Hoje eu tô toda prosa.
Minha amiga Lidiane publicou um texto meu. Adorei.
Confira lá no Bicha Fêmea a minha participação.
15 julho 2009
Da série: Gente que faz
Ela é bamba
Adjetivo de autoridade ou título da música da cantora Ana Carolina? Não importa, a frase cabe perfeitamente à ela. Mente inquieta, Kátia Bonfadini é uma dessas pessoas multifacetada, quer fazer, quer realizar, enfim quer dar pitaco. Participante do Blog Criative-se, ela nos presenteia todas as quartas-feiras com suas criações e viagens por esse “mundão de meu Deus”. Aqui ela conta um pouco das suas realizações profissionais.
Por que escolheu a carreira de designer?
Acho que meu interesse por design começou bem cedo. Quando criança gostava de ler os quadrinhos da Turma da Mônica e imitava os traços do Maurício de Souza num caderno de desenho. Aos 7 ou 8 anos comecei a fabricar meus próprios quadrinhos, inventando tramas e personagens. Minha prima Carla, que era também minha melhor amiga, escrevia os diálogos e me ajudava com as ilustrações. Criamos uma editora que batizamos de Katcar e vendíamos as revistas pros nossos pais, avós e tios, que pagavam alguns cruzeiros por cada edição e engordavam nossos cofrinhos! Alguns anos mais tarde, desanimada com a faculdade de Letras que cursava na UERJ, decidi abandoná-la de vez e experimentar algo novo. Conversei com amigos que estudavam Desenho Industrial pra entender que diabos era aquilo e cheguei à conclusão de que a ideia me agradava... Quatro anos depois meu projeto final da faculdade de Desenho Industrial foi a identidade visual de um bar e restaurante cubano. Tudo fictício, é claro. Adorei desenvolver o projeto, desde a fase inicial de pesquisa até a finalização e criação de brindes, camisetas e postais com a logomarca do bar. Foi nessa época que eu tive a certeza de que tinha escolhido a carreira certa! Nos finais de semana, trabalhava no projeto das 7h da manhã às 7h da noite sem parar, mas nem via a hora passar. Eu estava completamente envolvida!
E como foi no início?
No início, com pouca experiência, fiz um estágio no CENPES (Centro de Pesquisas da Petrobras), que durou 11 meses. Foi uma experiência legal mas me sentia meio limitada porque só desenvolvia trabalhos internos. Depois disso, fiz uma rápida passagem por uma agência de publicidade, a CONTEMPORÂNEA, mas o ritmo de uma agência é muito diferente de um escritório de design e isso não me agradou. A publicidade trabalha com oportunidades, é mais "aqui e agora" e o designer trabalha mais com conceitos duradouros como, por exemplo, quando cria a Identidade Visual de uma empresa: logomarca, uniformes dos funcionários, cartão de visita, papelaria, mala direta, padronização de e-mails e assinaturas etc. Depois de 3 meses na agência, vi que não era a minha praia e procurei estágio num escritório de design (BB Design). Eu estava no último período da faculdade e fiquei como estagiária por 6 meses. Depois fui contratada e permaneci lá por quase 5 anos.
Quais foram os melhores trabalhos que desenvolveu?
Acho que os melhores trabalhos que desenvolvi foi os que fiz sozinha como free lancer depois de alguns anos trabalhando num escritório de Design... nada como ter autonomia no trabalho e poder desenvolver a criatividade sem limites... No primeiro escritório de design onde trabalhei, a BB Design, aprendi muita coisa e tive uma chefe muito talentosa. Porém, ela precisava mais de alguém que fosse um operador de computador que colocasse as ideias dela em prática do que um designer com ideias próprias e vontade de expressá-las. Posso dizer que, na época, assimilei muitos conhecimentos técnicos importantes no dia-a-dia do trabalho, aprendi a mexer bem com Photoshop e Corel Draw, conheci a Escala Pantone e os processos de impressão, e aprendi a preparar um arquivo (arte-final) para a gráfica. Comecei a me sentir mais segura pra fazer alguns projetos sozinha e assim parti para a prospecção de clientes próprios, que vinham indicados por amigos.
E o site que possui? Conta pra gente.
Eu desenvolvi o site (http://www.katiabonfadini.hpg.ig.com.br/) pra ser um portifólio dos meus trabalhos. Ele está totalmente desatualizado!!!! Hoje em dia não tenho mais a senha pra entrar no programa e tirá-lo do ar. Mas lá existem trabalhos acadêmicos, ilustrações, alguns trabalhos que desenvolvi enquanto funcionária da BB Design e alguns outros free lances.
Atualmente o que faz?
Há quase 5 anos trabalho numa editora especializada na publicação de livros e revistas para a área médica. Gosto muito do ambiente onde trabalho, dos colegas e das revistas que produzimos. Porém, as revistas científicas são mais "duras" em termos de layout. Não posso ousar muito no trabalho, tenho que respeitar muitas regras e procedimentos das publicações e é por isso que o Criative-se tem sido muito importante pra mim. O blog tem me estimulado a criar e mostrar um outro lado do meu trabalho, algo mais despojado, ousado, festeiro, sem limites! E que, com certeza é mais a minha cara. Gostaria de no futuro poder fazer disso meu ganha-pão... Aliar prazer e trabalho seria a completa realização!



Bonfadini está aqui também. Confira!
Adjetivo de autoridade ou título da música da cantora Ana Carolina? Não importa, a frase cabe perfeitamente à ela. Mente inquieta, Kátia Bonfadini é uma dessas pessoas multifacetada, quer fazer, quer realizar, enfim quer dar pitaco. Participante do Blog Criative-se, ela nos presenteia todas as quartas-feiras com suas criações e viagens por esse “mundão de meu Deus”. Aqui ela conta um pouco das suas realizações profissionais.
Por que escolheu a carreira de designer?
Acho que meu interesse por design começou bem cedo. Quando criança gostava de ler os quadrinhos da Turma da Mônica e imitava os traços do Maurício de Souza num caderno de desenho. Aos 7 ou 8 anos comecei a fabricar meus próprios quadrinhos, inventando tramas e personagens. Minha prima Carla, que era também minha melhor amiga, escrevia os diálogos e me ajudava com as ilustrações. Criamos uma editora que batizamos de Katcar e vendíamos as revistas pros nossos pais, avós e tios, que pagavam alguns cruzeiros por cada edição e engordavam nossos cofrinhos! Alguns anos mais tarde, desanimada com a faculdade de Letras que cursava na UERJ, decidi abandoná-la de vez e experimentar algo novo. Conversei com amigos que estudavam Desenho Industrial pra entender que diabos era aquilo e cheguei à conclusão de que a ideia me agradava... Quatro anos depois meu projeto final da faculdade de Desenho Industrial foi a identidade visual de um bar e restaurante cubano. Tudo fictício, é claro. Adorei desenvolver o projeto, desde a fase inicial de pesquisa até a finalização e criação de brindes, camisetas e postais com a logomarca do bar. Foi nessa época que eu tive a certeza de que tinha escolhido a carreira certa! Nos finais de semana, trabalhava no projeto das 7h da manhã às 7h da noite sem parar, mas nem via a hora passar. Eu estava completamente envolvida!
E como foi no início?
No início, com pouca experiência, fiz um estágio no CENPES (Centro de Pesquisas da Petrobras), que durou 11 meses. Foi uma experiência legal mas me sentia meio limitada porque só desenvolvia trabalhos internos. Depois disso, fiz uma rápida passagem por uma agência de publicidade, a CONTEMPORÂNEA, mas o ritmo de uma agência é muito diferente de um escritório de design e isso não me agradou. A publicidade trabalha com oportunidades, é mais "aqui e agora" e o designer trabalha mais com conceitos duradouros como, por exemplo, quando cria a Identidade Visual de uma empresa: logomarca, uniformes dos funcionários, cartão de visita, papelaria, mala direta, padronização de e-mails e assinaturas etc. Depois de 3 meses na agência, vi que não era a minha praia e procurei estágio num escritório de design (BB Design). Eu estava no último período da faculdade e fiquei como estagiária por 6 meses. Depois fui contratada e permaneci lá por quase 5 anos.
Quais foram os melhores trabalhos que desenvolveu?
Acho que os melhores trabalhos que desenvolvi foi os que fiz sozinha como free lancer depois de alguns anos trabalhando num escritório de Design... nada como ter autonomia no trabalho e poder desenvolver a criatividade sem limites... No primeiro escritório de design onde trabalhei, a BB Design, aprendi muita coisa e tive uma chefe muito talentosa. Porém, ela precisava mais de alguém que fosse um operador de computador que colocasse as ideias dela em prática do que um designer com ideias próprias e vontade de expressá-las. Posso dizer que, na época, assimilei muitos conhecimentos técnicos importantes no dia-a-dia do trabalho, aprendi a mexer bem com Photoshop e Corel Draw, conheci a Escala Pantone e os processos de impressão, e aprendi a preparar um arquivo (arte-final) para a gráfica. Comecei a me sentir mais segura pra fazer alguns projetos sozinha e assim parti para a prospecção de clientes próprios, que vinham indicados por amigos.
E o site que possui? Conta pra gente.
Eu desenvolvi o site (http://www.katiabonfadini.hpg.ig.com.br/) pra ser um portifólio dos meus trabalhos. Ele está totalmente desatualizado!!!! Hoje em dia não tenho mais a senha pra entrar no programa e tirá-lo do ar. Mas lá existem trabalhos acadêmicos, ilustrações, alguns trabalhos que desenvolvi enquanto funcionária da BB Design e alguns outros free lances.
Atualmente o que faz?
Há quase 5 anos trabalho numa editora especializada na publicação de livros e revistas para a área médica. Gosto muito do ambiente onde trabalho, dos colegas e das revistas que produzimos. Porém, as revistas científicas são mais "duras" em termos de layout. Não posso ousar muito no trabalho, tenho que respeitar muitas regras e procedimentos das publicações e é por isso que o Criative-se tem sido muito importante pra mim. O blog tem me estimulado a criar e mostrar um outro lado do meu trabalho, algo mais despojado, ousado, festeiro, sem limites! E que, com certeza é mais a minha cara. Gostaria de no futuro poder fazer disso meu ganha-pão... Aliar prazer e trabalho seria a completa realização!
Alguns trabalhos da designer:



Bonfadini está aqui também. Confira!
14 julho 2009
12 julho 2009
Da série: Eu recomendo
Desafiando os Limites

Anthony Hopkins, já é um convite para vê-lo atuando. Nesse, deixo o aval. Para um grande ator, não há limite de idade. Aqui, ele deixa a impressão que viveu esse personagem. Nem se sente a longa duração do filme.
Burt, investe tempo e sua aposentadoria na realização de um sonho. A moto, para muitos, uma peça de museu. Para ele, a melhor moto do mundo. Daí, põe paixão no que faz. Tentando provar que nunca é tarde demais para correr atrás de um sonho. Não importando se chegará ou não ao final…
Nessa longa jornada o filme nos fala em superação. Em até onde o prazer pode superar a dor… Em cada obstáculo que passa até chegar em Bonneville. Vamos junto com ele numa torcida silenciosa, mas com brilho nos olhos.
Crédito: Valéria Miguez
Festa Julina
Quem disse que cidade praiana não combina com festa capirira? Pois combina sim.
Família reunida na festinha.
Recrutaram os cumpades e cumades Família Buscapé e Adjacentes e fizeram uma festa animada na semana passada, com direito até a buraco quente. Para quem não conhece, buraco quente é pão francês cortado na metade, abre-se um buraco no meio e soca carne desfiada ou moída bem temperada e com muito molho. Eu e o Queridinho fomos conferir o 'buraco quente' da Cilene.
Cilene orgulhosa mostra a mesa (ainda incompleta) com cural, canjica, cachorro quente, quentão, vinho quente, bolo de fubá e de milho, paçoca, além do famosíssimo 'buraco quente'
Juliana, eu e a Cris. Animadas com o vinho quente.
08 julho 2009
Da série: Gente que faz
AMIGOS QUE NÃO CONHECEMOS
Amigos da internet são de carne e osso. Virtuais é porque ainda não os vimos pessoalmente, mas o nosso imaginário se encarregada de criar uma imagem de cada pessoa em nossa mente. Flávia Teles é um dessas amigas desconhecidas, li um texto dela, deixei um recado, recebi um e-mail e assim nasceu nossa amizade virtual que está prestes a tomar um outro rumo quando nos vermos pessoalmente. Convidei essa querida amiga para contar um pouco das suas experiências:
Como é ter amigos virtuais?
É engraçado porque pra mim esse termo soa meio estranho. Pois de certa forma, aqueles com quem eu converso, com quem eu abro parte da minha vida, passam a ser amigos tão reais, que eu sinceramente me esqueço do fato de as vezes não nos conhecermos pessoalmente. Pra mim essa sempre foi uma experiência maravilhosa. Conheci, graças a internet, pessoas fantásticas de todos os lugares do país e do mundo. Tenho certeza de que se não fosse através deste rede, eu jamais as conheceria.
Onde você encontrou esses amigos?
Eu acesso a internet há mais ou menos 10 anos. Também pelo fato de trabalhar na área de tecnologia, afinal sou uma analista de sistemas. Sou da época do ICQ e do IRC. Naquela época o auge eram os chats, mas nunca senti confiança naquilo. De certa forma sempre achei que o fato de você poder se passar por outra pessoa muito perigoso. Ali eram poucas as pessoas que estavam realmente querendo fazer amizades. Então optei pelas listas de e-mail. Tenho muitos amigos daquela época, pessoas que são parte da minha vida. Também fiz uma grande turma de amigos através do blog de uma jornalista chamada Rosana Hermman. Esses amigos, já deixaram de ser virtuais há tempos. Todos nós nos conhecemos, nos encontramos, e foi lá inclusive que conheci meu marido.
O avatar ajuda ou prejudica a imagem de uma pessoa?
Acho que nem um nem outro. Ao meu ver, o avatar é apenas uma brincadeira, na qual a pessoa, através de uma imagem ou foto, tenta expressar algo que gosta, que sente ou até mesmo quem ela é.
Já conheceu pessoalmente um amigo desses?
Nossa, muitos! Graças a Deus eu só fui apresentada a pessoas ótimas aqui na net. Já conheci gente de Natal, Brasília, Belo Horizonte, Campinas, etc. As amizades que sinto que são verdadeiras, eu faço de tudo para que elas se tornem reais. Até hoje, não me decepcionei com ninguém.
Por que ter um blog?
Eu já tive vários blogs, o primeiro foi por necessidade de dizer alguma coisa, mesmo sem saber se alguém iria passar ali para ler. Sempre adorei escrever e achava que o blog funcionava como uma espécie de diário pra mim. Depois fui percebendo que as pessoas se intrometiam demais no meu ponto de vista e a função do blog perdeu completamente o sentido. Então, anos depois, influenciada pelo meu marido, meus amigos e minha família, eu decidi montar uma espécie de caderno de receitas virtual, ou seja, um blog de culinária. Só que eu percebi que ali, além de receitas eu também poderia falar de alguns outros assuntos, e fui fazendo isto aos poucos, percebendo a receptividade das pessoas diante da mudança de assuntos. Tem funcionado muito bem. Faço o que eu gosto e falo o que penso.
Um amigo virtual substitui um amigo de verdade?
Acho que o termo não é substituir, os dois pelo menos para mim são super necessários. Preciso saber que posso contar com todos aqueles que eu chamo de Amigo. Eu às vezes me sinto em dois mundos, e por isto às vezes recorro aos amigos de perto, aàs vezes prefiro procurar os de longe. E o motivo desta "distinção" é que meus amigos "reais", são pessoas que não tem o tipo de contato com a internet que eu e meu marido por exemplo temos. Eles não acessam blogs, não conhecem pessoas através da net e me acham muito nerd por eu fazer parte deste mundo, até trocar e-mail com minha turma não é fácil. Então, às vezes, é mais fácil eu me sentir a vontade com pessoas que são mais a minha cara, digamos assim. Lógico que muitas vezes o que precisamos é do carinho, do abraço, do consolo de um amigo de perto, de um sentimento mais real, Então acho que os dois, cada um a seu modo, tem sua importância.
Quer conhecer um outro lado da Flá? Então acesse o Blog Arte na Cozinha e confira as delícias que ela faz.
Amigos da internet são de carne e osso. Virtuais é porque ainda não os vimos pessoalmente, mas o nosso imaginário se encarregada de criar uma imagem de cada pessoa em nossa mente. Flávia Teles é um dessas amigas desconhecidas, li um texto dela, deixei um recado, recebi um e-mail e assim nasceu nossa amizade virtual que está prestes a tomar um outro rumo quando nos vermos pessoalmente. Convidei essa querida amiga para contar um pouco das suas experiências:
Como é ter amigos virtuais?
É engraçado porque pra mim esse termo soa meio estranho. Pois de certa forma, aqueles com quem eu converso, com quem eu abro parte da minha vida, passam a ser amigos tão reais, que eu sinceramente me esqueço do fato de as vezes não nos conhecermos pessoalmente. Pra mim essa sempre foi uma experiência maravilhosa. Conheci, graças a internet, pessoas fantásticas de todos os lugares do país e do mundo. Tenho certeza de que se não fosse através deste rede, eu jamais as conheceria.
Onde você encontrou esses amigos?
Eu acesso a internet há mais ou menos 10 anos. Também pelo fato de trabalhar na área de tecnologia, afinal sou uma analista de sistemas. Sou da época do ICQ e do IRC. Naquela época o auge eram os chats, mas nunca senti confiança naquilo. De certa forma sempre achei que o fato de você poder se passar por outra pessoa muito perigoso. Ali eram poucas as pessoas que estavam realmente querendo fazer amizades. Então optei pelas listas de e-mail. Tenho muitos amigos daquela época, pessoas que são parte da minha vida. Também fiz uma grande turma de amigos através do blog de uma jornalista chamada Rosana Hermman. Esses amigos, já deixaram de ser virtuais há tempos. Todos nós nos conhecemos, nos encontramos, e foi lá inclusive que conheci meu marido.
O avatar ajuda ou prejudica a imagem de uma pessoa?
Acho que nem um nem outro. Ao meu ver, o avatar é apenas uma brincadeira, na qual a pessoa, através de uma imagem ou foto, tenta expressar algo que gosta, que sente ou até mesmo quem ela é.
Já conheceu pessoalmente um amigo desses?
Nossa, muitos! Graças a Deus eu só fui apresentada a pessoas ótimas aqui na net. Já conheci gente de Natal, Brasília, Belo Horizonte, Campinas, etc. As amizades que sinto que são verdadeiras, eu faço de tudo para que elas se tornem reais. Até hoje, não me decepcionei com ninguém.
Por que ter um blog?
Eu já tive vários blogs, o primeiro foi por necessidade de dizer alguma coisa, mesmo sem saber se alguém iria passar ali para ler. Sempre adorei escrever e achava que o blog funcionava como uma espécie de diário pra mim. Depois fui percebendo que as pessoas se intrometiam demais no meu ponto de vista e a função do blog perdeu completamente o sentido. Então, anos depois, influenciada pelo meu marido, meus amigos e minha família, eu decidi montar uma espécie de caderno de receitas virtual, ou seja, um blog de culinária. Só que eu percebi que ali, além de receitas eu também poderia falar de alguns outros assuntos, e fui fazendo isto aos poucos, percebendo a receptividade das pessoas diante da mudança de assuntos. Tem funcionado muito bem. Faço o que eu gosto e falo o que penso.
Um amigo virtual substitui um amigo de verdade?
Acho que o termo não é substituir, os dois pelo menos para mim são super necessários. Preciso saber que posso contar com todos aqueles que eu chamo de Amigo. Eu às vezes me sinto em dois mundos, e por isto às vezes recorro aos amigos de perto, aàs vezes prefiro procurar os de longe. E o motivo desta "distinção" é que meus amigos "reais", são pessoas que não tem o tipo de contato com a internet que eu e meu marido por exemplo temos. Eles não acessam blogs, não conhecem pessoas através da net e me acham muito nerd por eu fazer parte deste mundo, até trocar e-mail com minha turma não é fácil. Então, às vezes, é mais fácil eu me sentir a vontade com pessoas que são mais a minha cara, digamos assim. Lógico que muitas vezes o que precisamos é do carinho, do abraço, do consolo de um amigo de perto, de um sentimento mais real, Então acho que os dois, cada um a seu modo, tem sua importância.
Quer conhecer um outro lado da Flá? Então acesse o Blog Arte na Cozinha e confira as delícias que ela faz.
06 julho 2009
Diploma de Jornalismo: apenas um papel?
Sou comunicóloga/publicitária (com diploma) e pós graduada em marketing (com diploma de MBA). Realizei um sonho ao pegar em mãos meu diploma da graduação, ralei muito, fiz estágio por uma bolsa irrisória, deixei muitas vezes de comer uma simples coxinha porque não tinha dinheiro e andei muito a pé para economizar uma condução.
Bons profissionais são talentosos por natureza, alguns precisam ser lapidados e encaram uma faculdade. Sei que nem todo músico tem o título em um diploma assim como existem diversos exemplos jornalistas, que embora sejam exemplares em sua atuação, nunca passaram por uma faculdade de Jornalismo, assim como há outros bem sucedidos que se orgulham de ter um diploma.
Ninguém aprende ética e opinião numa faculdade. Ética, opinião e talento notícias são coisas que a pessoa adquire vivenciando. Concordo que um diploma de jornalista não evita que se fale ou escreva bobagem. Mas ao que parece um diploma de jornalista fere a livre expressão, esse argumento é vago e falho. Partindo desse princípio, então vamos deixar que a Internet se encarregue de nos por a par de tudo o que existe no mundo. Comida qualquer um faz, sendo ruim, bom cozinheiro ou um chef, mas existe aquela comida que desce por necessidade e aquela que saboreamos com prazer.
A formação escolar brasileira é irregular; poucas são as escolas que suprem as necessidades de um indivíduo a ter conhecimentos básicos que o capacitem a uma visão crítica e madura sobre o mundo. É mais ou menos assim: melhorar a educação ninguém quer, mas mexer em algo que está dando certo, pelo menos em seu objetivo, todo mundo se julga apto.
A faculdade não apenas deveria continuar como obrigatória, mas sim ser mais exigente. Hoje é muito fácil se formar em Jornalismo, afinal até o vestibular nem existe mais para peneirar os bons candidatos. Mas com o fim da obrigatoriedade do diploma só vai ficar pior. Lamentável.
Bons profissionais são talentosos por natureza, alguns precisam ser lapidados e encaram uma faculdade. Sei que nem todo músico tem o título em um diploma assim como existem diversos exemplos jornalistas, que embora sejam exemplares em sua atuação, nunca passaram por uma faculdade de Jornalismo, assim como há outros bem sucedidos que se orgulham de ter um diploma.
Ninguém aprende ética e opinião numa faculdade. Ética, opinião e talento notícias são coisas que a pessoa adquire vivenciando. Concordo que um diploma de jornalista não evita que se fale ou escreva bobagem. Mas ao que parece um diploma de jornalista fere a livre expressão, esse argumento é vago e falho. Partindo desse princípio, então vamos deixar que a Internet se encarregue de nos por a par de tudo o que existe no mundo. Comida qualquer um faz, sendo ruim, bom cozinheiro ou um chef, mas existe aquela comida que desce por necessidade e aquela que saboreamos com prazer.
A formação escolar brasileira é irregular; poucas são as escolas que suprem as necessidades de um indivíduo a ter conhecimentos básicos que o capacitem a uma visão crítica e madura sobre o mundo. É mais ou menos assim: melhorar a educação ninguém quer, mas mexer em algo que está dando certo, pelo menos em seu objetivo, todo mundo se julga apto.
A faculdade não apenas deveria continuar como obrigatória, mas sim ser mais exigente. Hoje é muito fácil se formar em Jornalismo, afinal até o vestibular nem existe mais para peneirar os bons candidatos. Mas com o fim da obrigatoriedade do diploma só vai ficar pior. Lamentável.
02 julho 2009
Sustentabilidade
Para uma empresa ter a certificação da ISO já foi moderno, mas top mesmo é adotar ações adequadas ao bem-estar e preocupados com meio ambiente, sustentabilidade...
Na empresa onde trabalho, "o tema" dos banheiros é Pequenos Gestos Fazem o Mundo Sustentável e está disseminado principalmente no uso consciente dos papéis higiênicos e toalha. Mas fofo mesmo é o que eles adotam para a higiene: em todos os banheiros há um borrifador com álcool para desinfetar o assento antes do uso. Adorei
Na empresa onde trabalho, "o tema" dos banheiros é Pequenos Gestos Fazem o Mundo Sustentável e está disseminado principalmente no uso consciente dos papéis higiênicos e toalha. Mas fofo mesmo é o que eles adotam para a higiene: em todos os banheiros há um borrifador com álcool para desinfetar o assento antes do uso. Adorei
30 junho 2009
Milagre da vida
Mulheres são seres ansiosos por natureza. Mas é uma ansiedade permeada por contradições porque, ao mesmo tempo em que não aguentamos pequenas esperas, somos capazes de aguardar pacientemente grandes momentos da vida.
Ontem tive a agradável notícia que uma pessoa muito próxima deu à luz. Diante da felicidade, veio a preocupação com a saúde do bebê. A razão é o fato que a mãe é portadora do vírus HIV. Soube da sua gravidez bem no início, e assim como todos os parentes e amigos, fiquei apreensiva.
Mas, o valente bebê nasceu saudável, mesmo que de parto cesariana e não poderá receber leite materno, devido aos riscos de transmissão do vírus. A mãe sempre quis ter um bebê e sabia dos riscos que corria, mas fez o tratamento direitinho e esperou ansiosamente por nove meses, assim como todas nós.
Desejo de todo coração que ela, acima de tudo, seja fonte de amor, encorajamento e de dedicação para seu bebê e para outras mães que estejam nessa situação.
Ontem tive a agradável notícia que uma pessoa muito próxima deu à luz. Diante da felicidade, veio a preocupação com a saúde do bebê. A razão é o fato que a mãe é portadora do vírus HIV. Soube da sua gravidez bem no início, e assim como todos os parentes e amigos, fiquei apreensiva.
Mas, o valente bebê nasceu saudável, mesmo que de parto cesariana e não poderá receber leite materno, devido aos riscos de transmissão do vírus. A mãe sempre quis ter um bebê e sabia dos riscos que corria, mas fez o tratamento direitinho e esperou ansiosamente por nove meses, assim como todas nós.
Desejo de todo coração que ela, acima de tudo, seja fonte de amor, encorajamento e de dedicação para seu bebê e para outras mães que estejam nessa situação.
É pic, é pic, é pic
Aniversário em família grande é assim: todo mês tem festa. E Junho teve comemoração da minha irmã Joia, sobrinho Junior, primo Bruno e cunhadinho Murilo.
Comes e bebes no aniversário do Bruno - lasanhas maravilhosas das vovós da família.
Família reunida no aniversário do Murilo - bolo e churras, é claro!
25 junho 2009
Luto

"Heal the world
Make it a better place
For you and for me
And the entire human race
There are people dying
If you care enough for the living
Make it a better place
For you and for me"
Make it a better place
For you and for me
And the entire human race
There are people dying
If you care enough for the living
Make it a better place
For you and for me"
"Curem o mundo,
Façam-no um lugar melhor
Para você e para mim
E para toda a raça humana.
Existem pessoas morrendo,
Se você preocupa-se o suficiente com a vida,
Crie um lugar melhor
Para você e para mim"
24 junho 2009
Da série: Gente que faz
UMA MULHER MULTI
Todo profissional de comunicação sonha em trabalhar em uma agência de notícias, publicidade, televisão ou na redação de um jornal, revista. Sonhei com isso também, mas a vida me trouxe ao meio empresarial e gosto muito desse destino.
Conheci Verônica Cobas através da blogosfera. Feito de tudo um pouco nessa vida, a jornalista que se tornou minha amiga virtual pelo seu jeito delicado e inteligente com as palavras, conta um pouco pra gente a sua atribulada rotina:
Por que ser jornalista?
Desde pequena sempre disse que ia ser jornalista. Mas, sem dúvida, foi um desejo inspirado na admiração que tinha dos radialistas que cobriam futebol. Sempre gostei do esporte, sempre torci pelo Flamengo e como na minha época de criança não havia praticamente cobertura de futebol pela TV, concentrávamos toda nossa paixão e curiosidade no ouvido aguçado em direção ao rádio. E assim forjei a ideia de que seria uma jornalista esportiva. Já adolescente, e apesar da ampliação das minhas áreas de interesse – curtia literatura, música e, principalmente, política – continuei focada na carreira. Nunca pensei em nada profissional que não fosse o jornalismo. Entrei na faculdade e já no segundo ano comecei a estagiar. Claro que não foi no jornalismo esportivo. Trabalhei em dois jornais que já não existem mais: Diário de Notícias e Luta Democrática. Ali fazia reportagens da vida da cidade e de política. Sou de uma geração que gostava muito de política, que vivia esse tema em seu cotidiano. Fui uma estudante universitária engajada, participei de centros acadêmicos, mas nunca deixei de gostei de coisas como futebol, cultura, teatro, etc. Quando experimentei a primeira redação de revista, caí no mundinho fashion e televisivo.
Como foi a experiência na redação de uma revista?
Trabalhei em revistas de moda - Magazine – e em revistas de televisão – Amiga, Sétimo Céu, Fatos e Fotos. Tínhamos uma chefe de redação com quem nos reuníamos uma vez por semana para fechar a pauta da edição. De posse do tema da matéria, começava a apuração. Fiz texto de editorial de moda e gostava muito de participar da produção junto com o fotógrafo. Sempre adorei trabalhar com fotógrafo. E durante muito tempo fiz cobertura de novelas, trabalhando nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro, o dia inteiro. Foi uma época bem curiosa porque sempre gostei de televisão e, nessa época, adorava novelas. Estar ali, ao lado de todos aqueles astros e com apenas 21 anos, era uma coisa meio mágica. Entrevistei todos os grandes nomes da televisão brasileira, experiência interessante às vezes e abominável, tantas outras. Com a evolução na carreira, passei de repórter à redatora, trabalhei como free-lancer no Jornal Última Hora, também com cobertura de shows, no Globo, e só alguns depois vivi a experiência de trabalhar com o tema esporte, desta vez na Revista Viva, um projeto do Jornal do Brasil. Depois trabalhei no jornal da Bolsa de Valores e em 1982, quando meu primeiro filho tinha seis meses, fui convidada para trabalhar numa editora que desenvolvia projetos para a indústria farmacêutica. Lá fiquei durante 22 anos, o que acabou se transformando numa especialização para mim.
Onde você trabalha hoje e quais são suas tarefas?
Trabalho há quatro anos em uma outra editora do Rio de Janeiro que também atende à indústria farmacêutica. Minhas funções foram se transformando através dos anos e da experiência acumulada. Comecei escrevendo, depois editando e, como consequência, ganhando muita experiência no trabalho com o design gráfico. Sou uma jornalista especializada em textos científicos e dirigidos à classe médica, mas hoje já ocupo algumas funções comerciais. Na verdade, sou gerente editorial da Diagraphic Editora e coordeno toda a produção que os redatores médicos, revisores e designers realizam. Também acumulo a gerência comercial da empresa, provendo os nossos agentes comerciais de idéias e projetos a serem apresentados aos clientes. Ainda escrevo muito, faço títulos, legendas, apresentações dos projetos, entrevistas, defesas editoriais, além de cartões de aniversário, casamento, bilhetes e afins. Quase uma Fernanda Montenegro em Central do Brasil.
Ser jornalista é...
Ser um escrevinhador da vida, dos fatos, do que vemos com os olhos e contamos através das letras, vírgulas e acentos. É viver de perto situações que sequer lhe pertencem e, mesmo quando pertencem, ser capaz de falar delas com o olhar distante e preciso. Gostar muito do poder de fazer das palavras, gestos. E dos gestos, crença e prazer. Fora tudo isso, é muita ralação, salários nem sempre bons, chefes eventualmente duros...nada muito diferente das outras profissões, a não ser pelo domínio da palavra e do maior ou menor prazer com o nicho de trabalho onde se está inserido. Gostei de tudo que fiz e que, certamente, ainda vou fazer. Descobri, por exemplo, que adoro chefiar equipes, que gosto da ideia de fazer de minhas palavras um estímulo ao conceito de que sempre é tempo de transformar. Já andei dizendo pelos blogs da vida, mas fora os momentos em que ando de primeira marcha, de modo geral acho que posso mudar o mundo. Não podia escolher outra profissão em que não fosse possível falar pra muita gente.
Quer conhecer mais sobre a Verônica? Confira os blogs http://www.criativesse.blogspot.com/ e http://www.eassimquesou.blogspot.com/
Todo profissional de comunicação sonha em trabalhar em uma agência de notícias, publicidade, televisão ou na redação de um jornal, revista. Sonhei com isso também, mas a vida me trouxe ao meio empresarial e gosto muito desse destino.
Conheci Verônica Cobas através da blogosfera. Feito de tudo um pouco nessa vida, a jornalista que se tornou minha amiga virtual pelo seu jeito delicado e inteligente com as palavras, conta um pouco pra gente a sua atribulada rotina:
Por que ser jornalista?
Desde pequena sempre disse que ia ser jornalista. Mas, sem dúvida, foi um desejo inspirado na admiração que tinha dos radialistas que cobriam futebol. Sempre gostei do esporte, sempre torci pelo Flamengo e como na minha época de criança não havia praticamente cobertura de futebol pela TV, concentrávamos toda nossa paixão e curiosidade no ouvido aguçado em direção ao rádio. E assim forjei a ideia de que seria uma jornalista esportiva. Já adolescente, e apesar da ampliação das minhas áreas de interesse – curtia literatura, música e, principalmente, política – continuei focada na carreira. Nunca pensei em nada profissional que não fosse o jornalismo. Entrei na faculdade e já no segundo ano comecei a estagiar. Claro que não foi no jornalismo esportivo. Trabalhei em dois jornais que já não existem mais: Diário de Notícias e Luta Democrática. Ali fazia reportagens da vida da cidade e de política. Sou de uma geração que gostava muito de política, que vivia esse tema em seu cotidiano. Fui uma estudante universitária engajada, participei de centros acadêmicos, mas nunca deixei de gostei de coisas como futebol, cultura, teatro, etc. Quando experimentei a primeira redação de revista, caí no mundinho fashion e televisivo.
Como foi a experiência na redação de uma revista?
Trabalhei em revistas de moda - Magazine – e em revistas de televisão – Amiga, Sétimo Céu, Fatos e Fotos. Tínhamos uma chefe de redação com quem nos reuníamos uma vez por semana para fechar a pauta da edição. De posse do tema da matéria, começava a apuração. Fiz texto de editorial de moda e gostava muito de participar da produção junto com o fotógrafo. Sempre adorei trabalhar com fotógrafo. E durante muito tempo fiz cobertura de novelas, trabalhando nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro, o dia inteiro. Foi uma época bem curiosa porque sempre gostei de televisão e, nessa época, adorava novelas. Estar ali, ao lado de todos aqueles astros e com apenas 21 anos, era uma coisa meio mágica. Entrevistei todos os grandes nomes da televisão brasileira, experiência interessante às vezes e abominável, tantas outras. Com a evolução na carreira, passei de repórter à redatora, trabalhei como free-lancer no Jornal Última Hora, também com cobertura de shows, no Globo, e só alguns depois vivi a experiência de trabalhar com o tema esporte, desta vez na Revista Viva, um projeto do Jornal do Brasil. Depois trabalhei no jornal da Bolsa de Valores e em 1982, quando meu primeiro filho tinha seis meses, fui convidada para trabalhar numa editora que desenvolvia projetos para a indústria farmacêutica. Lá fiquei durante 22 anos, o que acabou se transformando numa especialização para mim.
Onde você trabalha hoje e quais são suas tarefas?
Trabalho há quatro anos em uma outra editora do Rio de Janeiro que também atende à indústria farmacêutica. Minhas funções foram se transformando através dos anos e da experiência acumulada. Comecei escrevendo, depois editando e, como consequência, ganhando muita experiência no trabalho com o design gráfico. Sou uma jornalista especializada em textos científicos e dirigidos à classe médica, mas hoje já ocupo algumas funções comerciais. Na verdade, sou gerente editorial da Diagraphic Editora e coordeno toda a produção que os redatores médicos, revisores e designers realizam. Também acumulo a gerência comercial da empresa, provendo os nossos agentes comerciais de idéias e projetos a serem apresentados aos clientes. Ainda escrevo muito, faço títulos, legendas, apresentações dos projetos, entrevistas, defesas editoriais, além de cartões de aniversário, casamento, bilhetes e afins. Quase uma Fernanda Montenegro em Central do Brasil.
Ser jornalista é...
Ser um escrevinhador da vida, dos fatos, do que vemos com os olhos e contamos através das letras, vírgulas e acentos. É viver de perto situações que sequer lhe pertencem e, mesmo quando pertencem, ser capaz de falar delas com o olhar distante e preciso. Gostar muito do poder de fazer das palavras, gestos. E dos gestos, crença e prazer. Fora tudo isso, é muita ralação, salários nem sempre bons, chefes eventualmente duros...nada muito diferente das outras profissões, a não ser pelo domínio da palavra e do maior ou menor prazer com o nicho de trabalho onde se está inserido. Gostei de tudo que fiz e que, certamente, ainda vou fazer. Descobri, por exemplo, que adoro chefiar equipes, que gosto da ideia de fazer de minhas palavras um estímulo ao conceito de que sempre é tempo de transformar. Já andei dizendo pelos blogs da vida, mas fora os momentos em que ando de primeira marcha, de modo geral acho que posso mudar o mundo. Não podia escolher outra profissão em que não fosse possível falar pra muita gente.
Quer conhecer mais sobre a Verônica? Confira os blogs http://www.criativesse.blogspot.com/ e http://www.eassimquesou.blogspot.com/
21 junho 2009
A conquista de um sonho
Mesmo aqueles que não planejam a vida gostam de um pouquinho de segurança. Segurança é tudo que temos como certo na vida. Algo que se luta para conseguir, investe horrores, e chega uma hora que aquilo se torna certo na sua vida. Aquela é sua certeza.
Desde sempre, sonho em comprar um lar, o meu lar. E eu e o Querinho adotamos esse sonho como nosso. Sabemos que esse é um passo importante para a construção de nossa família. E depois vem um filho, a troca do carro, aquela viagem...
Enfim, brindemos hoje a conquista desse sonho. Um sonho que sonhamos juntos e investiremos juntos. Um sonho que muitos têm e poucos conseguem. E eu estou com um nó na garganta e aquela vontade louca de sair gritando o que acabamos de conseguir.
Sim, eu já chorei. Mas foi um choro gostoso, lágrimas de felicidade.
19 junho 2009
Vota vai
Como junho é o mês dos namorados, quero aproveitar para te convidar a conhecer minha história de amor. Lá no Criative-se tá rolando um concurso lindo sobre o tema, e a minha história tá concorrendo.
Vamos lá, vote na minha história e faça uma blogueira feliz.
Vamos lá, vote na minha história e faça uma blogueira feliz.
18 junho 2009
Happy Birthday
Um dos meus amores nesta vida é minha irmã. Ela é dona de um pedaço generoso do meu coração. Nossa relação sempre beirou a paixão, cumplicidade e eventuais conflitos. Porque somos diferentes, e pronto. E hoje a gente comemora mais um aniversário dela e isso me deixa muito contente. Amo você, minha querida!
14 junho 2009
Sim, a aparência importa
Dois segundos. Esse é o tempo que você leva para dizer bom dia e formar a primeira impressão. Ter boa aparência é essencial. Relativo é ser bonito. Ninguém precisa ser loiro, ter olhos claros e corpo esbelto, mas precisa saber o que lhe cai bem, cuidar da aparência.
Claro que em primeiro lugar está a pessoa, sua índole, seus princípios. Vivemos numa sociedade onde somos julgados pela nossa aparência, antes mesmo de abrir a boca. Positivo ou negativo, fazemos parte e precisamos sobreviver.
Quando se usa um crachá, um cartão de visitas ou se apresenta como um funcionário de determinada empresa, sua imagem está ligada à ela. Uma pessoa que não tem o mínimo cuidado com si próprio dificilmente será zelosa com os deveres profissionais?
Procuro ser cuidadosa com meu sorriso, principalmente. E como não fui abençoada por Deus com dentes perfeitos, visito o dentista regularmente. Em fevereiro fiz uma cirurgia para retirada de um dente do ciso e agora acabo de fazer a última. Se doeu? Sim. Era inacreditável o tamanho daquele dente num espaço minúsculo. Mas tinha que ser retirado e com um bom dentista. E lá foram mais R$ 350,00, mais remédios comprados e sopas e purês digeridos.
Convivo com uma pessoa que além de ter cabelos e sobrancelhas brancas, o que demonstra total desleixo, anda arrastando os pés e parece uma vampira. Imagina ter apenas os dois dentes frontais e os caninos. Os vizinhos, aqueles intermediários, simplesmente não existem. Agora me diz como uma pessoa dessas ainda tem coragem de visitar clientes e acredita fielmente que irá conquistá-los?
Claro que em primeiro lugar está a pessoa, sua índole, seus princípios. Vivemos numa sociedade onde somos julgados pela nossa aparência, antes mesmo de abrir a boca. Positivo ou negativo, fazemos parte e precisamos sobreviver.
Quando se usa um crachá, um cartão de visitas ou se apresenta como um funcionário de determinada empresa, sua imagem está ligada à ela. Uma pessoa que não tem o mínimo cuidado com si próprio dificilmente será zelosa com os deveres profissionais?
Procuro ser cuidadosa com meu sorriso, principalmente. E como não fui abençoada por Deus com dentes perfeitos, visito o dentista regularmente. Em fevereiro fiz uma cirurgia para retirada de um dente do ciso e agora acabo de fazer a última. Se doeu? Sim. Era inacreditável o tamanho daquele dente num espaço minúsculo. Mas tinha que ser retirado e com um bom dentista. E lá foram mais R$ 350,00, mais remédios comprados e sopas e purês digeridos.
Convivo com uma pessoa que além de ter cabelos e sobrancelhas brancas, o que demonstra total desleixo, anda arrastando os pés e parece uma vampira. Imagina ter apenas os dois dentes frontais e os caninos. Os vizinhos, aqueles intermediários, simplesmente não existem. Agora me diz como uma pessoa dessas ainda tem coragem de visitar clientes e acredita fielmente que irá conquistá-los?
13 junho 2009
Selinho e desafio
A Flá me passou e cumpro o prometido.

- Publicar a imagem do selo e linkar quem te enviou.
- Escolher 5 situações da sua vida que mereciam ser repetidas em slow motion e porquê.
- Passar o desafio.
As minhas respostas são:
- Minha formatura da faculdade, por ter sido o momento que concretizou a realização de um sonho;
- Receber um prêmio de responsabilidade social no Palácio da Alvorada em Brasília, em dois anos consecutivos, por um projeto que escrevi;
- Andar de avião pela primeira vez, a emoção foi tanta que fiquei com pena de não ter ninguém ao meu lado para compartilhar;
- O dia que me mudei com o Queridinho para a nossa casa, pois foi uma decisão bastante pensada e muito acertada;
- Quando nasceu meu primeiro sobrinho e todos os demais, crianças sempre foram muito bem-vindas em nossa família.
Indico para quem quiser responder.

- Publicar a imagem do selo e linkar quem te enviou.
- Escolher 5 situações da sua vida que mereciam ser repetidas em slow motion e porquê.
- Passar o desafio.
As minhas respostas são:
- Minha formatura da faculdade, por ter sido o momento que concretizou a realização de um sonho;
- Receber um prêmio de responsabilidade social no Palácio da Alvorada em Brasília, em dois anos consecutivos, por um projeto que escrevi;
- Andar de avião pela primeira vez, a emoção foi tanta que fiquei com pena de não ter ninguém ao meu lado para compartilhar;
- O dia que me mudei com o Queridinho para a nossa casa, pois foi uma decisão bastante pensada e muito acertada;
- Quando nasceu meu primeiro sobrinho e todos os demais, crianças sempre foram muito bem-vindas em nossa família.
Indico para quem quiser responder.
11 junho 2009
História de amor
Declarei todas essas palavras de coração aberto. Sabia que o dono daqueles beijos e cara de menino era bastante perigoso para o meu coração mole.
Mas tudo bem. A gente se conheceu numa quadra de futsal por amigos em comum. Naquela noite eu estava muito mais desinibida que o habitual, e ele mais ranzinza do que podia ser. Tínhamos o mesmo objetivo, embora não declarado: ambos estavam à procura de um calmaria e isso só poderia ser oferecido por uma pessoa incomum.
Roubei um beijo, ganhei outros em troca. A diferença como Eduardo e Mônica (sim, aqueles da música) crescia e nos aproximava. Resolvi ceder. Em quatro meses juntamos nossas dívidas. E minhas noites seguem regadas de amor, meus finais de semana são mais alegres e tenho companhia para conversar, passear e não fazer nada. Confesso que pedi a Deus esse presente e fui atendida. Agradeço ao meu Queridinho por ser tão louco e topar dividir sua vida comigo.
10 junho 2009
Da série: mistérios que abalam o mundo
Alguém pode me explicar por que todos os artistas, sejam cantores, atrizes e afins, quando morrem viram santos? Mesmo que sua vida tenha sido recheada de alcoolismo, vandalismo, drogas ou escândalos?
Vide: Elis Regina, Cazuza, Cássia Eller, Maísa, Elvis Presley, Tim Maia...
Que fique bem claro que não estou questionando o talento de nenhum deles, mas apenas o que a mídia consegue fazer.
Vide: Elis Regina, Cazuza, Cássia Eller, Maísa, Elvis Presley, Tim Maia...
Que fique bem claro que não estou questionando o talento de nenhum deles, mas apenas o que a mídia consegue fazer.
09 junho 2009
O pão nosso de cada dia
Dia desses, o Blog Miojo escreveu um delicioso post sobre padarias. Dei minhas contribuições como sugestão de padocas que se destacam pelo atendimento, variedade e tudo sempre fresquinho.
Sou daquelas que amam padarias, quer me deixar feliz me convida para tomar um café da manhã completo em uma. Gosto de tudo quentinho, de ficar olhando as pessoas e suas descisões para o desjejum. Presto atenção em cada detalhe. Parece que o dia tem outro sabor. Listei algumas que gosto (e frequento) em Sampa:
* Vera Cruz - Bairro Tatuapé: pizza em pedaços e pratos rápidos no balcão;
* Dona Deôla - Bairro Higienópolis: uma das melhores coxinhas de frango que já comi na minha vida;
* Palmeiras - Metrô Marechal: tudo de manhã é fresquinho, pãozinho, pão de queijo, pão de frios, hummmm;
* Campos Elíseos - Bairro Campos Elíseos: frios cortados na medida certa com aquela pãozinho quentinho;
* A Lareira - Bairro do Limão: comida por kilo saborosa e cesta de mini pães com frios única.
E você, gosta de padarias? Indique uma boa para a gente conferir. Aceito em qualquer cidade.
Sou daquelas que amam padarias, quer me deixar feliz me convida para tomar um café da manhã completo em uma. Gosto de tudo quentinho, de ficar olhando as pessoas e suas descisões para o desjejum. Presto atenção em cada detalhe. Parece que o dia tem outro sabor. Listei algumas que gosto (e frequento) em Sampa:
* Vera Cruz - Bairro Tatuapé: pizza em pedaços e pratos rápidos no balcão;
* Dona Deôla - Bairro Higienópolis: uma das melhores coxinhas de frango que já comi na minha vida;
* Palmeiras - Metrô Marechal: tudo de manhã é fresquinho, pãozinho, pão de queijo, pão de frios, hummmm;
* Campos Elíseos - Bairro Campos Elíseos: frios cortados na medida certa com aquela pãozinho quentinho;
* A Lareira - Bairro do Limão: comida por kilo saborosa e cesta de mini pães com frios única.
E você, gosta de padarias? Indique uma boa para a gente conferir. Aceito em qualquer cidade.
07 junho 2009
A família e suas diferenças
Uma vez, num desses cadernos de recordações, meu pai escreveu para mim "que tem uma mão de quatro dedos e todos eles são diferentes". A declaração faz menção as quatro fihas que tem e como são diferentes entre si. Achei-a linda e correta. Por que temos que ser iguais?
Minha família é composta por pessoas diferentes. Temos gay assumido desde que "se entende por gente". Temos lésbica que descobriu sua opção depois de uma relação heterossexual e filhos. Temos homens que construíram duas famílias quase que simultanamente. Temos amigos bissexuais. Temos filhos com dois pais. Temos irmãos de raça diferente.
Descobri recentemente que tenho um sobrinho que gosta de dançar balé. Embora não moramos próximos, acredito que ele irá enfrentar situações desagradáveis em sua vida. Sou extremamente contra a esteriótipos, acredito que cabe à família e a escola desmontá-los, veicular conhecimentos objetivos e fomentar nos jovens a capacidade de defender sua personalidade, sua opção e respeitar o que é diferente aos seus olhos.
Já meu sobrinho mais velho vive numa crise de personalidade. Numa família que ama samba, ele escolheu o rock. Numa família de tantas crianças, ele é o único adolescente. E, além disso, tem um pai ausente, violento e irresponsável. Imagino que sua cabeça deva estar "à mil", pois se mostra calmo e impaciente em questão de segundos, são tantas mudanças, tanta gente falando. A verdade é que com adolescente o diálogo é fundamental, a partilha de ser constante e a atenção (entenda-se, não perseguição) tem de ser redobrada. Não sei se todos os familiares estão prontos, mas sei que mãe, avó e tias também são responsáveis para evitar que eles se sintam tão perdidos.
Minha família é composta por pessoas diferentes. Temos gay assumido desde que "se entende por gente". Temos lésbica que descobriu sua opção depois de uma relação heterossexual e filhos. Temos homens que construíram duas famílias quase que simultanamente. Temos amigos bissexuais. Temos filhos com dois pais. Temos irmãos de raça diferente.
Descobri recentemente que tenho um sobrinho que gosta de dançar balé. Embora não moramos próximos, acredito que ele irá enfrentar situações desagradáveis em sua vida. Sou extremamente contra a esteriótipos, acredito que cabe à família e a escola desmontá-los, veicular conhecimentos objetivos e fomentar nos jovens a capacidade de defender sua personalidade, sua opção e respeitar o que é diferente aos seus olhos.
Já meu sobrinho mais velho vive numa crise de personalidade. Numa família que ama samba, ele escolheu o rock. Numa família de tantas crianças, ele é o único adolescente. E, além disso, tem um pai ausente, violento e irresponsável. Imagino que sua cabeça deva estar "à mil", pois se mostra calmo e impaciente em questão de segundos, são tantas mudanças, tanta gente falando. A verdade é que com adolescente o diálogo é fundamental, a partilha de ser constante e a atenção (entenda-se, não perseguição) tem de ser redobrada. Não sei se todos os familiares estão prontos, mas sei que mãe, avó e tias também são responsáveis para evitar que eles se sintam tão perdidos.
05 junho 2009
O regresso
Há dias atrás comentei que voltei a trabalhar na minha área (comunicação interna). Mas, o motivo da minha satifação é o fato que deixei de ser consultora, agora meu trabalho tornou-se permanente e mais abrangente.
E eu que estava decepcionada com a minha carreira e até questionado a escolha que fiz há 10 anos atrás, volto a ter aquela sensação boa, de fazer o que se gosta e ter certeza que resultado será bom porque esse assunto você domina.
Estou às voltas com textos e revisões novamente. Agora são assuntos novos, reclamações e advertências para condôminos, público que até então era desconhecido para mim. E confesso que fico lisonjeada por ser consultada pela alta direção e receber até elogios pelo meu trabalho.
Enfim, estou feliz e me sinto desafiada diariamente a fazer o melhor, a saber tudo o que mudou com a Reforma Ortográfica e a re-ensinar "literalmente" adultos a escrever.
E eu que estava decepcionada com a minha carreira e até questionado a escolha que fiz há 10 anos atrás, volto a ter aquela sensação boa, de fazer o que se gosta e ter certeza que resultado será bom porque esse assunto você domina.
Estou às voltas com textos e revisões novamente. Agora são assuntos novos, reclamações e advertências para condôminos, público que até então era desconhecido para mim. E confesso que fico lisonjeada por ser consultada pela alta direção e receber até elogios pelo meu trabalho.
Enfim, estou feliz e me sinto desafiada diariamente a fazer o melhor, a saber tudo o que mudou com a Reforma Ortográfica e a re-ensinar "literalmente" adultos a escrever.
04 junho 2009
Sempre ele
De acordo com a Sam do blog "A vida como a vida quer" todo mundo tem um momento afetivo importante que foi vivido com uma música do Roberto Carlos. Se não é assim, no mínimo sempre somos tocados por alguma música dele e simplesmente nos sentimos compreendidos por suas palavras.
Apoiada em sua teoria e palavras, ratifico aqui meu amor pelas músicas do Rei. E fica muito difícil escolher uma predileta. Assistindo o especial gravado no maravilhoso Teatro Municipal de São Paulo - Elas Cantam Roberto, recordei de cada momento importante que vivi ouvindo algumas canções. Escolhi uma música muito emocionante para mim:
Apoiada em sua teoria e palavras, ratifico aqui meu amor pelas músicas do Rei. E fica muito difícil escolher uma predileta. Assistindo o especial gravado no maravilhoso Teatro Municipal de São Paulo - Elas Cantam Roberto, recordei de cada momento importante que vivi ouvindo algumas canções. Escolhi uma música muito emocionante para mim:
"Olha você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei pra mim.
A cabeça cheia de problemas, não me importo
Eu gosto mesmo assim
Tem os olhos cheios de esperança
De uma cor que mais ninguém possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui"
Olha - na voz de Ivete Sangalo
03 junho 2009
Como se não houvesse amanhã
Para matar minha sede de vadiagem, recrutei a Amarílis e a Rosana para um programa só de meninas. Os respectivos maridos e namorados estavam ocupados com a aula da faculdade e o Jogo da Libertadores (no estádio) do Palmeiras (yes, eles não levaram a melhor).
Enfim, cerveja, pizza e fofocas fizeram parte da nossa noite, como se não houvesse amanhã. O resultado: ambas acordaram bem, foram trabalhar e a vida continua. Eu, com uma dor de cabeça dos inFernos, tontura seguida de vômitos sucessivos, fui trabalhar, mas tive que voltar depois de 02 horas de tão péssima que eu estava. Argh!
Enfim, cerveja, pizza e fofocas fizeram parte da nossa noite, como se não houvesse amanhã. O resultado: ambas acordaram bem, foram trabalhar e a vida continua. Eu, com uma dor de cabeça dos inFernos, tontura seguida de vômitos sucessivos, fui trabalhar, mas tive que voltar depois de 02 horas de tão péssima que eu estava. Argh!
02 junho 2009
O Aprendiz
Que a TV foi tomada por realities shows todo mundo concorda. E que as primeiras edições são sempres e as únicas que conseguimos assistir, pois o restante fica terrível, também todo mundo concorda. Mas devo confessar que acompanhei as edições do programa O Aprendiz por gostar do apresentador e da fórmula inteligente.
O apresentador passa a imagem de arrogante, temperamental, mimado e que jamais poderá ser contrariado. Isso fica claro quando alguém o contraria, até mesmo os seus conselheiros, mas acredito que muitos concordam qye ele, além de tudo isso, é um excelente empresário (e não publicitário, como muitos acreditam) e tem uma figura bastante convincente e adequada à mídia.
A última edição se tornou mais atrativa pelo comportamento dos jovens universitários que erravam e acertavam na mesma proporção. Houve momentos hilários como o choro descontrolado de uma das participantes ao ser demitida, que mais parecia uma criança birrenta quando alguém diz não. Também são inesquecíveis os questionamentos de um dos partipantes sobre a fórmula e edição do programa.
Na última quinta-feira acompanhamos o "grand finale". Uma das minhas participantes preferidas estava na final, embora não foi a felizarda do prêmio e cargo. Inclusive, as finalistas tinham perfis distintos e bem interessantes.
A última tarefa, ambas puderam escolher as pessoas que formariam suas equipes, e Karina foi a mais inteligente por escolher aqueles que mais se destacaram durante todo o programa. Em qualquer empresa, o trabalho em equipe é fundamental, e Karina demonstrou que conhece muito bem "esse departamento".
A decisão do Roberto Justus foi a Marina que trabalha melhor individualmente, pois mesmo escolhendo o time mais fraco, conseguiu um bom resultado na última prova e tomou as rédeas da situação quando precisava. Enfim, levou prêmio, cargo e salário com apenas 20 aninhos.
O apresentador passa a imagem de arrogante, temperamental, mimado e que jamais poderá ser contrariado. Isso fica claro quando alguém o contraria, até mesmo os seus conselheiros, mas acredito que muitos concordam qye ele, além de tudo isso, é um excelente empresário (e não publicitário, como muitos acreditam) e tem uma figura bastante convincente e adequada à mídia.
A última edição se tornou mais atrativa pelo comportamento dos jovens universitários que erravam e acertavam na mesma proporção. Houve momentos hilários como o choro descontrolado de uma das participantes ao ser demitida, que mais parecia uma criança birrenta quando alguém diz não. Também são inesquecíveis os questionamentos de um dos partipantes sobre a fórmula e edição do programa.
Na última quinta-feira acompanhamos o "grand finale". Uma das minhas participantes preferidas estava na final, embora não foi a felizarda do prêmio e cargo. Inclusive, as finalistas tinham perfis distintos e bem interessantes.
A última tarefa, ambas puderam escolher as pessoas que formariam suas equipes, e Karina foi a mais inteligente por escolher aqueles que mais se destacaram durante todo o programa. Em qualquer empresa, o trabalho em equipe é fundamental, e Karina demonstrou que conhece muito bem "esse departamento".
A decisão do Roberto Justus foi a Marina que trabalha melhor individualmente, pois mesmo escolhendo o time mais fraco, conseguiu um bom resultado na última prova e tomou as rédeas da situação quando precisava. Enfim, levou prêmio, cargo e salário com apenas 20 aninhos.
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