para não ter coisas extras.. apesar que sempre tem, né? Eu fico louca vendo roupinha de baby!
Beijocas

Ministério da saúde disse...

Olá blogueiro,

Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!

Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.

É muito importante, tanto para o bebê como para a mãe, amamentar até os dois anos de idade ou mais. O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.

Acontece que nem todas as mães sabem de todos esses benefícios e deixam de amamentar mais cedo. Você pode ajudar nessa campanha divulgando materiais e informações por meio do seu blog.

Caso se interesse, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br e participe.

Obrigado pela colaboração!