30 junho 2009

Milagre da vida

Mulheres são seres ansiosos por natureza. Mas é uma ansiedade permeada por contradições porque, ao mesmo tempo em que não aguentamos pequenas esperas, somos capazes de aguardar pacientemente grandes momentos da vida.

Ontem tive a agradável notícia que uma pessoa muito próxima deu à luz. Diante da felicidade, veio a preocupação com a saúde do bebê. A razão é o fato que a mãe é portadora do vírus HIV. Soube da sua gravidez bem no início, e assim como todos os parentes e amigos, fiquei apreensiva.

Mas, o valente bebê nasceu saudável, mesmo que de parto cesariana e não poderá receber leite materno, devido aos riscos de transmissão do vírus. A mãe sempre quis ter um bebê e sabia dos riscos que corria, mas fez o tratamento direitinho e esperou ansiosamente por nove meses, assim como todas nós.

Desejo de todo coração que ela, acima de tudo, seja fonte de amor, encorajamento e de dedicação para seu bebê e para outras mães que estejam nessa situação.

É pic, é pic, é pic

Aniversário em família grande é assim: todo mês tem festa. E Junho teve comemoração da minha irmã Joia, sobrinho Junior, primo Bruno e cunhadinho Murilo.

Comes e bebes no aniversário do Bruno - lasanhas maravilhosas das vovós da família.

Família reunida no aniversário do Murilo - bolo e churras, é claro!

25 junho 2009

Luto


"Heal the world
Make it a better place
For you and for me
And the entire human race
There are people dying
If you care enough for the living
Make it a better place
For you and for me"

"Curem o mundo,
Façam-no um lugar melhor
Para você e para mim
E para toda a raça humana.
Existem pessoas morrendo,
Se você preocupa-se o suficiente com a vida,
Crie um lugar melhor
Para você e para mim"

24 junho 2009

Da série: Gente que faz

UMA MULHER MULTI

Todo profissional de comunicação sonha em trabalhar em uma agência de notícias, publicidade, televisão ou na redação de um jornal, revista. Sonhei com isso também, mas a vida me trouxe ao meio empresarial e gosto muito desse destino.

Conheci Verônica Cobas através da blogosfera. Feito de tudo um pouco nessa vida, a jornalista que se tornou minha amiga virtual pelo seu jeito delicado e inteligente com as palavras, conta um pouco pra gente a sua atribulada rotina:

Por que ser jornalista?
Desde pequena sempre disse que ia ser jornalista. Mas, sem dúvida, foi um desejo inspirado na admiração que tinha dos radialistas que cobriam futebol. Sempre gostei do esporte, sempre torci pelo Flamengo e como na minha época de criança não havia praticamente cobertura de futebol pela TV, concentrávamos toda nossa paixão e curiosidade no ouvido aguçado em direção ao rádio. E assim forjei a ideia de que seria uma jornalista esportiva. Já adolescente, e apesar da ampliação das minhas áreas de interesse – curtia literatura, música e, principalmente, política – continuei focada na carreira. Nunca pensei em nada profissional que não fosse o jornalismo. Entrei na faculdade e já no segundo ano comecei a estagiar. Claro que não foi no jornalismo esportivo. Trabalhei em dois jornais que já não existem mais: Diário de Notícias e Luta Democrática. Ali fazia reportagens da vida da cidade e de política. Sou de uma geração que gostava muito de política, que vivia esse tema em seu cotidiano. Fui uma estudante universitária engajada, participei de centros acadêmicos, mas nunca deixei de gostei de coisas como futebol, cultura, teatro, etc. Quando experimentei a primeira redação de revista, caí no mundinho fashion e televisivo.

Como foi a experiência na redação de uma revista?
Trabalhei em revistas de moda - Magazine – e em revistas de televisão – Amiga, Sétimo Céu, Fatos e Fotos. Tínhamos uma chefe de redação com quem nos reuníamos uma vez por semana para fechar a pauta da edição. De posse do tema da matéria, começava a apuração. Fiz texto de editorial de moda e gostava muito de participar da produção junto com o fotógrafo. Sempre adorei trabalhar com fotógrafo. E durante muito tempo fiz cobertura de novelas, trabalhando nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro, o dia inteiro. Foi uma época bem curiosa porque sempre gostei de televisão e, nessa época, adorava novelas. Estar ali, ao lado de todos aqueles astros e com apenas 21 anos, era uma coisa meio mágica. Entrevistei todos os grandes nomes da televisão brasileira, experiência interessante às vezes e abominável, tantas outras. Com a evolução na carreira, passei de repórter à redatora, trabalhei como free-lancer no Jornal Última Hora, também com cobertura de shows, no Globo, e só alguns depois vivi a experiência de trabalhar com o tema esporte, desta vez na Revista Viva, um projeto do Jornal do Brasil. Depois trabalhei no jornal da Bolsa de Valores e em 1982, quando meu primeiro filho tinha seis meses, fui convidada para trabalhar numa editora que desenvolvia projetos para a indústria farmacêutica. Lá fiquei durante 22 anos, o que acabou se transformando numa especialização para mim.

Onde você trabalha hoje e quais são suas tarefas?
Trabalho há quatro anos em uma outra editora do Rio de Janeiro que também atende à indústria farmacêutica. Minhas funções foram se transformando através dos anos e da experiência acumulada. Comecei escrevendo, depois editando e, como consequência, ganhando muita experiência no trabalho com o design gráfico. Sou uma jornalista especializada em textos científicos e dirigidos à classe médica, mas hoje já ocupo algumas funções comerciais. Na verdade, sou gerente editorial da Diagraphic Editora e coordeno toda a produção que os redatores médicos, revisores e designers realizam. Também acumulo a gerência comercial da empresa, provendo os nossos agentes comerciais de idéias e projetos a serem apresentados aos clientes. Ainda escrevo muito, faço títulos, legendas, apresentações dos projetos, entrevistas, defesas editoriais, além de cartões de aniversário, casamento, bilhetes e afins. Quase uma Fernanda Montenegro em Central do Brasil.

Ser jornalista é...
Ser um escrevinhador da vida, dos fatos, do que vemos com os olhos e contamos através das letras, vírgulas e acentos. É viver de perto situações que sequer lhe pertencem e, mesmo quando pertencem, ser capaz de falar delas com o olhar distante e preciso. Gostar muito do poder de fazer das palavras, gestos. E dos gestos, crença e prazer. Fora tudo isso, é muita ralação, salários nem sempre bons, chefes eventualmente duros...nada muito diferente das outras profissões, a não ser pelo domínio da palavra e do maior ou menor prazer com o nicho de trabalho onde se está inserido. Gostei de tudo que fiz e que, certamente, ainda vou fazer. Descobri, por exemplo, que adoro chefiar equipes, que gosto da ideia de fazer de minhas palavras um estímulo ao conceito de que sempre é tempo de transformar. Já andei dizendo pelos blogs da vida, mas fora os momentos em que ando de primeira marcha, de modo geral acho que posso mudar o mundo. Não podia escolher outra profissão em que não fosse possível falar pra muita gente.

Quer conhecer mais sobre a Verônica? Confira os blogs http://www.criativesse.blogspot.com/ e http://www.eassimquesou.blogspot.com/

21 junho 2009

A conquista de um sonho

Mesmo aqueles que não planejam a vida gostam de um pouquinho de segurança. Segurança é tudo que temos como certo na vida. Algo que se luta para conseguir, investe horrores, e chega uma hora que aquilo se torna certo na sua vida. Aquela é sua certeza.

Desde sempre, sonho em comprar um lar, o meu lar. E eu e o Querinho adotamos esse sonho como nosso. Sabemos que esse é um passo importante para a construção de nossa família. E depois vem um filho, a troca do carro, aquela viagem...

Enfim, brindemos hoje a conquista desse sonho. Um sonho que sonhamos juntos e investiremos juntos. Um sonho que muitos têm e poucos conseguem. E eu estou com um nó na garganta e aquela vontade louca de sair gritando o que acabamos de conseguir.

Sim, eu já chorei. Mas foi um choro gostoso, lágrimas de felicidade.

19 junho 2009

Vota vai

Como junho é o mês dos namorados, quero aproveitar para te convidar a conhecer minha história de amor. Lá no Criative-se tá rolando um concurso lindo sobre o tema, e a minha história tá concorrendo.
Vamos lá, vote na minha história e faça uma blogueira feliz.

18 junho 2009

Happy Birthday

Um dos meus amores nesta vida é minha irmã. Ela é dona de um pedaço generoso do meu coração. Nossa relação sempre beirou a paixão, cumplicidade e eventuais conflitos. Porque somos diferentes, e pronto. E hoje a gente comemora mais um aniversário dela e isso me deixa muito contente. Amo você, minha querida!

14 junho 2009

Sim, a aparência importa

Dois segundos. Esse é o tempo que você leva para dizer bom dia e formar a primeira impressão. Ter boa aparência é essencial. Relativo é ser bonito. Ninguém precisa ser loiro, ter olhos claros e corpo esbelto, mas precisa saber o que lhe cai bem, cuidar da aparência.

Claro que em primeiro lugar está a pessoa, sua índole, seus princípios. Vivemos numa sociedade onde somos julgados pela nossa aparência, antes mesmo de abrir a boca. Positivo ou negativo, fazemos parte e precisamos sobreviver.

Quando se usa um crachá, um cartão de visitas ou se apresenta como um funcionário de determinada empresa, sua imagem está ligada à ela. Uma pessoa que não tem o mínimo cuidado com si próprio dificilmente será zelosa com os deveres profissionais?

Procuro ser cuidadosa com meu sorriso, principalmente. E como não fui abençoada por Deus com dentes perfeitos, visito o dentista regularmente. Em fevereiro fiz uma cirurgia para retirada de um dente do ciso e agora acabo de fazer a última. Se doeu? Sim. Era inacreditável o tamanho daquele dente num espaço minúsculo. Mas tinha que ser retirado e com um bom dentista. E lá foram mais R$ 350,00, mais remédios comprados e sopas e purês digeridos.

Convivo com uma pessoa que além de ter cabelos e sobrancelhas brancas, o que demonstra total desleixo, anda arrastando os pés e parece uma vampira. Imagina ter apenas os dois dentes frontais e os caninos. Os vizinhos, aqueles intermediários, simplesmente não existem. Agora me diz como uma pessoa dessas ainda tem coragem de visitar clientes e acredita fielmente que irá conquistá-los?

13 junho 2009

Selinho e desafio

A Flá me passou e cumpro o prometido.

- Publicar a imagem do selo e linkar quem te enviou.
- Escolher 5 situações da sua vida que mereciam ser repetidas em slow motion e porquê.
- Passar o desafio.

As minhas respostas são:
- Minha formatura da faculdade, por ter sido o momento que concretizou a realização de um sonho;
- Receber um prêmio de responsabilidade social no Palácio da Alvorada em Brasília, em dois anos consecutivos, por um projeto que escrevi;
- Andar de avião pela primeira vez, a emoção foi tanta que fiquei com pena de não ter ninguém ao meu lado para compartilhar;
- O dia que me mudei com o Queridinho para a nossa casa, pois foi uma decisão bastante pensada e muito acertada;
- Quando nasceu meu primeiro sobrinho e todos os demais, crianças sempre foram muito bem-vindas em nossa família.

Indico para quem quiser responder.

11 junho 2009

História de amor

- Não faz assim que eu me apaixono.

Declarei todas essas palavras de coração aberto. Sabia que o dono daqueles beijos e cara de menino era bastante perigoso para o meu coração mole.

Mas tudo bem. A gente se conheceu numa quadra de futsal por amigos em comum. Naquela noite eu estava muito mais desinibida que o habitual, e ele mais ranzinza do que podia ser. Tínhamos o mesmo objetivo, embora não declarado: ambos estavam à procura de um calmaria e isso só poderia ser oferecido por uma pessoa incomum.

Roubei um beijo, ganhei outros em troca. A diferença como Eduardo e Mônica (sim, aqueles da música) crescia e nos aproximava. Resolvi ceder. Em quatro meses juntamos nossas dívidas. E minhas noites seguem regadas de amor, meus finais de semana são mais alegres e tenho companhia para conversar, passear e não fazer nada. Confesso que pedi a Deus esse presente e fui atendida. Agradeço ao meu Queridinho por ser tão louco e topar dividir sua vida comigo.

10 junho 2009

Da série: mistérios que abalam o mundo

Alguém pode me explicar por que todos os artistas, sejam cantores, atrizes e afins, quando morrem viram santos? Mesmo que sua vida tenha sido recheada de alcoolismo, vandalismo, drogas ou escândalos?

Vide: Elis Regina, Cazuza, Cássia Eller, Maísa, Elvis Presley, Tim Maia...
Que fique bem claro que não estou questionando o talento de nenhum deles, mas apenas o que a mídia consegue fazer.

09 junho 2009

O pão nosso de cada dia

Dia desses, o Blog Miojo escreveu um delicioso post sobre padarias. Dei minhas contribuições como sugestão de padocas que se destacam pelo atendimento, variedade e tudo sempre fresquinho.

Sou daquelas que amam padarias, quer me deixar feliz me convida para tomar um café da manhã completo em uma. Gosto de tudo quentinho, de ficar olhando as pessoas e suas descisões para o desjejum. Presto atenção em cada detalhe. Parece que o dia tem outro sabor. Listei algumas que gosto (e frequento) em Sampa:

* Vera Cruz - Bairro Tatuapé: pizza em pedaços e pratos rápidos no balcão;
* Dona Deôla - Bairro Higienópolis: uma das melhores coxinhas de frango que já comi na minha vida;
* Palmeiras - Metrô Marechal: tudo de manhã é fresquinho, pãozinho, pão de queijo, pão de frios, hummmm;
* Campos Elíseos - Bairro Campos Elíseos: frios cortados na medida certa com aquela pãozinho quentinho;
* A Lareira - Bairro do Limão: comida por kilo saborosa e cesta de mini pães com frios única.

E você, gosta de padarias? Indique uma boa para a gente conferir. Aceito em qualquer cidade.

07 junho 2009

A família e suas diferenças

Uma vez, num desses cadernos de recordações, meu pai escreveu para mim "que tem uma mão de quatro dedos e todos eles são diferentes". A declaração faz menção as quatro fihas que tem e como são diferentes entre si. Achei-a linda e correta. Por que temos que ser iguais?

Minha família é composta por pessoas diferentes. Temos gay assumido desde que "se entende por gente". Temos lésbica que descobriu sua opção depois de uma relação heterossexual e filhos. Temos homens que construíram duas famílias quase que simultanamente. Temos amigos bissexuais. Temos filhos com dois pais. Temos irmãos de raça diferente.

Descobri recentemente que tenho um sobrinho que gosta de dançar balé. Embora não moramos próximos, acredito que ele irá enfrentar situações desagradáveis em sua vida. Sou extremamente contra a esteriótipos, acredito que cabe à família e a escola desmontá-los, veicular conhecimentos objetivos e fomentar nos jovens a capacidade de defender sua personalidade, sua opção e respeitar o que é diferente aos seus olhos.

Já meu sobrinho mais velho vive numa crise de personalidade. Numa família que ama samba, ele escolheu o rock. Numa família de tantas crianças, ele é o único adolescente. E, além disso, tem um pai ausente, violento e irresponsável. Imagino que sua cabeça deva estar "à mil", pois se mostra calmo e impaciente em questão de segundos, são tantas mudanças, tanta gente falando. A verdade é que com adolescente o diálogo é fundamental, a partilha de ser constante e a atenção (entenda-se, não perseguição) tem de ser redobrada. Não sei se todos os familiares estão prontos, mas sei que mãe, avó e tias também são responsáveis para evitar que eles se sintam tão perdidos.

05 junho 2009

O regresso

Há dias atrás comentei que voltei a trabalhar na minha área (comunicação interna). Mas, o motivo da minha satifação é o fato que deixei de ser consultora, agora meu trabalho tornou-se permanente e mais abrangente.

E eu que estava decepcionada com a minha carreira e até questionado a escolha que fiz há 10 anos atrás, volto a ter aquela sensação boa, de fazer o que se gosta e ter certeza que resultado será bom porque esse assunto você domina.

Estou às voltas com textos e revisões novamente. Agora são assuntos novos, reclamações e advertências para condôminos, público que até então era desconhecido para mim. E confesso que fico lisonjeada por ser consultada pela alta direção e receber até elogios pelo meu trabalho.

Enfim, estou feliz e me sinto desafiada diariamente a fazer o melhor, a saber tudo o que mudou com a Reforma Ortográfica e a re-ensinar "literalmente" adultos a escrever.

04 junho 2009

Sempre ele

De acordo com a Sam do blog "A vida como a vida quer" todo mundo tem um momento afetivo importante que foi vivido com uma música do Roberto Carlos. Se não é assim, no mínimo sempre somos tocados por alguma música dele e simplesmente nos sentimos compreendidos por suas palavras.

Apoiada em sua teoria e palavras, ratifico aqui meu amor pelas músicas do Rei. E fica muito difícil escolher uma predileta. Assistindo o especial gravado no maravilhoso Teatro Municipal de São Paulo - Elas Cantam Roberto, recordei de cada momento importante que vivi ouvindo algumas canções. Escolhi uma música muito emocionante para mim:

"Olha você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei pra mim.
A cabeça cheia de problemas, não me importo
Eu gosto mesmo assim
Tem os olhos cheios de esperança
De uma cor que mais ninguém possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui"
Olha - na voz de Ivete Sangalo

03 junho 2009

Como se não houvesse amanhã

Para matar minha sede de vadiagem, recrutei a Amarílis e a Rosana para um programa só de meninas. Os respectivos maridos e namorados estavam ocupados com a aula da faculdade e o Jogo da Libertadores (no estádio) do Palmeiras (yes, eles não levaram a melhor).

Enfim, cerveja, pizza e fofocas fizeram parte da nossa noite, como se não houvesse amanhã. O resultado: ambas acordaram bem, foram trabalhar e a vida continua. Eu, com uma dor de cabeça dos inFernos, tontura seguida de vômitos sucessivos, fui trabalhar, mas tive que voltar depois de 02 horas de tão péssima que eu estava. Argh!

02 junho 2009

O Aprendiz

Que a TV foi tomada por realities shows todo mundo concorda. E que as primeiras edições são sempres e as únicas que conseguimos assistir, pois o restante fica terrível, também todo mundo concorda. Mas devo confessar que acompanhei as edições do programa O Aprendiz por gostar do apresentador e da fórmula inteligente.

O apresentador passa a imagem de arrogante, temperamental, mimado e que jamais poderá ser contrariado. Isso fica claro quando alguém o contraria, até mesmo os seus conselheiros, mas acredito que muitos concordam qye ele, além de tudo isso, é um excelente empresário (e não publicitário, como muitos acreditam) e tem uma figura bastante convincente e adequada à mídia.

A última edição se tornou mais atrativa pelo comportamento dos jovens universitários que erravam e acertavam na mesma proporção. Houve momentos hilários como o choro descontrolado de uma das participantes ao ser demitida, que mais parecia uma criança birrenta quando alguém diz não. Também são inesquecíveis os questionamentos de um dos partipantes sobre a fórmula e edição do programa.

Na última quinta-feira acompanhamos o "grand finale". Uma das minhas participantes preferidas estava na final, embora não foi a felizarda do prêmio e cargo. Inclusive, as finalistas tinham perfis distintos e bem interessantes.

A última tarefa, ambas puderam escolher as pessoas que formariam suas equipes, e Karina foi a mais inteligente por escolher aqueles que mais se destacaram durante todo o programa. Em qualquer empresa, o trabalho em equipe é fundamental, e Karina demonstrou que conhece muito bem "esse departamento".

A decisão do Roberto Justus foi a Marina que trabalha melhor individualmente, pois mesmo escolhendo o time mais fraco, conseguiu um bom resultado na última prova e tomou as rédeas da situação quando precisava. Enfim, levou prêmio, cargo e salário com apenas 20 aninhos.

30 maio 2009

Presentinho

Ganhei da glamurosa Ruiva Dezinha.
Obrigada flor!!

Regrinhas:

1. Deve exibir o selinho em seu blog.
2. Postar o link do blog que te indicou.
3. Listar 5 desejos de consumo que a deixariam mais glamurosa.
4. Indicar amigas glamurosas e avisá-las que foram escolhidas.

Lista de desejos:
- Ter R$ 10.000,00 para gastar em roupas na Rua Oscar Freire;
- Passar um dia de beleza no Jacques Janine;
- Ganhar um closet enorme e lotado de roupas e acessórios;
- Comprar todos os sapatos que eu quiser;
- Ficar 10 dias em um SPA.

Os blogs glamurosos da vez são:

- Viviane
- Mariana
- Lidiane
- Amarílis
- Suzana
- As mulheres maravilhas do Criative-se

29 maio 2009

Minha relação com cães

Tive meu primeiro cachorro aos cinco anos de idade, aproximadamente. Luppi era um vira-lata lindo com os olhos de cores diferentes. Infelizmente, o criamos sempre preso à coleira e corrente e quando o coitado avistava o portão aberto, corria em disparada para a liberdade. Tivemos que mudar de casa e nosso vira-lata não pode ir. Deixamos com uma vizinha muito querida, mas em uma dessas escapadas, foi atropelado e faleceu.

Depois dele, tivemos um pastor alemão, um cocker, um rothweiller e um dog alemão. O Bruce era lindo, preto azulado, super dócil. Tivemos que doá-lo para um amigo que tinha uma chácara, meu quintal ficou pequeno para o meu cão-pônei.

Atualmente, não temos cães. Tenho muita dó de criar o bichinho num apartamento, além de deixá-lo sozinho durante todo o dia. Também não sou adepta à prática de sair no frio, na chuva, altas horas da noite para que o canino faça suas necessidades. Minha vizinha discorda de mim completamente, ela consegue a façanha de criar um pitbull num apartamento de apenas 60m². Aff!

26 maio 2009

Terceiro tempo

Mulher gostar de futebol é atípico, e gostar de ouvir programa de rádio de futebol é pior ainda. Pois bem, eu sou uma delas.

Cresci ouvindo o radinho de pilha do meu pai se "esguelando" a cada lance do jogo do Corinthians. Meu pai é um torcedor fanático, e por influência dele, eu também acompanho os campeonatos e performance do Timão.

O Queridinho sempre comentava sobre o programa da 97,7 FM. O Estádio 97 é um programa de rádio de futebol e humor transmitido pela rádio paulistana Energia 97 (97,7 Mhz FM). Caracteriza-se pela discussão estilo "mesa de bar", em que cada integrante representa um clube. A formação atual inclui os são-paulinos Sombra e Mota, os corinthianos Benjamin e Mano, o palmeirense Domenico, o santistaRG 02, o lusitano/imitador Portuga e o "mancheteiro" Bento.

Resolvi arriscar e agora fica quase impossível não sintonar o programa de segunda a sexta às 18h. O Benja, além de ser colunista do Jornal Lance, tem um blog ó-te-mo. Confira aqui. Recomendadíssimo.

25 maio 2009

Chama o síndico

Trabalho numa administradora de condomínios e diariamente estou às voltas com assembleias, atas e comunicados. Quem mora no centro das capitais, como eu, sabe que prédios antigos reinam absolutos com todos os seus problemas de estrutura, falta de garagens e condôminos idosos.

O problema do prédio onde moro são os vizinhos e sua educação peculiar. Como meu apartamento fica no primeiro andar e só as unidades deste andar tem varandas (o meu sem cobertura), os ilustríssimos seres que moram acima, acham bonito encher meu humilde espaço de cigarros, bitucas de cigarros, chumaços de algodão (usados), chumaços de cabelo, cotonetes (usados), palitos de dente e fósforos, e até (pasmem) saquinhos de chá. E ainda tem um agravante de não saber quem é o autor dos lançamentos, uma vez que em cima da minha cabeça, habita um número considerável de gente.

Como comentei por aqui, odeio brigas de vizinhos e reclamações à sua porta. E tive a ideia de registrar uma reclamação no livro negro da portaria. Se vai adiantar, sinceramente não sei, mas adoraraia descobrir quem é a filha-da-mãe que acha normal tomar chá e jogar o saquinho do pó pela janela.

22 maio 2009

Em matéria de moda

Dia desses, a Elisa do blog “Ela fala e sai andando” levantou a questão: mulher com mais de 30 pode usar tiara de lacinho? Eu comentei que não, acho que literalmente lacinho não combina com as primeiras ruginhas que tendem a aparecer no rosto das balzacas.

Opiniões à parte, a verdade é que em matéria de moda tudo pode desde que combine com seu estilo. Acho muito legal quem tem um estilo alternativo e usa aquela mistura de cores e texturas com louvor. Acho respeitável aquele estilo “perua de ser” que consegue ter o cabelo impecável tanto na cor quanto na escova, uma coleção de roupas na estampa oncinha e cobra e bolsas vernizadas de todas as cores. Confesso que meu estilo é muito básico para os finais de semana e clássico para o trabalho. Permito-me apenas o vermelho queimado nas unhas da mão e o vermelho amora no cabelo.

Não estou falando de ser cafona ou ser na moda, não é isso. Só não gosto daqueles itens que viram febre e “tudo quanto é neguinho” usa e abusa. Quando vejo uma coisa tão repetida nas ruas me dá um desânimo. Ainda acho pior usar aquela maquiagem a “la Caminhos das Índias” logo pela manhã, cachecol com sandália (não consigo entender como a pessoa pode sentir tanto frio no pescoço e calor nos pés) e para finalizar, dedos de garra (aqueles que são tão maiores que a sandália que a agarram).

Conheci duas figuras que usavam roupas e acessórios bizarros. Muito pensei como elas conseguiam tais façanhas. Porém, cheguei à conclusão de que elas não devem ficar horas pensando no que vão usar naquela festa ou em mais um dia de trabalho. Não dão a mínima para modismo, e estilo bom é o delas. Às vezes até eu queria ser assim.

20 maio 2009

Da série: Gente que faz

SUZANINHA TODA PROSA

Suzana tornou-se membro da família pelo fato que casei com o primo do cunhado dela, nem dá para entender, mas viramos parentes. Achei que ela tinha a cara de alguém conhecido, uma fala rápida e olhos expressivos.

No auge dos seus 21 aninhos, a sagitariana é terrivelmente teimosa e talentosa. Dia desses descobri que a garota do sorriso largo escreveu um livro como trabalho de conclusão do curso de jornalismo e escolheu como tema, nada mais nada menos, que o Carnaval. Agradável surpresa e ótimas histórias.

Convidei Suzana Mattos, a jornalista, para contar o que aprontou:

* Como surgiu a ideia de escrever um livro?
Na verdade, eu sempre quis escrever um livro. Minhas amigas de sala sempre falavam que eu entrei na faculdade de jornalismo para ser escritora. Não posso afirmar isso, mas adorei a experiência.

* Por que as mulheres do Carnaval?
Eu amo o carnaval e tudo relacionado a ele. Para fazer um TCC, você precisa pegar um tema que esteja familiarizado. Afinal de contas, bati na mesma tecla por 1 ano. Bom, as mulheres ainda não são muito valorizadas em nenhum lugar. No barracão de uma escola é a mesma coisa. Quis pegar histórias reais de mulheres guerreiras e que enfrentam o preconceito com graça. Sou fã e tenho orgulho de dizer que sou uma dessas mulheres.

* Como foi ouvir as histórias dentro de uma escola de samba?
Foi engraçado. Meu gravador parava. A bateria tocava muito alto. As mulheres ficavam com medo, e muitas delas, eram monossilábicas. Mas, foi muito legal.

* E o resultado do livro? Vai publicá-lo?
Vou. Estou passando por um momento crítico na carreira. Mas, assim que tudo melhorar, vou correr atrás de patrocínios.

* E os próximos projetos?
Um livro juvenil. Chamado "Idéias de uma mente comum". São histórias minhas, de amigas e de familiares sobre amor, experiências loucas e confusões. Acho que vai ficar bom. Estou quase acabando e já tenho uma amiga que quer levar pra frente para publicar. Vamos esperar!

Confira o que a Suzana anda aprontado aqui.

* O título do livro é "Musas da X9", sim X9 Paulistana - a escola de samba.

18 maio 2009

Ainda leva uma cara pra gente poder dar risada..

...assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade.

Existiam em meu passado duas lacunas que muito me incomodavam. E por incrível que pareça eles se resolveram na última semana. E ambas eram sobre perdas, perdas de pessoas.

Por anos refleti muito se a culpa dessas perdas não era minha. E cheguei a conclusão que a vida só te dá respostas no momento conveniente. Prova disso é que as respostas vieram depois de tantas expectativas e sofrimento, porém foram recebidas com muita naturalidade.

17 maio 2009

Quando eu for mãe

Já disse por aqui algumas vezes, a vontade que tenho em tornar-me mãe. E apesar de tantos projetos que vem à frente desse fato, ser mãe dá aquele medo do desconhecido.

Não me permiti ser mãe antes de estar estabilizada profissionalmente, estar madura o suficiente e ter encontrado um pai descente. Sofria com a possibilidade de ser pega de surpresa e me culpar por toda a vida de ter deixado isso acontecer no momento errado. Hoje, com 31 anos, tudo toma um rumo diferente.

Não sou capaz de mensurar qual será o meu perfil de mãe. Condeno aquelas que amam tanto sua prole que esquecem de impor limites, que esquecem que existe o próximo e seu pequeno pode incomodar, que encara como personalidade as birras e frases que eles emitem em alto e bom tom em locais indevidos. Talvez eu até volte aqui e confesse que estou incluída em um desses grupos, mas juro que tentarei manter o equilíbrio como mãe e ser pensante.

Talvez eu até ame demais meu filho e o impeça de sentir dores, mágoas e ausências mal resolvidas. Talvez eu coloque como lema o fato de fazer tudo o que meus pais não fizeram e dar tudo o que eu não tive, mas juro que tentarei lembrar que foram essas lacunas que me construíram.

Um belo exemplo de mãe, mulher e guerreira é Marina. Uma pessoa que conheci pela blogosfera e me sensibilizei com sua história de amor, equílibrio e superação. Marina, um beijo bem grande no seu coraçãozinho.